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Agradeço as oportunas e coerentes intervenções dos comentaristas criticando o proselitismo irresponsável do globoritarismo apoiado pela mídia amestrada banalizando as Instituições e o Poder do Estado para a pratica sistemática de crimes. Os brasileiros de bem que pensam com suas próprias cabeças ja constataram que vivemos uma crise moral sem paralelo na historia que esgarça as Instituições pois os governantes não se posicionam na defesa da Lei e das Instituições gerando uma temerária INSEGURANÇA JURÍDICA. É DEVER de todo brasileiro de bem não se calar e bradar Levanta Brasil! Cidadania-Soberania-Moralidade

3.18.2015

O cinismo de Lula e sua quadrilha

CÍNICO

REPASSE, POR FAVOR
Uma pessoa que perde totalmente o senso de respeito.
Despudorado,   desavergonhado,   canastrão,   cabotino,   bicionista, 
impostor,  presumido,    canalha,   biltre,   cachorro,   cão,   choldra, 
    corja,   crápula,   desbriado,   gentalha,   ignóbil  indigno,
meliante,   miserável,   ordinário,          patife,   plebe.   Pulha, 
ralé,   sacripanta,         safardana,   vil.
Sujeito que debocha de uma situação ou de alguém de maneira velada e
demonstrando falta de bom senso.
O indivíduo sem escrúpulos, hipócrita, sarcástico, oportunista E MENTIROSO.
.Que tem pouco valor. Reles, ordinário. Mesquinho, miserável,
insignificante. Desprezível, infame.
TEM ALGUÉM CÍNICO NO BRASIL ATUAL?

PENSE
GRUPO  GUARARAPES  18 DE MARÇO 2015

3.16.2015

Junte-se a mim nesta petição!

Olá,

Eu acabei de assinar esta petição -- você não quer se juntar a mim?

Impeachment da Presidente Dilma
Para: Povo Brasileiro juntamente com o senado federal e câmara de deputados

Esta petição é muito importante e poderá fazer uso de nossa ajuda. Clique aqui para saber mais e assinar:
https://secure.avaaz.org/po/petition/Impeachment_da_Presidente_Dilma_1/?kVLGdeb

Muito obrigado,
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1.03.2015

Aln

Os estudantes e os intelectuais de classe média – e não as "amplas massas", que segundo a doutrina científica são o motor da revolução – representaram a grande fonte de militantes e quadros da Ação Libertadora Nacional e, ademais, de todas as outras organizações de luta armada.

Conrad Detrez, um jornalista colaborador da revista trotskista francesa Front, entrevistou Carlos Marighela em outubro de 1969, um mês antes de sua morte em São Paulo. A capa da edição mensal de novembro dessa revista teve que ser alterada devido à sua morte.

Carlos Marighela foi membro do Comitê Central do Partido Comunista Brasileiro e foi o fundador e principal dirigente da Ação Libertadora Nacional (ALN), a maior organização de luta armada atuante no Brasil no final dos anos 60 e início dos anos 70.

Joaquim da Câmara Ferreira ("Toledo") – que participou do seqüestro do embaixador dos EUA, no Rio, em setembro de 1969 - que viria a ser o novo comandante da ALN, foi surpreendido com a morte de Marighela em Paris, onde se encontrava, a caminho de Cuba, na casa de Aloysio Nunes Ferreira (atual senador, que foi Ministro da Justiça no governo de Fernando Henrique Cardoso nos anos de 2001 e 2002, e candidato à vice-presidência da República em 2014), juntamente com Conrad Detrez.

"Toledo" viria a ser morto em São Paulo um ano depois, em 23 de outubro de 1970, graças às informações precisas fornecidas por um militante da ALN, seu subordinado, cursado em Cuba: José da Silva Tavares ("Severino").

Pode ser dito que a entrevista de Carlos Marighela para o Front foi seu testamento político e guerrilheiro.

