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Agradeço as oportunas e coerentes intervenções dos comentaristas criticando o proselitismo irresponsável do globoritarismo apoiado pela mídia amestrada banalizando as Instituições e o Poder do Estado para a pratica sistemática de crimes. Os brasileiros de bem que pensam com suas próprias cabeças ja constataram que vivemos uma crise moral sem paralelo na historia que esgarça as Instituições pois os governantes não se posicionam na defesa da Lei e das Instituições gerando uma temerária INSEGURANÇA JURÍDICA. É DEVER de todo brasileiro de bem não se calar e bradar Levanta Brasil! Cidadania-Soberania-Moralidade

12.12.2009

Continue votando

A cada hora podemos acrescentar um novo voto.
Castelo Branco e Garrastazu Medici foram exemplos de honradez, probidade, competência e amor ao Brasil,como nosso Chico Xavier o foi de mansidão e amor à humanidade;não podem perder para um sociopata que de grande só apresenta a podre extensão de seu mau-caráter.Divulgue, vote e continue votando.Vamos ganhar essa!

Já votou hoje ?  NÃO? Então vote agora e inúmeras  outras vezes.

Continue  votando e pedindo aos seus correspondentes que  façam o mesmo . Não podemos e não devemos  apresentar resultados tão pequenos.

Lembro que a  cada hora pode-se votar novamente. Vamos colocar os militares em posição de destaque. Hoje, com um pouquinho de esforço e mais de 300 votos para cada um deles,  poderemos colocar os nossos denodados militares entre os  10 mais votados.  É só querer.

A distância que separa o Caxias do segundo colocado é superior a 8600 votos e dificilmente  vamos chegar lá.

Logo, é mais que importante votar intensamente  no Castelo Branco,Osório,Deodoro , Sampaio ,  Rondon  Garrastazu Médici e Geisel, de forma a fazê-los ocupar  posições  de destaque .

Aos que estão com dificuldade para votar, apresento abaixo o link para cada nome e as seguintes informações para aqueles que ainda têm alguma dúvida:


Escolhido um dos nomes para votar conforme os links que  indiquei, ao dar um clique em cada um deles  abre-se uma janela onde aparece   a fotografia  da personalidade  e, acima, em vermelho, os dizeres CLICK HERE TO VOTE.

Após  dar esse novo clique, abre-se uma outra janela  com  a fotografia e um histórico da votação e, na parte inferior,  é mostrado um retângulo em branco seguido da palavra "VOTE" . Veja que à esquerda do retângulo em branco existe um outro retângulo que apresenta 5 dígitos ( letras/números) que devem ser digitados no retângulo branco. Só então  clicar em VOTE .

Não se preocupe  se digitar errado pois o programa acusa o erro e apresenta nova série de digitos,  até  você  acertar. Só então o voto será válido.

http://www.whopopular.com/Duque-de-Caxias

http://www.whopopular.com/Castelo-Branco

http://www.whopopular.com/Manoel-Luis-Osorio

http://www.whopopular.com/Brigadeiro-Sampaio

http://www.whopopular.com/Deodoro-da-Fonseca

http://www.whopopular.com/Candido-Rondon

http://www.whopopular.com/Emilio-Medici

http://www.whopopular.com/Ernesto-Geisel


MG > Levanta Brasil
- Nós somos o povo – “Todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta Constituição”. (Parágrafo único Art. 1º)




11.17.2009

Apagão, eu só queria entender.

Se Angra 1 e 2 produzem juntas pouco mais de 2 Giga Watts e abastece mais de 70% da energia consumida no Rio de Janeiro e a linha de transmissão é pequeníssima de Angra ao Rio, por que as Usinas foram desligadas? Por que o Rio levou quase 4 horas para ser ligado? Foi para sincronizar? Houve pânico? Houve incompetência? Tem não profissionais indicados por políticos ocupando cargos eminentemente técnicos?
Basta compulsar as medições do fluxo de energia dos equipamentos de monitoramento do sistema interligado de fornecimento de energia elétrica naquele momento para ver onde e desde quando a malha estava sobrecarregada.
Porque ja apareceram tres versões diferentes do desgoverno menos os relatorios de monitoramento? Porque nada fizeram ate derrubar a distribuição inteira e parar a geração de energia. Quem é o responsavel pela lambança?


11.16.2009

O “TESTE DO PUDIM” E O MURO DE BERLIM

por:  Rubem de Freitas Novaes*

 "The proof of the pudding is in the eating" (é comendo que se prova o pudim) tem sido a frase síntese de toda uma metodologia positiva aplicada às Ciências Sociais, especialmente à Economia. Em poucas e singelas palavras, exprime a idéia de que teorias, ou mesmo simples argumentações, têm de passar pela confirmação prática para ganhar respeitabilidade e se firmar no campo intelectual, não bastando estar fundadas em pressupostos logicamente estabelecidos e corretos.

 No debate das idéias ao longo da História, o grande aliado do Liberalismo, ao se opor ao Socialismo, tem sido o confronto que se faz entre desempenhos de países passíveis de comparação entre si. O Socialismo ideal, com seu eloqüente apelo à solidariedade, parece vencer a disputa por mentes e corações de nossos jovens até que se esbarra na comprovação factual, onde o Socialismo real se apequena. Como não admitir o melhor desempenho, em termos de liberdade e prosperidade, de Alemanha Ocidental versus Alemanha Oriental, de Coréia do Sul versus Coréia do Norte, dos EUA versus URSS?  Assim, cidadãos, ao avançarem na experiência de vida e no conhecimento histórico, passariam a olhar com outros olhos para as teses liberais, justificando Roberto Campos quando qualificava de canalhas os indivíduos que não tivessem manifestado simpatias pelo socialismo na juventude; e de idiotas aqueles que mantivessem o credo intacto na idade adulta.

 Mas a discussão não poderia parar aí, naturalmente. Liberdade e desempenho econômico não esgotam o rol de fatores a serem considerados na argumentação dialética e a busca de maior equidade, consubstanciada na formação de uma rede de proteção social, teria de ser sopesada contra os melhores resultados do Capitalismo. É aí que surge a variante definitiva do "teste do pudim": o "teste da fronteira".  Para onde migram, ou fogem, os cidadãos? São os cubanos da Flórida que se dirigem a Cuba, ou são os cubanos da Ilha que se arriscam aos tubarões para chegar ao extremo Sul dos EUA? Quem tentava saltar o Muro de Berlim para o outro lado, com elevado risco de morte? Alemães ocidentais ou orientais? É a resposta definitiva da preferência efetivamente revelada, para a qual não cabe contestação.

