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Agradeço as oportunas e coerentes intervenções dos comentaristas criticando o proselitismo irresponsável do globoritarismo apoiado pela mídia amestrada banalizando as Instituições e o Poder do Estado para a pratica sistemática de crimes. Os brasileiros de bem que pensam com suas próprias cabeças ja constataram que vivemos uma crise moral sem paralelo na historia que esgarça as Instituições pois os governantes não se posicionam na defesa da Lei e das Instituições gerando uma temerária INSEGURANÇA JURÍDICA. É DEVER de todo brasileiro de bem não se calar e bradar Levanta Brasil! Cidadania-Soberania-Moralidade
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O CORREIO DA PARAIBA - Terça, 23 de Outubro de 2007
Ministro do STF pede data para julgamento de Ronaldo
O Supremo Tribunal Federal (STF) deverá julgar finalmente este mês ou no começo do próximo o deputado federal e ex-governador Ronaldo Cunha Lima (PSDB) pela tentativa de assassinato do também ex-governador Tarcísio Burity em 5 de novembro de 1993 no interior do restaurante Gulliver, de João Pessoa.
A ação penal aberta contra Ronaldo no Supremo encerrou sua longa e morosa tramitação nesta terça-feira (23), quando o ministro Joaquim Barbosa, relator do processo, pediu em reunião do Pleno que seja marcada uma data para o julgamento do deputado, que apresentou alegações finais de defesa desde 6 de setembro último.
O pedido de data para julgamento significa que o ministro Joaquim Barbosa já concluiu seu parecer, a exemplo do que já fizeram o revisor e o Ministério Público, representado pela Procuradoria Geral da República. O parecer da PGR, entregue ao STF em 22 de agosto deste ano, é pela condenação de Ronaldo por tentativa de homicídio.
O processo do Caso Gulliver começou a tramitar no STF em 22 de outubro de 2002, data em que foi distribuído para o ministro Moreira Alves, primeiro relator da Ação Penal que no protocolo do Tribunal recebeu o nº 333. Na época, o então senador Ronaldo Cunha Lima era defendido – e ainda hoje o é – pelo escritório do advogado José Gerardo Grossi, ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Alegação de legítima defesa
Quando depôs no Supremo sobre o atentado no Gulliver, em 9 de dezembro de 2002, Ronaldo negou que tenha planejado o crime e passou 80 minutos tentando convencer o relator Moreira Alves de que agira em legítima defesa. Disse que era vítima de ofensas pessoais e ataques à sua família e, ao entrar no restaurante, pensou que Burity sacaria uma arma após uma discussão entre os dois.
Segundo depoimentos reunidos pela acusação, a alegação de legítima defesa não se sustenta. Ao entrar no Gulliver, Ronaldo não deu tempo sequer de Burity esboçar qualquer reação e atirou duas vezes contra o adversário, que se encontrava sentado, conversando com amigos, e de costas para a porta por onde o então governador entrou.
Socorrido para o Hospital Samaritano, da Capital, Burity passou duas semanas internado, sendo liberado depois para se recuperar em sua residência. Após o atentado de que foi vítima o ex-governador afastou-se por quase dois anos da atividade política, perdeu popularidade, a saúde e finalmente a vida, às 9h45 do dia 8 de julho de 2003, aos 64 anos, por agravamento de problemas cardíacos.
| INTEGRAÇÃO Índios são comuns na Brigada de Infantaria da Selva, tropa especializada e treinada para o combate na mata |
Os olhos de cor verde-esmeralda e os cabelos loiros de alguns índios ianomâmis impressionam os visitantes, uma grande comitiva do governo federal que percorreu a Amazônia nos últimos oito dias. A visita começa na sexta-feira 12, pelo posto do Exército em Maturacá (AM), próximo do Pico da Neblina, a montanha que reduz os homens a moscas em meio a árvores de até 50 metros de altura. “Por que as crianças indígenas aqui são loiras?”, questiona a ministra chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff. “É a miscigenação, ministra”, devolve um assessor. “O padre era italiano”, brinca um general. A aparente tranqüilidade do posto do Exército esconde vários problemas graves da região. A grande maioria deles decorrente de um único fator: a ausência do Estado. Próximo dali, uma das aldeias abriga 1,2 mil índios, a metade crianças. “Morreram mais de dez crianças ianomâmis este ano de diarréia”, reclama o padre salesiano João Batista da Silva. “Aqui, a Funai e a Funasa não funcionam e as crianças passam fome.” A situação descrita pelo padre anima Dilma a expor as suas críticas sobre o funcionamento interno do governo. Sobra um petardo para um órgão administrado pelo Ministério da Saúde do PMDB: “A Funasa não faz nem ao lado da casa dela, vai fazer aqui?”. No total, a comitiva governamental percorreu 11 mil quilômetros pelos 19 postos do Exército nessa terra esquecida que é a fronteira norte do País.