As principais questões tratadas nessa entrevista foram as seguintes:

Front – Por que iniciar pela guerrilha urbana?

Marighela – Na condição de ditadura em que se encontra o país, o trabalho de propaganda e de divulgação a priori só é possível nas cidades. Movimentos de massa, sobretudo os que foram organizados pelos estudantes, intelectuais, alguns grupos de militantes sindicalistas, criaram nas principais cidades do país um clima favorável para a acolhida de uma luta mais dura (ações armadas) (...) Os revolucionários conseguiram a cumplicidade da população. A imprensa clandestina avança. As emissões piratas são recebidas favoravelmente. A cidade reúne, pois, as condições objetivas e subjetivas requeridas para que se possa desencadear com êxito a guerrilha (...) A guerrilha rural deve ser posterior à guerrilha urbana, cujo papel é eminentemente tático.

Front – Como imagina a continuação da guerrilha urbana?

Marighela – Pode-se fazer uma enormidade de coisas: seqüestrar, dinamitar, abater os chefes de polícia, em particular os que torturaram ou assassinaram nossos camaradas; depois continuar expropriando armas e dinheiro. Desejamos que o Exército adquira armamento moderno e eficaz; nós o tiraremos dele. Já posso anunciar que raptaremos outras personalidades importantes e por objetivos de maior envergadura do que libertar 15 presos políticos, como aconteceu com o seqüestro do embaixador norte-americano.

Front – Algumas simpatias em particular?

Marighela – Estive na China em 53-54, o partido (PCB) que me enviou (...) Na China estudei muito a revolução. Mas, falando de inspiração, a nossa vem especialmente de Cuba e do Vietnã. A experiência cubana, para mim, foi determinante, sobretudo no que diz respeito a um pequeno grupo inicial de combatentes.

Front – A guerrilha rural surgirá simultaneamente em vários pontos do país?

Marighela – Atacaremos grandes latifundiários brasileiros e também americanos. Seqüestraremos e executaremos os que exploram e perseguem os camponeses. Tiraremos gado e víveres das grandes fazendas para dar aos camponeses. Desorganizaremos a economia rural, porém não defenderemos nenhuma zona, nenhum território, nada disso. Defender é terminar sendo vencido. É necessário que sempre, em todas as partes, como na guerrilha urbana, tenhamos a iniciativa. A ofensiva é a vitória.

Front – Você é contra as idéias de Regis Debray?

Marighela – Algumas idéias me foram úteis; quanto às do foco insurrecional, estou em desacordo.

Front – Sua estratégia para o Brasil se insere dentro de uma estratégia revolucionária continental?

Marighela – Sem dúvida, uma vez que temos que responder ao plano do imperialismo norte-americano com um plano global latino-americano. Nós estamos ligados à OLAS (Organização Latino-Americana de Solidariedade) (nota: organização criada em Cuba em janeiro de 1966) bem como a outras organizações revolucionárias do continente e, em particular, às que nos países vizinhos lutam com a mesma perspectiva que nós. É, enfim, um dever para com Cuba; libertá-la do cerco imperialista ou aliviar seu peso, combatendo-o externamente em todas as partes. A revolução cubana é a vanguarda da revolução latino-americana; esta vanguarda deve sobreviver.

Essa entrevista foi intermediada pelos frades dominicanos e realizada no Convento das Perdizes, em São Paulo. Os mesmos dominicanos que no mês seguinte, novembro , entregariam Marighela à polícia.

A partir da morte de Marighela, o Serviço de Inteligência Cubano, através de Manuel Piñero Losada, passou a centralizar e controlar diretamente os preparativos para a retomada da luta. Uma intervenção radical na estrutura da organização foi efetuada e foi o seguinte o diagnóstico cubano sobre a derrota: O processo foi acelerado sem a menor infraestrutura e condição política e militar. Tudo tinha sido feito de maneira equivocada, com métodos empíricos.