 Acabamos de comemorar 20 anos da queda do Muro de Berlim num momento em que Chávez, da Venezuela, e outros governantes latino-americanos flertam com um "Socialismo Bolivariano do Século XXI", procurando recriar, aqui neste pedaço de mundo, o que já deu errado alhures. O autoritarismo e a desorganização econômica já dão mostras fortes de sua presença em países vizinhos, como sói acontecer quando saímos da teoria e entramos na prática dos regimes socialistas.  Não podemos perder de vista, neste momento, o significado da queda do muro e o exemplo daqueles que se sacrificaram tentando fugir da Alemanha socialista.  Vamos pular fora desta vanguarda do atraso cucaracha!

* O autor é economista.  E-mail: rfnovaes@uol.com.br   

11.04.2009

Uma patota chega ao poder e “privatiza” o Estado para si, locupletando-se através da “coisa pública”.

A entrevista de Armínio

por: RODRIGO CONSTANTINO

O jornal Valor Econômico publicou em 29/10/09 uma entrevista com Armínio Fraga que merece ser lida com atenção. Nela, o ex-presidente do Banco Central afirma que "é preciso reestatizar o Estado". Em outras palavras, Armínio está lutando contra o patrimonialismo que representa o câncer na política nacional. Uma patota chega ao poder e "privatiza" o Estado para si, locupletando-se através da "coisa pública". O governo atual parece mais faminto que o de praxe, e Armínio se mostra preocupado com a "postura agressiva" do governo Lula na ampliação da presença do Estado na economia. Naquele que talvez seja o principal trecho da entrevista, Armínio vai direto ao ponto:

"Vejo com preocupação a sensação de que o Estado passou a servir a interesses partidários, às vezes ligados ou à política ou a interesses privados, sindicais. Esses sinais não são de agora. Começaram bem antes da crise, com as tentativas de controlar a imprensa (com a proposta de criação do Conselho Federal de Jornalismo), os meios eletrônicos (tentativa de criação da Agência Nacional do Cinema e do Audiovisual).

Defendo uma reestatização do Estado". Como homem público, Armínio deve sempre pesar bem suas palavras. Além disso, ele conhece os inimigos da liberdade, a esquerda organizada que busca rotular as pessoas e impedir um debate sério calcado em argumentos. Dito isso, sua entrevista merece aplausos, pela coragem de tocar na ferida, de chamar a atenção para a ameaça que o governo tem representado para a liberdade econômica. Armínio está condenando abertamente a tentativa do governo Lula de partir para uma receita já testada e comprovadamente falida, ou seja, transformar o Estado num agente executor, empresário. Outros empresários deveriam seguir o exemplo e tomar coragem para atacar esta postura também, que representa um enorme perigo para nossas liberdades.

Entretanto, dois pontos merecem ser criticados na entrevista. Em primeiro lugar, Armínio tenta evitar a dicotomia entre Estado máximo e mínimo, alegando que ninguém defende o último: "Nunca ouvi falar em alguém que defenda o Estado mínimo". Como assim? Armínio precisa escutar melhor. Entendo sua postura pragmática aqui, evitando o rótulo de liberal que a esquerda, de forma pérfida, usaria para encerrar o "debate". Basta vestir alguém com o manto de "defensor do Estado mínimo" para jogá-lo no ostracismo e fugir de seus argumentos. Mesmo assim, entendo que é saudável se manter fiel aos conceitos condizentes com os valores defendidos. Os liberais não deveriam ter medo ou vergonha de se assumirem como tal.

Em segundo lugar, Armínio contemporiza com a esquerda no final da entrevista de forma condenável, aceitando a versão mentirosa da história nacional. Ele diz: "É curioso ver que muita gente que hoje está no governo, que fez oposição heróica contra a ditadura e na época também defendia, de certa maneira, reestatização do Estado, hoje olha para trás e se identifica com muita coisa da época da ditadura". Como assim "oposição heróica"? Essa gente lutava por outra ditadura, aquela que até hoje existe em Cuba, e que seu colega Chávez tenta impor na Venezuela. Aceitar sem protesto essa inversão histórica foi uma concessão que Armínio não deveria ter feito. Claro que muitos hoje no governo se identificam com várias coisas da época da ditadura. Eles sempre lutaram pelo poder, e quanto mais concentrado este fosse, melhor. A esquerda não queria "reestatizar" o Estado, e sim tomá-lo na marra.

Não obstante essas duas falhas que destaquei, considero importante a entrevista de Armínio, e recomendo sua leitura na íntegra..

10.03.2009

Estadão - enquete - vote

Cópia desta mensagem está sendo enviada para aqueles que assinaram a bem sucedida petição Pela Auditoria Independente do Software nas urnas eletrônicas.

Os membros do Fórum do Voto-E, em primeiro lugar, agradecem a todos que assinaram aquela vitoriosa petição ao pres. Lula.

Compreendemos, no entanto, que não devemos deixar se esvair o espírito de luta pela transparência eleitoral que conseguimos, todos, construir.

Assim, decidimos continuar a luta para atingir dois novos objetivos:

1) Instigar o administrador eleitoral, TSE, a imediatamente ir se adaptando à nova lei ,a começar pelo reprojeto das urnas eletrônicas atuais;

2) Combater o descaso e  desinteresse do eleitor e principalmente da imprensa para o problema.

Para o objetivo (1) já estamos elaborando uma petição formal e o outra petição online para o presidente do TSE, para que seja suspensa imediatamente a licitação, em andamento, para compra de 200 mil novas urnas eletrônicas atá que seu projeto seja adaptado à nova lei (incluir um visor para o voto impresso e descontar a biometria)

Em breve, os Srs. serão chamados a assinar esta nova petição.

Para o objetivo (2), devemos, todos, sempre estar atentos e enviar mensagens e comentários a todos os blogs e saites de notícias alertando para importância da transparência do processo eleitoral por meio da recontagem dos votos conferidos pelo eleitor.

Para iniciar, convido a todos que compareçam para votar NÃO na enquete que o jornal  Estadão acaba de abrir sobre o voto impresso.

A pergunta da enquete ficou um tanto capciosa e estimula a resposta sim (que é contrária a
nossa posição).

A enquete:
 O voto impresso é um retrocesso, como disse Carlos Ayres Britto?

está no endereço:
http://www.estadao.com.br/enquete/visualizar/o-voto-impresso-e-um-ret...

Pedidos a todos para irem lá votar pelo NÃO.