Próximo de Maturacá, em São Gabriel da Cachoeira, a comitiva depara com outro grande desafio para a região, conhecida como “Cabeça do Cachorro”, no extremo noroeste da Amazônia: o tráfico de drogas. E, novamente, as primeiras vítimas são os índios. Os traficantes começaram a cooptá-los para passar a droga pela fronteira. Nos últimos anos, o tráfico tem migrado para a região de São Gabriel da Cachoeira. Entra pelo rio Negro. Em troca da droga, os comerciantes da região abastecem a Colômbia com alimentos. “O maior problema da região hoje é que os traficantes escolheram um local onde a Polícia Federal ainda está se estruturando”, diz o governador do Amazonas, Eduardo Braga (PSB). “O índio bota um paneiro (um tipo de cesto de vime, com alças) nas costas e anda 15 dias dentro da mata com a droga; eles prestam o serviço.” Só dois policiais federais estão de plantão na cidade, fazendo serviço burocrático em aeroporto.
| VAZIO APESAR DO AUMENTO DOS EFETIVOS, AINDA HÁ POUCA PRESENÇA MILITAR NA AMAZÔNIA |
Em dois aviões da FAB, a comitiva segue para Querari (AM), dentro da Boca do Cachorro, na divisa com a Colômbia. Mais um posto do Exército. E mais índios nas proximidades. “Estamos esquecidos aqui no Brasil”, reclama o agente de saúde Eduardo Gonçalves. Das seis crianças indígenas que nasceram este ano, uma morreu de diarréia e as outras clamam por nutrição adequada. Do outro lado da fronteira, as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) estão a apenas dez quilômetros de distância. Por onde se anda na Cabeça do Cachorro, há cheiro das Farc. Os guerrilheiros entram em território brasileiro como civis. De novo, a troca de alimentos por drogas. Os comerciantes sobem rio acima com açúcar, café, arroz e óleo. E descem com cocaína. “As Farc se abastecem aqui, e a moeda de troca é o tóxico”, diz o comandante militar da Amazônia, general-de-exército Augusto Heleno Pereira, ex-comandante da Força de Paz da ONU no Haiti.
| SELVA! NO CORAÇÃO DA MATA, O MINISTRO JOBIM BRINCOU COM BICHOS, VIU A MISÉRIA DOS ÍNDIOS E CONSTATOU AS DIFICULDADES DOS MILITARES NA REGIÃO |
Dentro do avião que transporta a comitiva, o general Heleno aborda outro dos problemas identificados pelos militares que atuam na fronteira brasileira: a ação na região das organizações não-governamentais supostamente ambientais. “O governo deu R$ 35 bilhões para as ONGs nos últimos sete anos. E o Exército só recebeu R$ 6 bilhões para investimento no período”, reclama. Para a inteligência do Exército, muitas dessas organizações estão servindo de testa-deferro para fazer biopirataria e preparar as áreas indígenas para a futura exploração de minérios. Além das organizações supostamente sem fins lucrativos com presença nem sempre clara na região, a inteligência do Exército, com o apoio da Polícia Federal, está mapeando milhares e milhares de estrangeiros que passaram a mudar para as cidades fronteiriças da Amazônia. Para fazer o trabalho, os militares se passam por habitantes locais. Em Tabatinga, na divisa seca com a Colômbia, a PF pede que todos os donos de hotéis enviem no final da tarde uma lista com nomes e números de documentos dos hóspedes. Foi com base neste levantamento que foi preso no ano passado o traficante português Márcio Fernandes, com quatro quilos de cocaína na mochila, quando se passava por estudante. “Isso melhorou muito a nossa segurança”, comenta a dona do Hotel Takana, Neide Teixeira. Mas Tabatinga ainda é uma cidade aberta às irregularidades. Os motociclistas que estão sem capacete do lado brasileiro vestem-no assim que entram na Colômbia. Retiram o capacete quando voltam para o Brasil. Essa rotina é a evidência menos danosa da diferença do rigor da lei entre o Brasil e a Colômbia. Um ponto preocupante disso é que os comerciantes colombianos estão comprando vários bares no Brasil para abrir prostíbulos, pela dificuldade que vêm tendo de manter tal atividade do lado colombiano.