Passaram a disputar o espólio de Marighela, Clara Charf (em Cuba; codinome "Claudia"), sua mulher, Zilda Paula Xavier Pereira (em Paris; "uma coroa analfabeta de codinome "Carmen" que graças a esquemas familiares queria dominar a ALN", segundo definição de um militante), que além dela própria tinha três filhos e o marido na ALN, e Joaquim Câmara Ferreira (em Cuba).

Não custaram a chegar à conclusão que a ALN estava estilhaçada e a discussão passou a girar em torno de frear a luta armada, reconstruir a rede logística, fazer trabalho de massa e de base e retomar a atividade dentro das fábricas e, finalmente, uma acusação que incomodou a todos: o grande responsável pela tragédia havia sido Manuel Piñero Losada, pois sua postura e influência nas mudanças que ocorreram nas intenções iniciais da Organização haviam sido maléficas. A luta armada é uma conseqüência da luta de classes e os cubanos confundem luta de classes com guerra de classes. A ALN era apenas um foco e o braço da revolução cubana no Brasil e, como Organização, nasceu em Cuba.

A Organização inteira no Brasil estava na cadeia e não havia estrutura para receber os companheiros que estavam em Cuba, concluindo o treinamento, destinados a conformar umacoluna móvel na área rural. As avaliações eram frustrantes. No entanto, o alinhamento da militância paulista e a decisão do contingente já preparado para a guerrilha rural no Norte do Brasil de se colocar ao lado de "Toledo" na retomada da luta, assegurou seu predomínio como novo comandante.

Após a morte de "Toledo", que foi sucedido por Carlos Eugênio Sarmento Coelho da Paz ("Clemente"), como se não bastasse assaltar padarias, trocadores de ônibus e armazéns para sobreviver, irrompeu a loucura interna que deu origem ao justiçamento de Marcio Leite Toledo, também treinado em Cuba, em 24 de março de 1971. Marcio foi assassinado com uma rajada de metralhadora por quatro de seus companheiros, inclusive o então comandante da ALN que havia sucedido "Toledo": Carlos Eugênio Sarmento Coelho da Paz ("Clemente"). Seu crime: falar em voz alta o que diversos companheiros pensavam e ter escrito um documento político assinalando erros. Foi acusado de "vacilação diante do inimigo". Segundo o panfleto deixado sobre seu corpo, na rua Caçapava, em São Paulo, "uma Organização revolucionária, em guerra declarada, não pode permitir a quem tenha uma série de informações como as que possuía, vacilações dessa espécie".

O desvario e a inconseqüência em que a ALN estava mergulhada em 1971 tem um exemplo funesto: num assalto a banco, no bairro da Lapa, São Paulo, o militante Ari Rocha Miranda, 22 anos, foi ferido mortalmente por um companheiro seu. Seu corpo foi transportado dentro de um fusca e enterrado em um local ermo, em Itapecerica da Serra, à beira de uma estrada secundária. O corpo está lá até hoje, pois ninguém jamais o reclamou.

No entanto, o certo é que todas as crises surgidas na esteira da morte de Marighela já existiam. A principal delas era a ingerência dos cubanos no processo e na condução da revolução brasileira. Houve sempre uma discordância dentro da ALN: a querela entre a guerrilha rural e urbana. Os cubanos queriam a opção rural e haviam preparado os contingentes guerrilheiros para isso. Todavia, alguns militantes do Rio de Janeiro e Minas Gerais, bem como alguns militantes nordestinos, queriam a luta urbana, à lá tupamaros.

Carlos Eugênio Sarmento Coelho da Paz ("Clemente")deixou o Brasil, para o Chile, em dezembro de 1972 e chegou a Havana no ano seguinte, onde recebeu um curso de Estado-Maior ministrado pelo general Arnaldo Ochoa Sanchez. Concluído o curso e pronto para regressar ao Brasil, "Clemente" desertou, abandonou seus comandados e passou a viver em Paris até a decretação da anistia, em 1979.