O resultado da enquete junto com duas opiniões, uma a favor e uma
contra, será divulgado na revista Aliás, que sai todo domingo.

O texto pelo "não" foi escrito pelo Fórum do Voto-E da seguinte forma:

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O Brasil foi pioneiro em tecnologia eleitoral mas, passados 13 anos de urnas eletrônicas, fomos ultrapassados.

Nossas urnas foram rejeitadas por todos os mais de 50 países que a estudaram porque não oferecem uma forma simples de conferir o resultado.

Atualmente o TSE usa Assinatura Digital, conceito criado pelo PhD. Ronald Rivest em 1977, e chama isto de "técnicas modernas".

A nova lei alinha o Brasil aos demais países que modernizam suas eleições adotando o conceito de Auditoria Independente do Software nas urnas eletrônicas por recontagem do Voto Impresso Conferido pelo Eleitor.

É um conceito novo criado pelo mesmo Dr. Rivest em 2006 quando percebeu que a Assinatura Digital NÃO ERA SUFICIENTE PARA GARANTIR A INTEGRIDADE DO SOFTWARE DAS URNAS-E, ou seja, não garante a justa apuração.

A Auditoria Independente está sendo adotada em países como: EUA, Alemanha, Holanda, Reino Unido e, na América Latina, na Venezuela, na Argentina e no México. O Brasil ficou para trás.

Em eleições, moderno é dispor de um sistema que permita a auditoria do resultado.

Retrocesso é votar em máquinas, como as brasileiras, cujo resultado não tem como ser conferido.

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 Mais uma vez, agradecemos seu apoio,

Fórum do Voto-E
www.votoseguro.org

10.01.2009

INJUSTIÇA E INVEJA

O GRUPO GUARARAPES BATE PALMAS PARA O DR. IVES GANDRA MARTINS. LEIAM,  REFLITAM E NÃO ESQUEÇAM QUE QUANDO OS MEDÍOCRES CHEGAM AO PODER SÓ QUEREM TOMAR WHISKY DE 15 ANOS. NÃO ESQUEÇAM QUE:“A INVEJA É UMA DECLARAÇÃO DE INFERIORIDADE” NAPOLEÃO E “NÃO SE COLHE O FRUTO DA FELICIDADE NA ÁRVORE DA INJUSTIÇA”. PROVÉRBIO PERSA”.

GRUPO GUARARAPES

INJUSTIÇA E INVEJA

Ives Gandra Martins
professor de direito e escritor

Geoffrey Blayney, em sua breve história do século 20, observa que o socialismo, que aproximou intelectuais e dominou muitos países durante certo período, alicerçava-se na injustiça e na inveja.
O tratamento injusto que as elites ofertavam às classes mais desfavorecidas e a inveja daqueles intelectuais, incapazes de, por ação própria, alcançar o desenvolvimento obtido pelas elites – uma das características dos regimes socialistas é o pouco desenvolvimento e progresso econômico – apontou-lhes
o caminho mais fácil: tirar dos que construíram ao invés de construírem eles próprios, o que não sabiam fazer. Esses dois fatores foram fundamentais na geração dos movimentos que alavancaram as diversas teorias socialistas, no século 20.
Quando da queda do Muro de Berlim, tinha-se a impressão que, diante do monumental fracasso dos países sob a órbita da União Soviética e da própria URSS, a lição fora aprendida: os ideais são melhores que os resultados, entre os socialistas, e os resultados melhores que os ideais, entre os liberais. É bem verdade que as economias de mercado sofrem, de tempos em tempos, crises cíclicas, ao contrário das economias socialistas, que vivem em crises permanentes.
O certo é que, no início do século 21, houve uma retomada da ilusão socialista. Muitos países latino-americanos passaram a explorar situações de injustiça social (índios na Bolívia, população pobre na Venezuela, índios e pobres no Equador etc) para o fim de implantar uma economia socialista, o que está levando estes países a uma degradação econômica constante e a produzir apenas petróleo e gás. A Venezuela importa 70% de seus alimentos e seu histriônico presidente destrói gradativamente o parque industrial do país, estatizando-o e gerando cada vez mais inflação e desabastecimento. Bolívia e Equador vivem também seu próprio inferno econômico socialista, com problemas que transcendem a limitada capacidade de seus líderes.
Uma das características, todavia, do socialismo, é destruir a democracia real para, no máximo, criar uma democracia formal, como Chávez, na Venezuela, que fecha as emissoras da oposição, proíbe comícios dos que lhe são contrários e prende aqueles opositores vitoriosos, num estilo que começa a aproximar-se da ditadura cubana. Apoia, por outro lado, um presidente deposto pelo Congresso Nacional, pelo Poder Judiciário e pelo Ministério Público, por violar a Constituição e a lei de seu país (Honduras).
Paladino das democracias, em outros países, e homicida da democracia no seu próprio, por impedir a oposição de manifestar-se, Chávez liderou, na OEA, movimento de recolocação do presidente hondurenho, no que foi seguido por todos os países latino-americanos, inclusive pelos seus dois maiores líderes, Obama e Lula.
Em seu projeto de socialização da América – pretende impor, no Mercosul, a sua filosofia bolivariana, aproveitando-se do episódio hondurenho – distorce de tal forma os fatos, que termina influenciando os demais países, ao ponto de o presidente Lula, que recentemente chamou de irmão a um ditador africano e abraçou diversos tiranetes daquele continente, ter afirmado ser intolerável uma "ditadura" em Honduras. Estranha ditadura, em que todos os Poderes cumpriram a Constituição, menos o presidente deposto.
Dias turbulentos vivemos nas Américas. A injustiça social gera o desconforto, mas também a inveja dos incompetentes, formatando crises econômicas nestas ditaduras reais, revestidas de um democratismo formal. Nossos vizinhos pretendem, agora, influenciar toda a América para que regrida ao mesmo nível que seus lideres já conseguiram impor a seus sofridos países. Quero ver como os presidentes Lula e Obama conseguem escapar da armadilha chavista. Caso contrário, transformar-se-ão em pobres coadjuvantes no continente.


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9.29.2009

Golpe eleitoral do Stalinácio: Presidente vai mesmo vetar recontagem do voto impresso conferido pelo eleitor

Por: Joge Serrão
Enquanto se aproveita da novela Honduras, com Odorico Zé-Laya em papel de trapalhão, o chefão Stalinácio se prepara para dar seu golpe pessoal contra a lisura do processo eleitoral brasileiro. Lula seguirá as recomendações do seu ministro da Defesa, Nelson Jobim, do presidente do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, e do Tribunal Superior Eleitoral, Carlos Ayres Britto: vetará o artigo 5º da minirreforma eleitoral – que permitiria a apuração eletrônica dos votos por meio da recontagem do voto impresso conferido pelo eleitor. Lula também vetará o voto em trânsito.