Ausência do Estado na Amazônia agrava carências sociais e faz a região ficar sob ameaça do narcotráfico e da biopiratariaA falta de emprego é uma das principais preocupações. Na terça-feira 16, a estudante Caroline Ramos, 14 anos, levava para a escola o filho David, de três meses, por não ter onde deixar o menino. Ela cursa a sétima série na escola pública de Cruzeiro do Sul, no Acre. O marido da garota, Manoel da Silva, está desempregado há cinco anos. “E o pior é que aqui a gente não ganha Bolsa Família”, diz ele. O comandante da Brigada de Infantaria da Selva em Tabatinga, general-de-brigada Carlos Roberto Peixoto, lamenta que não haja perspectivas para uma grande parcela da população que vive nas fronteiras com a Colômbia, Peru e Bolívia. “Precisamos fortalecer a estratégia de resistência, e o grande problema é que a miséria traz vulnerabilidade”, diz o general. Na falta de outras perspectivas, o próprio Exército vira a solução. Mais de 90% dos soldados da fronteira noroeste são índios. Embora a probabilidade seja considerada ainda relativamente pequena, a Amazônia já é considerada pelos militares brasileiros um possível cenário de guerra, pelo interesse econômico e ambiental que hoje representa para o mundo. E a possibilidade de resistência imaginada ali, dadas as condições do território, é de guerra de guerrilhas. Algo semelhante ao que aconteceu na Guerra do Vietnã. Nesse sentido, o Exército aposta muito no aproveitamento de seus soldados-índios: eles conhecem como ninguém a selva; são exímios caçadores e se orientam facilmente pelo sol. Conhecem todos os venenos e remédios da floresta, e lá podem sobreviver por meses e meses com pouquíssimos recursos.
| NOVOS TEMPOS A EX-GUERRILHEIRA DILMA INSPECIONA ARMAS AO LADO DE MILITARES |
O maestro dessa primeira grande visita do governo às fronteiras da Amazônia é o ministro da Defesa, Nelson Jobim. Durante a visita, a ex-guerrilheira Dilma Rousseff foi recebida pelo Exército com a música A conquista do paraíso, de Vangelis. Jobim levou a tiracolo o secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Nelson Machado, estratégia para tentar sensibilizar a equipe econômica a liberar dinheiro. Carregou os comandantes das três Forças Armadas. Ao entrar nas trincheiras fardado, Jobim lembrava, fisicamente, a figura do coronel Kurtz, vivido por Marlon Brando no filme Apocalipse now. Deu tapas na onça mascote do Exército, segurou macacos, pisou na lama. Em tom levemente ufanista, ele afirmou que os europeus não podem dar lição de moral sobre a Amazônia, já que destruíram todas as suas florestas. Em todos os discursos, o ministro realçava a máxima do herói indígena Sepé Tiaraju, imortalizado no poema épico O Uraguay: “Esta terra tem dono”, repetia Jobim. Em 1750, o herói morreu em defesa da região das Missões. Sepé perdeu a guerra porque não tinha armas. Mas os fuzis do Exército têm 43 anos de idade e alguns batalhões estão racionando alimentos.
Os repórteres viajaram a convite da Força Aérea Brasileira
http://www.terra.com.br/istoe/edicoes/1982/artigo64463-2.htm
FONTE: NOTALATINA
Comentários e traduções: G. Salgueiro
Um fato insólito, perverso e demoníaco acaba de ocorrer na Argentina, com a condenação à prisão perpétua do Padre Christian Federico Von Wernich, pelo “crime” de ter sido durante a ditadura dos anos 70-80 Capelão da Polícia de Buenos Aires. Este caso arrasta-se há 4 anos, desde os quais o Padre Von Wernich esteve preso mesmo antes do julgamento, na penitenciária Marcos Paz.
A perversidade dessa condenação reside em que a perseguição revanchista que vem ocorrendo em toda a América Latina, de modo especial na Argentina, aos que combateram o comuno-terrorismo que se instalara no continente, a ordem era condenar o padre de qualquer maneira e assim obedeceram docilmente os subservientes magistrados que o julgaram.