A maioria dos militantes da ALN que se encontravam em Cuba ou exilados em outros países, ao final de intermináveis discussões, os contornos de um retrato político inquietante começaram a aparecer: a perspectiva de vitória nunca existiu e a luz que avistavam no fim do túnel assusta: o caminho justo era a volta ao PCB, a grande família, e o abandono definitivo de qualquer propósito de luta armada. Ou seja, uma traição ao caminho traçado por Marighela.

Durante os cinco anos de existência da ALN, a maior organização guerrilheira durante a luta armada, foram estes os números da derrota: 884 presos e condenados a penas de 6 meses a 10 anos, 64 mortos e cerca de 2 mil pessoas indiciadas em inquéritos. Isso é uma prova de que os aparatos de repressão são iguais em todos os países. Elefantes brancos que demoram a mexer-se, mas quando o fazem, destroem o que encontram pela frente.

Esse foi o princípio do fim. Os 28 militantes que se encontravam em Cuba que abandonaram a ALN e criaram o Movimento de Libertação Popular (MOLIPO), a última tentativa do setor internacionalista do Partido Comunista Cubano, especificamente o Departamento América, de manter a atividade revolucionária na América Latina, ao voltarem para o Brasil foram todos mortos, com a exceção do "Comandante Daniel" (José Dirceu de Oliveira e Silva), um dos quadros escolhidos para essa missão, e três outros, que desertaram no caminho de volta.

José Dirceu, em Cuba, foi apresentado por Alfredo Guevara (Alfredo Guevara Valdés, um homossexual que em meados dos anos 80 foi embaixador de Cuba junto à ONU) ao Ministro da Defesa Raúl Castro, durante uma solenidade. A partir daí teve início a relação político e militar entre os dois. José Dirceu teve o acesso franqueado por Raúl Castro a documentos importantes sobre estratégia militar, Inteligência e Contra-Inteligência e segurança militar. Finalmente, fez um curso de Estado-Maior que o tornou especialista em questões militares e lhe outorgou o grau de "Comandante"-"Comandante Daniel"-. Foi essa especialização e mais o treinamento militar que o tornou habilitado, segundo os internacionalistas cubanos, a viabilizar a entrada no Brasil do contingente guerrilheiro que retomaria a luta armada. Foi ele, em Havana, o planejador do dispositivo político-militar que dentro do Brasil receberia o grupo dos 28, cuja média de idade variava de 22 a 24 anos. Isso em 1971. Esse foi o último comboio.

Essa história, no entanto, está para ser contada.

Bibliografia: "A Revolução Impossível", Luis Mir, editora Best Seller, 1994.





Carlos I. S. Azambuja é Historiador.

9.28.2014

Do Exercito de Caxias não virão desculpas a terroristas


Dias atrás, os jornais publicaram, com estardalhaço, entrevista do Ministro da Defesa na qual afirma que, respondendo ofício da Comissão Nacional da Verdade (CNV), "... reconhece que o ordenamento normativo reconheceu a responsabilidade do Estado pela morte e desaparecimento de pessoas durante o Regime Militar, bem como pelos atos de exceção praticados no período de 18 de setembro de 1946 a 05 de outubro de 1988". Aduz, ainda, que "... o Estado Brasileiro, do qual o Ministério da Defesa faz parte, por meio das autoridades legalmente constituídas para esse fim, já reconheceu a existência das lamentáveis violações de direitos humanos ocorridas no passado e assumiu sua responsabilidade pelo cometimento desses atos."

Tal posição é coerente com o viés ideológico do Ministro, demonstrado em sua vida pública nos idos de 60 e 70 e, após esses anos, aliado e servidor incondicional do atual governo e concorde com os objetivos revanchistas da Comissão, impropriamente adjetivada como a Comissão da Verdade: Institucionalização da tortura como Política de Estado durante os governos militares, revogação da Lei da Anistia, punição para os militares que combateram a subversão comunista armada e um pedido de desculpas pelas FFAA à Nação.