Sexta-feira passada, o TSE enviou ao Ministério da Justiça um estudo técnico com a fundamentação para que o voto impresso não seja retomado nas eleições. Carlos Ayres Britto teve um teretetê pessoalmente com Tarso Genro, recomendando o veto ao voto impresso e ao voto em trânsito. O projeto que alterou a legislação eleitoral foi aprovado no último dia 16 pelo Congresso Nacional e enviado para a sanção da Presidência da República. Alegação de Britto: “São esses dois pontos do projeto de lei que mais nos trazem dificuldades operacionais irremovíveis”.

Ayres Britto reclama que o voto impresso não tem sentido, considerando que já foi testado nas eleições de 2002 e resultou em atraso na votação e travamento das máquinas impressoras. Sobre o voto em trânsito, Britto alega que a dificuldade de adaptação seria prática, uma vez que para permitir que o eleitor brasileiro vote quando não estiver em seu domicílio eleitoral seria exigido que ele se cadastrasse pelo menos cinco meses antes. O ministro pondera que, sem o cadastramento prévio do eleitor para que o nome dele conste no programa da urna eletrônica do local previsto para votar, o sistema de votação teria que ser colocado em rede, o que traria riscos para a segurança do processo eleitoral.

Assine a petição pública contra o veto do art. 5o:

http://www.peticaopublica.com/PeticaoVer.aspx?pi=UE2009BR

A lista dos assinantes em:

http://www.peticaopublica.com/PeticaoListaSignatarios.aspx?pi=UE2009BR

Medinho

O coordenador do movimento Votoseguro.org, engenheiro Amílcar Brunazo Filho, pergunta:

Por que eles tem tanto medo da sociedade poder conferir o resultado eleitoral?

Brunazo ainda faz uma ironia àqueles que a criticam que o pleito pela conferência dos votos é uma iniciativa das viúvas de Leonel de Moura Brizola:

O Tribunal Constitucional da Alemanha decidiu que urna eletrônica sem voto impresso não pode ser usado, por ser insegura, em homenagem a Leonel Brizola. O da Holanda, também. Até aqui, o do Paraguai e a OEA, na Venezuela, exigiram voto impresso em homenagem a Leonel Brizola. O NY Times fez editorial contra a urna eletrônica sem papel e os cientistas de Princeton e da Universidade de Nova Iorque defenderam isso apenas em homenagem a Leonel Brizola”.
do  www.alertatotal.net
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9.26.2009

Heranças Malditas

Por Manoel Soriano Neto

Em sua tumultuada visita a Roraima, no dia 14 Set último, o presidente Lula assinou ato que determina a demarcação de uma nova e monumental reserva indígena (600 hectares para cada índio!) naquele estado. Tal Reserva, de nome Anaro, a 113 Km de Boa Vista, unirá a Reserva São Marcos às colossais reservas Raposa Serra do Sol e Ianomâmi, localizadas nas “orelhas” de Roraima – o mais novo e pobre ente federativo da União – que, assim, se “reterritorializa” mais ainda, podendo se transformar no primeiro estado indígena dentro do Brasil (ao depois, estará em condições de pleitear a sua separação do todo nacional).

Diga-se que o aparato indigenista transnacional deseja mais, ou seja, quer a completa integração física das reservas ao norte dos rios Amazonas/Solimões, riquíssimas em biodiversidade e minérios de terceira geração, com a finalidade de ser criada uma imensa Nação Indígena em território único e contínuo, com base, fundamentalmente, na Convenção 169 da OIT (acolhida pela legislação brasileira – Decreto n° 5051/2004) e na Declaração Universal dos Direitos dos Povos Indígenas, aprovada pela ONU, com o entreguista voto brasileiro.

Não estranhemos, pois, que já tendo obtido uma “soberania limitada” nos territórios de suas descomunais reservas, os índios, açulados pela FUNAI e ONGs nacionais e estrangeiras, reivindiquem a criação de “nações indígenas” que terão, com toda certeza, o reconhecimento à independência e à auto-determinação, em foros internacionais.

A propósito, aduza-se que a “Coordenação das Organizações Indígenas da Bacia Amazônica” (COICA), integrada por entidades indigenistas do Brasil, Peru, Guiana, Bolívia, Equador, Venezuela, Departamento Ultramarino Francês - ex-Guiana Francesa -, Suriname e Colômbia, almeja a criação da “Abya Yala”, nome de uma vasta região da América, habitada por índios, antes da chegada dos europeus, em terras dos atuais Peru, Colômbia e Panamá.

Nesta enorme área conviveriam etnias tribais diversas, formando-se “nações” plurinacionais e multiculturais (“Estados fantoches”) à custa da amputação de territórios de Estados Nacionais Soberanos. Outrossim, já se propala a criação da grande “Nação Guarani”, formada pela fragmentação de terras de vários países, inclusive do Brasil, e que seria a reconstituição mal acabada , do “Império Teocrático dos Jesuítas”, com as suas inúmeras reduções indígenas como as dos “Sete Povos das Missões”.

No Brasil, tudo começou, em 1991, com a antipatriótica demarcação contínua de uma gigantesca reserva indígena, na fronteira com a Venezuela. Neste País já havia sido delimitada uma outra reserva para índios da mesma etnia, contígua à anteriormente referida, estabelecendo-se um imenso enclave amazônico em dois países, para uma minoria indígena, sem que fosse respeitada a “faixa de fronteira” (frise-se, por ilustração, que fato semelhante voltou a ocorrer quando da recente demarcação da Reserva Indígena Raposa Serra do Sol). Tal faixa, de 150 Km, consta da atual Carta Magna e foi criada, desde nossa Independência, pela antiga “Lei de Terras”.

À época, como ocorreu antes do julgamento pelo STF da questão da Reserva Raposa Serra do Sol, vozes de altivos e nacionalistas brasileiros se levantaram contra aquele despautério, cumprindo destacar as graves advertências do emérito e saudoso jurista Clóvis Ramalhete (foi Ministro do STF, Membro da Corte Permanente de Arbitragem, de Haia, e Consultor-Geral da República), que escreveu na revista do Clube Militar, de Fev 2001, antológico artigo de título “O Exército e a Amazônia”, assim o finalizando:

“É, pois, de entender-se que, até mesmo judicialmente, há de ser reconhecido o “relevante interesse” que terá a União, no desfazimento do malsinado ato que fez concessão de terras aos ianomâmis, na “Faixa de Fronteira”.