Foi, durante todo o tempo, um julgamento parcial, uma farsa patética que, mesmo levando meses para se chegar ao veredicto, seu resultado já era conhecido como nos “julgamentos” dos tribunais revolucionários em que a condenação precede o julgamento. Como nos tempos de Stalin; como nos tempos dos fuzilamentos em Cuba por Fidel e Guevara; como na China Comunista, no Vietnã, na Coréia do Norte e no Irã, com a única diferença de que levou anos para ser concluído.
Na ocasião em que foi preso, uma testemunha de acusação, Julio Jorge Enmed, que também estava preso por crimes políticos, foi subornado pela CONADEP para depor falsamente que o Pe. Von Wernich participou de tortura e seqüestro de presos-políticos, em troca de sua liberdade como réu comum, uma quantia em dólares e exílio em outro país. Como a promessa não foi cumprida, Enmed retratou-se em juízo contando todo o fato mas este seu depoimento foi retirado do processo; coincidentemente depois desta retratação, Julio Jorge Enmed morre em um “atropelamento de carro” e com ele seu testemunho de que mentira sobre as acusações feitas ao Pe. Von Wernich.
Como se tudo isto já não fosse criminoso demais, durante as audiências que começaram em maio deste ano, o juiz que conduzia o caso proibiu a entrada da Srª Cecilia Pando, (esposa do Major Mercado) na sala de audiências porque ela vestia uma blusa com a foto de um militar assassinado pelos terroristas ERP/Montoneros, por EXIGÊNCIA da bruxa comunista Hebe de Bonafini que considerou isto como “uma afronta”. Entretanto, este mesmo juiz permitiu, durante todos os meses em que durou o martírio do julgamento do Pe Christian, a presença no mesmo recinto das comunistas agremiações “Mães” e “Avós da Praça de Maio” que afrontavam os presentes com aqueles ridículos panos brancos na cabeça, com cartazes pedindo a condenação de todos os “terroristas de Estado” e gritando palavras atentatórias ao Pe. Von Wernich.
Durante todo este calvário o Pe. Christian só contou com o apoio dos grupos de Militares e familiares das vítimas do terrorismo. O chefe do Exército, Gen Roberto Bendini, declarou ao final do julgamento que “hoje, ‘somente’ através da Justiça pode-se iniciar um caminho que leve algum dia os argentinos à reconciliação nacional”, numa clara alusão à sua satisfação com o veredicto, sendo ele reconhecidamente de esquerda e bajulador de Kirchner.
De todas as punhaladas e pedradas que recebeu, entretanto, a mais traiçoeira e mortal veio da própria Igreja Católica, através do Comunicado da Comissão Nacional de Justiça e Paz que em nenhum momento abriu sua boca ou fez pronunciamentos para defender o Padre Von Werniche que só agora, depois de sua condenação perpétua, emite uma nota repugnante acreditando na “justiça” feita aos “jovens idealistas”. As vítimas e familiares desses terroristas que vão se danar, junto com o Padre Christian! Reproduzo abaixo a nota para que se perceba que também lá há duas igrejas: uma de Cristo e outra de Marx. É a esta que pertence a tal “Comissão de Justiça e Paz”.
“Ante o veredicto do tribunal que julgou o sacerdote Von Wernich, a Comissão Nacional de Justiça e Paz quer manifestar sua dor e seu pesar por todas aquelas ações diretas, em colaboração ou cumplicidade, que alguns integrantes da Igreja Católica puderam levar a cabo e que possibilitaram o seqüestro, a tortura e o desaparecimento de pessoas durante uma ditadura militar no país.
Queremos expresar nossa solidariedade com todas as vítimas desse período de nossa história e esperamos que a ação da justiça possa atuar como reparação e consolo para os sobreviventes, seus familiares e a de todos os desaparecidos.
E em nosso compromisso com o presente e olhando para o futuro para afiançar um espaço de amizade e diálogo entre os argentinos, que permita nos converter ‘de habitantes a cidadãos’, queremos afirmar que a violência, em qualquer de suas expressões, não é cristã nem evangélica e muito menos se não respeita os seres humanos e seus direitos elementares.