Os comandantes militares, seus subordinados diretos, em recentes ofícios à CNV, negaram qualquer existência de violações de direitos humanos havidas em unidades militares, descaracterizando qualquer possibilidade da institucionalização de tais violações como uma Política de Estado à época dos governos militares, uma realidade irreparável.

Entretanto, por mais que a Comissão de Mortos e Desaparecidos Políticos, criada em 1995, a Comissão de Anistia, criada em 2002 e a Comissão da Verdade, todas governamentais e vergonhosamente não isentas, queiram, bem como os subversivos de antanho, seus parentes e simpatizantes, como os procuradores e juízes adeptos da Justiça de Transição, lançando mão dos mais escabrosos artifícios jurídicos, inclusive burlando a própria legislação a respeito, nenhum dos objetivos acima citados será atingido a não ser que o Estado Democrático de Direito seja ferido de morte, aja um novo confronto armado e as Forças Armadas se submetam às milícias populares cultivadas pelo PT e seus dirigentes e ex-dirigentes, alguns já condenados e presos, canalhas da pior espécie como sói acontecer com o seu líder maior, o apedeuta Lula.

Em relação ao pedido de desculpas pelas Forças Armadas à Nação, como fazê-lo se os militares nos idos de 64 a 84, ao mesmo tempo em que desenvolveram o País, levando–o da 57 a à 8 a economia do mundo, impediram que tresloucados e fanáticos comunistas, pela força das armas (inclui-se a atual Presidente da República e alguns de seus auxiliares imediatos, responsáveis por atentados terroristas, sequestros, assaltos, roubos e assassinatos), impusessem à Nação uma ditadura do proletariado? Similares ditaduras, implantadas em outros países, mataram mais de 80 milhões de seres humanos, um dos maiores genocídios que a humanidade já conheceu. Desculpas? Jamais!!!

Enfatizando, a maior parte da Nação reconhece, com gratidão, a atuação das FFAA, mostrando-as como a Instituição de maior credibilidade e confiabilidade em todas as pesquisas de opinião, realizadas nos últimos anos. Desculpas à Nação devem os ex-guerrilheiros comunistas, hoje no governo, levando o País ladeira abaixo e, novamente, objetivando a implantação de um governo "socialista-bolivariano', aliado à escória marxista mundial.

Quanto à alteração ou revogação da lei da Anistia e à punição de velhos militares combatentes da subversão, baseado no que afirmam juristas reconhecidos, podemos afirmar que, mantido o Estado Democrático de Direito, tal fato não ocorrerá, pois, a Lei da Anistia foi considerada constitucional pelo Supremo Tribunal Federal, não tendo mais, este Tribunal, competência para modificá-Ia, como pretendem os membros da indigitada CV, moleques de recado ideológicos do atuais governantes. "Somente o Congresso Nacional, em nome do povo, pode alterar ou revogar dispositivo de lei, consoante mandamento constitucional. Entretanto, se isso acontecer, a nova lei jamais poderá retroagir para atingir fatos anteriores, pois, temos uma democracia, protegida pela Constituição. A não ser que se implante desde já um regime totalitário, desprezando-se todo o arcabouço jurídico, formatado na legislação em vigor. Ai, sim, tudo é possível, até mesmo a condenação à pena de morte e prisão perpétua, como soia acontecer nos países "socialistas" que tinham a ideologia comunista como norte."

Toda e qualquer pretensão em punir legalmente os agentes do governo, o que certamente irá constar do relatório dessa desmoralizada comissão, que não tem nenhum compromisso com a verdade, não encontrará respaldo na legislação penal brasileira e sequer em tratados e convenções internacionais, "simplesmente porque todos os delitos anteriormente praticados, de parte a parte, foram alcançados pelo instituto da prescrição penal, face ao disposto no Artigo 109 do CP."