Foi fruto da temeridade e da incompetência; e constitui, agora, a maldita herança de Collor”.
Entretanto, o ato não foi desfeito e, pior ainda, outras demarcações se realizaram, sem a preservação da faixa fronteiriça - verdadeiro atentado à Soberania Nacional -, especialmente na cobiçada Amazônia. E, com o passar do tempo, surgiram novas heranças malditas que ora se multiplicam...

E tudo, lastimavelmente, com a anuência da FUNAI e sua caótica política indigenista, no intuito de que os aborígines permaneçam segregados em seu estado tribal, incutindo-lhes a idéia de que os Estados Nacionais são ameaças a seus interesses. E mentem, deslavadamente, como o fizeram em relação ao ínclito Marechal Rondon, afirmando que ele era contrário à integração dos silvícolas à comunidade nacional.

Tal falácia foi desmentida, cabalmente, pelo ex-Comandante Militar da Amazônia, Gen Ex Cláudio Barbosa de Figueiredo, por meio da imprensa escrita e televisiva.

Em verdade, conforme declarações próprias, Rondon sempre pugnou pela “realização do sonho de José Bonifácio de Andrada e Silva” – “O Patriarca da Independência” e “Idealizador da Nação Brasileira”, no sentido de incorporar o índio, definitiva e espontaneamente, à civilização brasileira”.

Que Deus afaste de nós essas Heranças Malditas e os contínuos atos atentatórios à Unidade Nacional!

Manoel Soriano Neto  é Coronel R/1e Historiador Militar


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9.24.2009

Pela Auditoria Independente do Software nas urnas eletrônicas

A Auditoria Independente do Software já foi ou está sendo adotada como padrão exigido em países como: EUA, Alemanha, Holanda,Reino Unido e, na América Latina, na Venezuela, na Argentina e no México.O engenheiro Amílcar Brunazo Filho, do Voto Seguro.org, autor da petição destaca que nenhum país mais aceita máquinas eletrônicas de votar sem materialização do voto e sem auditoria independente: “A Auditoria Independente do Software cria uma forte defesa do eleitor contra fraudes internas no software das urnas eletrônicas, o que não ocorre com as atuais formas existentes de auditoria como assinaturas digitais, registros digitais do voto, testes de invasão externa e biometria do eleitor”. Amilcar criou a Petição online: "Pela Auditoria Independente do Software nas urnas eletrônicas". O Artigo 5º da Minirreforma Eleitoral que cria a Auditoria Independente do Software das urnas eletrônicas por meio da recontagem do Voto Impresso Conferido pelo Eleitor em 2% das urnas sorteadas ao final da eleição. Para assinar a petição, até o dia 30 de setembro, entre em: http://www.peticaopublica.com/PeticaoVer.aspx?pi=UE2009BR

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SOMOS TODOS LIBERTINOS

por: Maria Lucia Victor Barbosa

Dizer que somos todos libertinos, isso é, livres de qualquer peia moral, devassos, dissolutos, depravados, licenciosos, pode parecer ofensivo. Digamos, então, que existem graus de libertinagem conforme a época e a sociedade. Por exemplo, o Império Romano em sua decadência foi extremamente devasso.
Quanto ao Brasil, se comparado a outros países, já nasceu dissoluto. Que se rememore a exploração e a colonização do gigantesco território feito de modo ganancioso e desleixado. Daquela “embriogenia defeituosa” moldou-se nossa maneira de ser, nossa visão de mundo, nossa mentalidade do “rouba, mas faz”, do “levar vantagem em tudo”, do “se eu estivesse lá faria o mesmo”. Desde o início a plasticidade de costumes, o oceano imenso entre os colonizadores e a matriz de costumes mais rígidos. Nas imensidões a serem desbravadas logo se aprendeu que não “existe pecado do lado debaixo do Equador”. E na simulação de uma moral inexistente nos movemos desde os primórdios na mentira que trespassou nossas instituições políticas, econômicas e se entranhou profundamente no tecido social.
É certo que todos os povos mentem. Que em todas as nações a mentira é uma das técnicas mais apuradas de conquista de poder e que a humanidade como um todo se compraz na mentira porque precisa de ilusão, de guias mentirosos, de falsas metas utópicas. Mas, também é certo que em certos países os poderes constituídos são mais respeitados, que suas atividades econômicas costumam se processar em níveis mais leais que nossas costumeiras práticas corruptas, que a confiança mútua é mais generalizada.
Isso, é claro, não produz santos, apenas indivíduos menos libertinos, porque em tais contextos sociais existe o funcionamento mais adequado da lei. Justamente a expectativa de que leis vão ser cumpridas constitui a melhor advertência para que libertinos pensem duas vezes antes de infringi-las.
Nós somos sabidamente o país da impunidade. Nossa Justiça é morosa. Exemplos dados pelo Judiciário nem sempre são dignificantes. Estamos longe da isonomia capaz de fazer justiça. Nossa Constituição pode entrar para o livro dos recordes tal a profusão de leis que contém em contraste com seu pífio cumprimento.
Entretanto, conforme o pensamento de Thomas Hobbes, em O Leviatã, poucas e boas leis são necessárias para o bem do povo. Esse filósofo político, diferente de Aristóteles para o qual o homem era naturalmente sociável, naturalmente cidadão (zoon politikon, animal político) pensava que a natureza não colocou no homem o instinto de sociabilidade, pois “o homem só procura companheiros por interesse ou necessidade”. Deriva daí a importância de um poder comum, ou seja, do Estado como gerador das leis e, portanto, capaz de assegurar a segurança e a paz.
Entende-se a partir daí a importância dos Poderes Legislativo e Judiciário, que compõem com o Executivo o tripé do Estado Democrático de Direito. O problema em nosso país é o funcionamento desses Poderes, na medida em que o Legislativo e o Judiciário sempre foram a reboque de um Executivo excessivamente centralizador.
No momento a centralização se acentua. O Congresso Nacional, sobretudo, a Câmara, se submete aos desejos presidenciais. E o Judiciário está passando por mais um teste crucial de credibilidade em sua instância mais alta, o Supremo Tribunal Federal.
Para pertencer ao STF é necessário ser brasileiro nato, ter mais de 35 anos, exibir notável saber jurídico e apresentar reputação ilibada. O candidato a ministro é indicado pelo presidente da República e o Senado pode aceitá-lo ou não.
Pois bem, com a vaga deixada pelo ministro Carlos Alberto Direito, que faleceu recentemente, o presidente Lula da Silva indicou para preenchê-la o advogado-geral da União, José Antonio Dias Toffoli. Reprovado duas vezes em concurso para juiz estadual, o notório saber do companheiro se resume a ter sido advogado do PT e amigo de poderosos petistas tais como José Dirceu, algo capaz de abrir portas que costumam estar fechadas para “pessoas comuns”. Contudo, coisa mais grave, Toffoli foi condenado em dois processos que correm em primeira instância no Estado do Amapá. Se o Senado aceitar a indicação presidencial como sempre ocorre e os processos de Toffoli chegarem ao STF com ele lá, como é que fica?
Note-se que para o Executivo e o Legislativo não existe o critério de reputação ilibada, o que é pena. Mas se há para o Judiciário, como pode o presidente da República indicar para tão elevado cargo alguém sobre cuja reputação paira dúvidas relativas à prática de atos imorais e ilícitos?
Isso não tem problema. Afinal, se a maioria pudesse faria o mesmo que o companheiro Toffoli fez no Amapá. E se a entrada do jovem advogado-geral da União acabar de vez com o que resta de credibilidade no STF, aqueles poucos que disso tomarem conhecimento darão de ombros. No Brasil o direito de ser libertino é assegurado. Os companheiros do PT que o digam.
Maria Lucia Victor Barbosa é socióloga
mlucia@sercomtel.com.br
www.maluvibar.blogspot.com