Que frente ao imperativo de que a justiça busque a verdade sobre o passado, o desafio de projetar uma nação sem excluídos nos ajude a encontrar os caminhos de encontro e reconciliação que tornem possível na justiça e na paz, a construção de uma pátria de irmãos.
Comissão Nacional de Justiça e Paz”.
A indignação com esta nota foi tão absurdamente grande, que amigos do Padre Christian Von Wernich disponibilizaram os e-mails dos bispos do Arcebispado 9 de Julho e eu os indico aqui também, porque esses servidores de Satanás foram piores do que Pilatos, uma vez que duante o julgamento entregaram seu servidor à própria sorte e no final, ainda se regozijaram com o infortúnio da vítima, pranteando os seus algozes. Segue abaixo os nomes, e-mails e telefones para quem quiser se dirigir a esta malta de INIMIGOS de Cristo:
arzobispado@arzbaires.org.ar – telefone: 4-343-0812;
Arcebispado de 9 de Julho – Monsenhor Marín de Elizalde - obispado@morea.dataco23.com.ar – Fone: 02317-42262.
Uma das cartas visivelmente indignadas foi a do Ten Cel Emilio Nani, herói da Guerra das Malvinas e do ataque ao Quartel La Tablada onde foi gravemente ferido e perdeu um olho (na foto com o tapa-olho), a qual reproduzo abaixo pois é de todas a mais contundente e reveladora. Quero, todavia, disponibilizar aqui o endereço do blog do Padre Christian e seu e-mail, onde vocês podem deixar uma mensagem de apoio. Em caso de enviar mensagem por e-mail, solicito que o façam em letras grandes porque ele tem dificuldades de vista. No blog você terão acesso à mensagem que ele escreveu após o veredicto que eu ia reproduzir e que muito me emocionou, mas preferi dar ênfase à do Cel Nani que me chegou depois e não está acessivel noutra publicação.
Antes de encerrar meus comentários, completamente consternada com esta injusta condenação, lembro dos dois últimos versículos das “Bem-Aventuranças” (ou Sermão da Montanha) que deve estar sempre presente em nosso espírito, de cada um de nós que, por Cristo, lutamos contra o demônio do comunismo:
“Bem-aventurados sereis vós, quando vos insultarem e perseguirem,
e mentindo disserem todo gênero de calúnias contra vós, por minha causa.
Exultai e alegrai-vos! Porque será grande a vossa recompensa no Reino dos Céus!”
É isto que direi ao Padre Christian Federico Von Wernich. Anotem: http://www.padrevonwernich.blogspot.com e christianvonwernich@gmail.com. Fiquem com Deus e até a próxima!
****
Senhor,
Bispo de 9 de Julho
Mons. Martín de Elizalde
De minha maior consideração:
Com estupor li no diário “Clarín” do dia 10, que uma nova iniqüidade se estaria por cometer com o Reverendo Padre Christian Von Wernich, desta vez pela mão da hierarquia eclesiástica, que longe de demonstrar a grandeza inspirada em Nosso Senhor Jesus Cristo, se somaria à chusma sedenta de sangue e repleta de ódios, rancores e sede de revachismo.
Fazer eco a um veredicto de um tribunal popular disfarçado de justiça, pelo qual desfilaram mendazes testemunhas aos que se lhes deu crédito de veracidade em suas repugnantes declarações, não faria mais do que convalidar o quão afastados estão os bispos da grei católica e o quão próximos se encontram de seus inimigos.
Expliquem-me o por quê de resposta tão veloz quando guardaram ominoso silêncio ante os crimes do padre Antonio Puigjané, contra o qual não só não se tomou nenhuma medida, como o cobiçaram e protegeram.
Expliquem-me o silêncio ante os crimes cometidos pelas organizações terroristas, como por exemplo os do Exército Montonero – do qual o padre Adur foi seu capelão - , ou as cumplicidades – entre outros – dos padres Mujica, Vernazza, Carbone, Capitanio, Cuberly, os irmãos Dri, os chamados padres palotinos, as monjas francesas, ou dos bispos Hesaynne, Novak e de Nevares, apenas para mencionar uns poucos, que não só convalidaram as mais de 20.000 ações perpetradas por elas na década de 70 (assassinatos seletivos, seqüestros, atentados com bombas, subjugação de cidades, unidades militares e delegacias, etc.), ao não emitir jamais a menor condenação e se foram severos críticos das ações das FFAA, em cumprimento de claras ordens governamentais.