O crime de tortura sequer era tipificado na lei substantiva penal o que somente veio acontecer com o advento da Lei 9.455/97, com amparo na atual CF. Não se pode falar "em imprescritibilidade para pseudas torturas acontecidas naquela época, diante da atipicidade delitiva que se tenta impor ao agente, associado ao fato de que a Carta Magna não prevê imprescritibilidade para o crime em foco, somente descrita na lei acima citada, que passou a vigorar a partir de então."


Também, "não se pode invocar tratados e convenções internacionais que versem sobre o assunto, muitos dos quais sequer ainda foram ratificados pelo Brasil, mormente porque não tem o condão de modificar cláusulas pétreas. Embora adentre no ordenamento jurídico brasileiro como norma supra legal, isto é, estão acima das normas infraconstitucionais no que nelas colidirem, mas abaixo dos comandos constitucionais, principalmente no tocante as cláusulas pétreas antes citadas. Além do mais, é vedado a tais ordenamentos legislarem sobre matéria penal. Esta é da competência exclusiva da União e não pode ser delegada, tampouco nivelada a organismos internacionais."


Desculpas, revogação da lei da anistia, punições para velhos combatentes, institucionalização da tortura? Jamais!!!!!


Marco Antonio Felício da Silva é General de Divisão na reserva

Do Exercito de Caxias não virão desculpas a guerrilheiros

Generais-de-Exército, antigos integrantes do Alto Comando do Exército e antigos Comandantes de Grandes Unidades situadas em todo o território nacional, abominamos peremptoriamente a recente declaração do Sr. Ministro da Defesa à Comissão Nacional da Verdade de que as Forças Armadas aprovaram e praticaram atos que violaram direitos humanos no período militar. Nós, que vivemos integralmente este período, jamais aprovamos qualquer ofensa à dignidade humana, bem como quaisquer casos pontuais que, eventualmente surgiram. Vivíamos uma época de conflitos fratricidas, na qual erros foram cometidos pelos dois lados. Os embates não foram iniciados por nós, pois não os desejávamos. E, não devemos nos esquecer do atentado no aeroporto de Guararapes.

A credibilidade dessa comissão vai gradativamente se esgotando pelos inúmeros casos que não consegue solucionar, tornando-se não somente um verdadeiro órgão depreciativo das Forças Armadas, em particular do Exército, como um portal aberto para milhares de indenizações e "bolsas ditadura", que continuarão a ser pagas pelo erário público, ou seja, pelo povo brasileiro. Falsidades, meias verdades, ações coercitivas e pressões de toda ordem são observadas a miúdo, e agora, demodo surpreendente, acusam as Forças Armadas de não colaborarem nas investigações que, em sua maioria, surgem de testemunhas inidôneas e de alguns grupos, cuja ideologia é declaradamente contrária aos princípios que norteiam as nossas instituições militares.

A Lei da Anistia - ratificada em decisão do Supremo Tribunal Federal e em plena vigência - tem, desde a sua promulgação, amparado os dois lados conflitantes. A Comissão Nacional da Verdade, entretanto, insiste em não considerar esse amparo legal. O lado dos defensores do Estado brasileiro foi totalmente apagado. Só existem criminosos e torturadores. Por outro lado, a comissão criou uma grei constituída de guerrilheiros, assaltantes, sequestradores e assassinos, como se fossem heroicos defensores de uma "democracia" que, comprovadamente, não constava dos ideais da luta armada, e que, até o presente, eles mesmos não conseguiram bem definir. Seria uma democracia cubana, albanesa ou maoísta? Ou, talvez, uma mais moderna como as bolivarianas?