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9.22.2009

Antagonismos e conflitos internos

Pela primeira vez em muito tempo, está havendo alguma discussão sobre a segurança nacional. Isto é bom, mas sem identificarmos corretamente as ameaças, não há como nos preparar para enfrentá-las. A crise econômica e a escassez de recursos naturais poderão conduzir as grandes potências, a tomá-los a manu militari, mas ainda mais provável e até mais perigosa pode ser a ameaça de convulsão interna provocada por três componentes básicos: a divisão do povo brasileiro em etnias hostis, os conflitos potenciais entre produtores agrícolas e os movimentos dito sociais e as irreconciliáveis divergências entre ambientalistas e desenvolvimentistas 

Em certos momentos chega a ser evidente a demolição das estruturas políticas, sociais, psicológicas e religiosas, da nossa Pátria, construídas ao largo de cinco séculos de civilização cristã. Depois, sem tanto alvoroço, prossegue uma fase de consolidação antes de nova investida.

Isto ainda pode mudar, mas infelizmente os rumos que seguimos apontam para a probabilidade de guerra intestina. Em havendo, nossa desunião nos prostará inermes, sem forças para nos opormos eficazmente às pretensões estrangeiras.

 

A ameaça de conflitos étnicos. A mais perigosa pelo caráter separatista

A multiplicação das reservas indígenas, exatamente sobre as maiores jazidas minerais, usa o pretexto de conservar uma cultura neolítica (que nem existe mais), mas visa mesmo a criação de “uma grande nação” indígena. Agora mesmo assistimos, sobre as brasas ainda fumegantes da Raposa-serra do Sol, o anuncio da criação da reserva Anaro, que unirá a Raposa/São Marcos à Ianomâmi. Posteriormente a Marabitanas unirá a Ianomâmi à Balaio/Cabeça do Cachorro, englobando toda a fronteira Norte da Amazônia Ocidental e suas riquíssimas serras prenhes das mais preciosas jazidas.

O problema é mais profundo do que parece; não é apenas a ambição estrangeira.  Está também em curso um projeto de porte continental sonhado pela utopia neomissionária tribalista. O trabalho de demolição dos atuais Estado-nações visa a construção, em seu lugar, da Nuestra América, ou Abya Yala. , idealizado provavelmente pelos grandes grupos financistas com sede em Londres, que não se acanha de utilizar quer os sentimentos religiosos quer a sede de justiça social das massas para conservar e ampliar seus domínios.    O CIMI, organismo subordinado à CNBB, não cuida da evangelização dos povos indígenas segundo o espírito de Nóbrega, Anchieta e outros construtores de nossa nação. Como adeptos da Teologia da Libertação, estão em consonância com seus colegas que atuam no continente, todos empenhados na fermentação revolucionária do projeto comuno-missionário Abya Yala

O processo não se restringe ao nosso País, mas além das ações do CIMI, a atuação estrangeira está clara: Identificação das jazidas – já feito. Atração dos silvícolas e criação das reservas sobre as jazidas – já feito. Conseguir a demarcação e homologação – já feito na maior parte. Colocar na nossa Constituição que tratados e convenções internacionais assinados e homologados pelo congresso teriam força constitucional, portanto acima das leis comuns – já feito. Assinatura pelo Itamarati de convenção que virtualmente dá autonomia à comunidades indígenas – já feito. Falta ainda homologar no congresso e unir as várias reservas eu uma gigantesca e declarar a independência, e isto não poderemos tolerar. Ou se corrige a situação agora ou nos preparemos para a guerra.

O perigo não é o único, mas é bastante real. Pode, por si só, criar ocasião propícia ao desencadeamento de intervenções militares pelas potencias carentes dos recursos naturais – petróleo e minérios, quando o Brasil reagir.

 

Quase tão problemática quanto a questão indígena é a quilombola.

A UnB foi contratada pelo Governo para fazer o mapa dos quilombolas. Por milagre, em todos os lugares, apareceram “quilombolas”. No Espírito Santo cidades inteiras, ameaçadas de despejo. Da mesma forma em Pernambuco. A fronteira no Pará,virou um quilombo inteiro.

Qual o processo? Apareceram uns barbudos de piercings no nariz, perguntando aos  afro-descendentes: "O senhor mora aqui?" "Moro." Desde 1988? (o quilombola que residisse no dia da promulgação da Constituição teria direito à escritura). Sim "Quem morava aqui?"  “Meu avô." "Seu avô por acaso pescava e caçava por aqui?" "Sim” “Até onde?" "Ah, ele ia lá na cabeceira do rio,  lá naquela montanha." "Tudo é seu. E escrituras centenárias perdem o valor baseado num direito que não existe. Não tenho certeza de que isto não seja proposital para criar conflitos.

Tem gente se armando, tem gente se preparando para uma guerra. Temos de abrir o olho também para esse processo, que conduz ao ódio racial. Normalmente esquerdistas, talvez desejem começar uma revolução comunista com uma guerra racial.