Monsenhor, eu jamais senti ódios, apesar de ter sobejos motivos para isso: no ano de 1977 tentaram seqüestrar minha filha mais velha quando tinha apenas 5 anos de idade – coisa que jamais se apagou de sua mente - ; durante os anos 70 minha família foi vítima de graves ameaças e, como broche de ouro, em 23 de janeiro de 1989, durante a recuperação do Quartel de La Tablada atacado pela organização terrorista Movimiento Todos por la Patria, conduzida, entre outros, pelo padre Puigjané, estive a ponto de perder a vida ao ser gravemente ferido. Não satisfeitos com isso, estes “jovens idealistas” conduzidos por essa caricatura de sacerdote, não vacilaram em voltar a ameaçar minha família aproveitando-se das circunstâncias de encontrar-me internado em UTI. Hoje, como conseqüência das condutas ambíguas (ou talvez não tão ambíguas) de uma sociedade hipócrita – da qual o clero faz parte –, tenho o temor de começar a ter sentimentos que não quero albergar em meu espírito.
Depois dessas vivências, com tristeza e consternação, vejo que depois de tantos anos de silêncio os bispos decidiram rompê-lo, porém não para exigir a Verdade, como pediu o Cardeal Bergoglio, mas para referendar a mentira.
Ao proceder desta maneira, não farão mais do que agregar mais ressentimento ao que, desde 25 de maio de 2003, se veio fomentando desde os mais altos níveis dos poderes do Estado.
Que espécie de bispos são que, para reconciliar-se com a chusma terrorista que atacou a sociedade argentina, não vacilam em somar-se aos ataques contra os que a defenderam?
O que os faz converter-se em seres especuladores e complacentes que, para disfarçar os encargos de supostas cumplicidades com os que cumpriram com o sagrado dever de defender a Pátria, há mais de 30 anos, não duvidam um instante em aduzir ou demonstrar coincidências ideológicas com os que a atacaram?
Em que se converteram que não vacilam em agradar os terroristas enquistado nos poderes do Estado?
Que confiança podemos ter nesta categoria de pastores que têm um discurso diferente para cada circunstância?
Se o Sr. é capaz de dar respostas a estas perguntas, as receberei com muito gosto.
Creio que chegou o momento de definir de que lado estão, tirando definitivamente a máscara: se do lado dos que impulsionaram a agressão marxista e atacaram sistematicamente a Santa Igreja Católica Apostólica Romana ou do lado dos que jamais nos fastamos dela.
Atenciosamente,
Emilio Guillermo Nani
Tenente Coronel (R)
Veterano de Guerra
RIO DE JANEIRO, RJ
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"Árdua é a missão de desenvolver e defender a Amazônia. Muito mais difícil, porém, foi a de nossos antepassados em conquistá-la e mantê-la. "Gen R. Octávio
Quem ocupa um cargo publico e faz apologia à IMPUNIDADE não respeita o cargo nem a si próprio, logo não merece respeito e NO MÍNIMO deve ser sempre apupado. Como aos vendilhões não interessa nenhuma mudança estas devem partir da população para fechar as fontes de recursos da corrupção. A união e o clamor uníssono dos brasileiros decentes para que sejam fustigados com a Lei é a melhor arma contra a sanha destruidora dos vendilhões da Patria!
ANTÍDOTO CONTRA ENVENENAMENTO DO SEU CÃO (OU GATO)
Quando houver suspeita, dar água morna salgada ou água oxigenada 10 vol (uma colher de sopa) que, em contato com o estomago, vira água morna salgada e faz o animal vomitar.
Em seguida, dar ATROVERAN (1 gota por kg de peso de 6 em 6 horas), é o melhor antídoto para venenos do tipo 1080 e chumbinho.
Vendilhões incompetentes e cínicos não podem banalizar as instituições e levar a nação ao caos. Ser eleito não dá a NINGUEM o direito de esbulhar a lei e a moral. E uma vergonha nacional a cizânia pregada pelos neo-iluministas-petistas totalitários “Pode-se enganar a muitos por algum tempo; Pode-se mesmo enganar alguns por muito tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” Abraham Lincoln
"Iustitia est constans et perpetua voluntas ius suum cuique tribuendi. Iuris praecepta haec sunt: honeste vivere, alterum non laedere, suum cuique tribuere".