Sempre que pode a Comissão Nacional da Verdade açula as Forças Armadas, exigindo que elas peçam desculpas. Assim, militares inativos, por poderem se pronunciar a respeito de questões políticas, têm justos motivos para replicarem com denodada firmeza, e um deles é para que não vigore o famoso aforismo "Quem cala consente!". Hoje, muitos "verdadeiros democratas" atuam em vários níveis de governo, e colocam-se como arautos de um regime que, paulatinamente, vai ferindo Princípios Fundamentais de nossa Constituição. O que nós, militares fizemos foi defender o Estado brasileiro de organizações que desejavam implantar regimes espúrios em nosso país. Temos orgulho do passado e do presente de nossas Forças Armadas. Se houver pedido de desculpas será por parte do ministro.


Do Exército de Caxias não virão! Nós sempre externaremos a nossa convicção de que salvamos o Brasil!


GENERAIS-DE-EXÉRCITO SIGNATÁRIOS

Leônidas Pires Gonçalves; Zenildo de Lucena; Rubens Bayma Denys, José Enaldo Rodrigues de Siqueira; José Luiz Lopes da Silva; Valdésio Guilherme de Figueiredo; Raymundo Nonato Cerqueira Filho; Pedro Luis de Araújo Braga; Antônio de Araújo Medeiros; Frederico Faria Sodré de Castro; Luiz Gonzaga Schoroeder Lessa; Gilberto Barbosa de Figueiredo; Rômulo Bini Pereira; Claudio Barbosa de Figueiredo; Domingos Carlos de Campos Curado; Ivan de Mendonça Bastos; Paulo Cesar de Castro; Luiz Edmundo Maia de Carvalho; Luiz Cesário da Silveira Filho; Carlos Alberto Pinto e Silva; José Benedito de Barros Moreira; Maynard Marques Santa Rosa; Rui Alves Catão; Augusto Heleno Ribeiro Pereira; Rui Monarca da Silveira; Américo Salvador de oliveira; e Gilberto Barbosa Arantes.

9.03.2014

Voto nulo


Veja o que acontece caso você vote em branco ou anule o seu voto. Ajude a divulgar entre as pessoas que, desiludidas com a política, pretendem agir dessa forma.
 
Quem ganha com o voto nulo 

BRASÍLIA - Votar nulo é uma opção defendida por vários grupos de protesto que emergiram desde junho de 2013. 
Cartazes com a inscrição "não me representa" sintetizam esse desejo difuso de muitos brasileiros. 
Durante a ditadura militar, algumas tendências trotskistas recomendavam votar nulo. Rejeitavam as duas únicas 
legendas legalizadas à época --a Arena (governista) e o MDB (oposição emasculada e consentida). 
Quem opta pelo voto nulo certamente dá um recado aos políticos. Mas suspeito que alguns não conheçam o
impacto completo desse ato. 
Para começar, nem protestar de verdade é mais possível. Na era do papel, muita gente votou no rinoceronte
Cacareco, no macaco Tião ou simplesmente escreveu um palavrão. 
Agora, com a urna eletrônica, a única saída é digitar um número que não esteja atribuído a nenhum candidato e 
confirmar o voto --que resulta nulo. Uma ação mais rápida e com efeito idêntico é o voto em branco, para o qual há uma 
tecla específica. 
Mas quem se beneficia, de fato, dos votos brancos ou nulos? Simples: os candidatos que estão à frente nas
preferências do eleitor e próximos de vencer no primeiro turno.
 

Para facilitar, considere um eleitorado de 100 milhões. Ganha a Presidência quem tiver, pelo menos, 50 milhões 
mais um dos votos
. Só que, se 20 milhões forem brancos ou nulos, asoma dos votos válidos cai para 80 milhões ""e 
vencerá no primeiro turno o político que receber, pelo menos, 40 milhões mais um dos apoios
Ou seja, quanto mais votos nulos, menos apoios são necessários para alguém vencer no primeiro turno. 
Hoje, quem se beneficia do voto nulo é Dilma Rousseff (PT) na corrida presidencial. Em São Paulo, na disputa de 
governador, ganha Geraldo Alckmin (PSDB). A petista e o tucano lideram as pesquisas eleitorais. 
Tudo considerado, ao votar nulo o eleitor pode, de maneira inadvertida, sem querer, eleger um político contra o 
qual talvez desejasse protestar.
 