Certamente isto vai gerar conflitos, mas até agora o movimento quilombola não deu sinal de separatismo

 

Os Conflitos Rurais – talvez  o primeiro a eclodir

MST se desloca como um exército de ocupação, mobilizando uma grande massa de miseráveis (com muitos oportunistas), dirigidos por uma liderança que em parte clandestina. As invasões do MST são toleradas e a lei não aplicada. Mesmo ciente da pretensão do MST de criar uma “zona livre”, uma “república do MST” na região do Pontal do Paranapanema o Governo só contemporiza; finge não perceber que o MST não quer receber terras, quer invadi-las e tende a realizar ações cada vez mais audaciosas. É claro que os produtores rurais, desesperançados de obter justiça, terminarão por reagir. Talvez se ja isto que o MST deseja; a convulsão social, contando, talvez, com o apoio de setores governamentais como o min. do desenvolvimento Agrário. Segundo Pedro Stédile: “O interior do Brasil pode transformar-se em uma Colômbia. A situação sairá de controle, haverá convulsões sociais e a sociedade se desintegrará.”

Este conflito parece inevitável. Provavelmente ocorrerá num próximo governo, mas se ficar evidente a derrota do PT antes das eleições, é provável que o MST desencadeie suas operações antes mesmo da nova posse.         

 

 O ambientalismo distorcido, principal pretexto para uma futura intervenção estrangeira

Já é consenso que o ambientalismo está sendo usado para impedir o progresso, mesmo matando os empregos Caso se imponham os esquemas delirantes dos ambientalistas dentro do governo, com as restrições de uso da terra para produção de alimentos, um terço do território do País ficará interditado a atividades econômicas modernas.

Há reações, dos ruralistas no interior do País, nas elites produtivas e até mesmo em setores do governo, mas as pressões estrangeiras tendem a se intensificar. Se bem que raramente o meio ambiente serviu de motivo para guerra, hoje claramente está sendo pretexto para futuras intervenções, naturalmente encobrindo o verdadeiro motivo, a disputa pelos escassos recursos naturais

 No momento em que a fome ronda o mundo, o movimento ambientalista, a serviço do estrangeiro, mas com respaldo do governo e com apoio de uma massa urbana iludida, chama de “terra devastada” àqueles quadrados verdejantes de área cultivada, que apreciamos ver na Europa e nos Estados Unidos, e impede a construção de hidrelétricas para salvar os bagres. Com a entrada da Marina Silva na disputa eleitoral, nota-se, lamentavelmente, que todos os candidatos passarão a defender o ambientalismo, sem pensar se é útil para o País.


A três passos da guerra civil

O ambientalismo, o indianismo, o movimento quilombola, o MST, o MAB e outros similares criaram tal antagonismo com a sociedade nacional que será preciso muita habilidade e firmeza para evitar que degenere em conflitos sangrentos.

Varias fontes de conflito estão para estourar, dependendo da radicalização das más medidas particularmente do min da Justiça: Roraima não está totalmente pacificada; o Mato Grosso do Sul anuncia revolta em função da decisão da Funai em criar lá novas reservas indígenas; no Rio Grande, os produtores rurais pretendem reagir às provocações do MST, Santa Catarina ameaça usar a PM para conter a fúria ambientalista do min. Minc, que queria destruir toda a plantação de maçã.  Uma vez iniciado um conflito, tudo indica que se expandirá como um rastilho de pólvora.

 Este quadro, preocupante já por si, fica agravado pela quase certeza de que, na atual conjuntura da crise mundial o nosso País sofrerá pressões para ceder suas riquezas naturais - petróleo, minérios e até terras cultiváveis - e estando dividido sabemos o que acontecerá, mais ainda quando uma das facções se coloca ao lado dos adversários como já demonstrou  o MST no caso de Itaipu.

Bem, ainda temos Forças Armadas, mas segundo as últimas notícias, o Exército (que é o mais importante na defesa interna) terá seu efetivo reduzido. Será proposital?   

 

                                                                  Que Deus guarde a todos vocês.

                                        Gelio Fregapani


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9.19.2009

AGROPECUÁRIA- Atividade de alto risco

A agropecuária está ameaçada. Ameaça da Reforma Agrária e do MST, ameaça quilombola, ameaça indígena, ameaça ambientalista, ameaça dos índices de produtividade, ameaça feita a propósito da mentira do “trabalho escravo”, do uso político do georreferenciamento.

O produtor rural está sendo triturado e a propriedade privada no campo está deixando de existir.

O homem do campo de sol a sol produz:

80% do suco de laranja do mundo
40% do café mundial
40% do açúcar exportado no mundo
500 mil barris/dia de etanol (equivalente)

Ele é responsável:

pelo maior rebanho bovino do mundo
pelo Brasil ser o maior exportador de soja
ser o maior exportador de boi e de frangos
ser o segundo exportador de grãos do mundo
ser responsável por uma parte substancial do PIB nacional
ser o responsável por salvar a economia brasileira constantemente

E apesar de tudo é tachado de “vigarista”

O livro sobre a situação do campo brasileiro que sera lançado no dia .de setembro, a partir das 18:00 h na Livraria PARALER no Ribeirão Shopping. Quem não é produtor ficará também estarrecido com a conjuração que está sendo arquitetada e promovida contra a propriedade particular em nosso País.


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9.16.2009

Entenda o acordo sarkozy/lula

E-mail enviado para o Ricardo Boechat, pelo Major Brigadeiro do Ar Renato Claudio Costa Pereira, Ex- Secretário Geral da OACI (Organização da Aviação Civil Internacional) Vale perder um tempinho pra ler e entender um pouco mais sobre o reaparelhamento das  Forças Armadas Brasileiras, numa conta total que deve chegar próximo dos 50 BILHÕES!!!

 

Meu caro Boechat,

Espero que você dê a este meu comentário a mesma atenção com que escutamos o seu comentário no seu muito bom programa todas as manhãs.

Concordo quase sempre com sua visão neste controvertido quadro político em que vivemos, onde as agendas pessoais estão sempre à frente do interesse nacional, ou por pura e simples corrupção ou por projetos de “grupos de interesse” para beneficio próprio.

O Professor Darcy Bessone sempre me dizia que nunca existiu essa figura que chamam de “povo”, mas sim, e apenas, existem esses grupos mais ou menos instrumentados para atingir seus objetivos, ainda que em detrimento de toda uma nação e do seu futuro.

Nesse caso, que podemos batizar de “Contrato Sarkozy/Lula” existem inúmeros e importantes detalhes que nós, bem como toda a população brasileira e francesa não conhecemos suficientemente.