MG 

8.28.2014

Hospital Oftalmologico

IMPORTANTE repassar. É bem curto e pode beneficiar alguém.
HOSPITAL OFTALMOLÓGICO -
O jornal da rede globo mostrou uma reportagem sobre o hospital dos  olhos de Sorocaba.Esse hospital é sem fins lucrativos.
Ele é conveniado com o SUS, e tem capacidade para realizar cerca de 300 (trezentos) transplantes de córneas por mês, pois há um estoque de córneas suficiente para a realização dos mesmos.
Entretanto, esse hospital está realizando somente cerca de 120 (cento e vinte) transplantes por mês, devido a falta de pacientes. As córneas não utilizadas estão sendo jogadas fora por passarem do tempo de utilização e validade!
Repassando de mão em mão este e-mail poderá cair na mão de alguém que conheça uma pessoa que está a espera de córneas. Ela pode entrar em contato com o Hospital Oftalmológico de Sorocaba - SP e se curar!

TELEFONES:
(15) 3212-7009 > (15) 3212-7009
(15) 3212-7009 > (15) 3212-7009
(15) 3212-7009 > (15) 3212-7009
(15) 3212-7009 > (15) 3212-7009
(15) 3212-7009 > (15) 3212-7009
(15) 3212-7009 > (15) 3212-7009
(15) 3212-7009 > (15) 3212-7009
- DE 2ª A 6ª FEIRA

Atenciosamente,

Dr. Eduardo Bezerra - médico.    POR FAVOR, REPASSEM ESTE E-MAIL. VOCÊ
PODE NÃO ESTAR PRECISANDO, MAS
SEMPRE HÁ ALGUÉM NECESSITANDO.

8.25.2014

Dia do soldado


De: MG
Enviada em: ‎25/‎08/‎2014 19:27
Para: mgfides@gmail.com
Assunto: Dia do soldado

DIA DO SOLDADO - SALVE O DUQUE DE CAXIAS- VIVA O EXÉRCITO BRASILEIRO
BATALHA DE ITORORÓ - Narra o General Dionísio Cerqueira participante daquele combate como alferes: "...Passou pela nossa frente o velho general em chefe (…) que parecia ter recuperado a energia e o fogo dos vinte anos. (…) Perfilamo-nos como se uma centelha elétrica tivesse passado por todos nós. (…) O batalhão mexia-se agitado e atraído pela nobre figura, que abaixou a espada em ligeira saudação a seus soldados. O comandante deu a voz firme: "Sigam-me os que forem brasileiros!" Seu brado passou à História. Daí a pouco, o maior dos nossos generais arrojava-se impávido sobre a ponte, acompanhado dos batalhões galvanizados pela irradiação da sua glória...". Caxias organizou o Exército Brasileiro, fez-se político, governou províncias e o próprio Brasil, pois foi Presidente do Conselho de Ministros por três vezes. O saudoso e venerando jornalista Barbosa Lima Sobrinho o cognomina de "O Patrono da Anistia" e o povo brasileiro, em espontânea consagração, popularizou o vocábulo "caxias", com o qual são apelidados os que cumprem, irrestritamente, os seus deveres. O inesquecível sociólogo Gilberto Freyre, no reconhecimento das excelsas virtudes do Duque de Caxias, assim se expressou: "Caxiismo não é conjunto de virtudes apenas militares, mas de virtudes cívicas, comuns a militares e civis. Os "caxias" devem ser tanto paisanos como militares. O caxiismo deveria ser aprendido tanto nas escolas civis quanto nas militares. É o Brasil inteiro que precisa dele"...