Não se trata apenas de prover recursos orçamentários a um contrato já realizado que, pelo seu valor financeiro, compromete todo um futuro e talvez duas gerações de brasileiros, muitos ainda nem nascidos.

Primeiro, as razões alegadas para tal necessidade são muito nebulosas e, no mínimo, muito estranhas.

“Defender” a Amazônia contra o que? Tráfico de drogas? Ocupação ilegal? Ações militares inimigas?

Tudo isso as nossas Forças Armadas junto com as Forças Policiais e o Ministério Público já o fazem, e pelo visto, satisfatoriamente.

Queiram ou não, só existe, historicamente, uma maneira de defender um território, ou seja,  uma ocupação dentro da lei. Quanto mais ocupado mais protegido estará, porque a gente ali instalada defenderá o que é seu, em nome da nação e pressionando governos a ajudá-los nessa tarefa. Foi assim que aconteceu na expansão americana para os territórios do oeste, foi assim com Plácido de Castro na defesa do nosso território do Acre. Se quisermos defender e proteger a Amazônia então, ocupemos a Amazônia, dentro da lei brasileira antes que estrangeiros o façam dentro das suas leis.

Para a defesa da Amazônia não precisamos nem de submarinos nucleares nem de aviões de última geração . Afinal, quem são esses terríveis inimigos que pretendem atacar aquela região? Se é que eles existem, pode ter certeza que irão devagar ocupando a área e se estabelecendo lá, como os Americanos fizeram com o Texas no fim do século 19. Nesse particular, as ONGs são a estratégia, mas para elas basta a lei brasileira e a Policia, desde que apoiadas por “vontade política”.

É claro que todos vão ter de cumprir a lei, os governos também!

Outro dos motivos alegados para esta corrida armamentista é a defesa e a proteção do famoso “Pré-sal”, senão vejamos:

Primeiro anunciaram a descoberta de jazidas imensas de petróleo. Calcularam a partir do que ainda é misterioso, não só a quantidade de óleo como também “o preço com o qual ele vai ser comercializado”, não sabe Deus quando e com que custo para trazê-lo  à superfície. É consenso que ainda que a Petrobrás seja uma das empresas que tem maior experiência em explorar poços profundos, nessa profundidade e “depois” da camada de sal ela é tão inexperiente quanto todas as demais petroleiras conhecidas. Será preciso trabalhar muito e aprender muito ainda. Tudo isso traz consensualmente entre experts internacionais, um prazo de 15 a 20 anos para possibilitar uma exploração tecnicamente viável, apesar de um imenso desconhecimento das condições de viabilidade econômica. Note-se que ainda não existem provas sobre a real quantidade de óleo “esperando” lá em baixo.

Convém refletir que combustível fóssil é poluente por natureza, e com as pressões dos movimentos ecológicos, a tendência é a sua substituição gradual para limpar a atmosfera e retardar o aquecimento global.

As Forças Armadas, especialmente Força Aérea e Marinha de Guerra, receberam esta tarefa a cumprir. Milhares de quilômetros quadrados de mar, onde “se confirmada” a possível exploração dessa “riqueza”, haverá ação militar de inimigos que nos atacarão em guerra total e aberta, para conquistá-la.

Mais uma vez, quem serão estes “piratas” modernos equipados com marinha de guerra e força aérea, equipadas com aeronaves no estado da arte, navios de superfície e submarinos nucleares, equipadas e treinadas na utilização eficiente e eficaz do armamento mais moderno e sofisticado existente no mundo?

Se por acaso tememos uma invasão em grande escala, perpetrada por uma grande potencia nuclear deste, ou de outro planeta, então, esses aviões e esses submarinos servirão tanto quanto serviram o formidável aparelho militar do ditador do Iraque por duas ocasiões em passado recente.

Sempre achei muito engraçado o “temor” do ditador da Venezuela de que a utilização compartilhada de algumas bases militares Colombianas por forças colombianas e americanas fossem utilizadas para um “ataque” à Venezuela. A tecnologia e o treinamento demonstrados pelas forças americanas no Iraque, deixaram bem claro para todo o planeta que eles poderão “atacar”, se necessário, qualquer ponto da Terra, com máxima força e com mínima perda, a partir das suas bases nos Estados Unidos.

Ainda bem que hoje temos um grande americano como líder dessa capacidade tecnológica e militar!

Precisamos, sim, de uma aeronave capaz de manter nossa Força Aérea capacitada e seu pessoal treinado, e pronto para qualquer sacrifício pela pátria. O mesmo serve à nossa Marinha de Guerra e nosso Exercito, a mais democrática de todas as nossas organizações.

Sim precisamos de aviões de combate, navios de guerra e até tanques e canhões, mas temos de ser muito cuidadosos com o custo a ser imposto a nação brasileira. Nossas forças armadas estudam cuidadosamente e com profissionalismo nossas hipóteses de conflito, e buscam, até mesmo, sem o apoio político, estarem preparadas para essas eventualidades.

Neste contrato “Sarkosy/Lula” ninguém adiantou o ponto mais importante.

E as “armas” com que estes aviões submarinos e helicópteros irão utilizar? Estarão lá, como parte do contrato?

Que armas (canhões, mísseis, torpedos, metralhadoras, bombas, balas, etc...) estarão lá usufruindo dessa “transferência de tecnologia” e em quantidade suficiente para treinamento e reservas de guerra?

Quais os prazos para recebimento dessa tecnologia transferida? Quais as empresas brasileiras que receberão essa tecnologia? Quais as clausulas práticas para comercialização? Qual o envolvimento das nossas universidades, do IME ou do CTA? Etc, etc, etc...

Uma máquina de guerra sem armas serve apenas para enfeite e diversão. Armas são caras e exigem reposição imediata para a manutenção da capacidade militar. Mísseis e bombas, por exemplo, mesmo nas prateleiras dos depósitos envelhecem e perdem capacidade de ação, exigindo manutenção permanente, cuidadosa e cara. Na verdade elas deveriam ser produzidas por nós aqui, depois de termos recebido a tecnologia incorporado essa capacitação à nossa engenharia e ao nosso parque industrial,com prazos e ações muito bem detalhados. Como este acordo/contrato prevê tudo isso?

Ninguém sabe meu caro Boechat!

É constrangedor presenciar nossas Forças Armadas servirem de “banquinho” de campanha eleitoral.

É perigoso perceber que as decisões estão passando ao largo do conhecimento e da razão.

Muita gente tem de explicar direitinho a todos nós o que é isso e o que se pretende afinal.

Finalmente, gostaria de relembrar que  as Forças Armadas tem, e devem ter, poder militar, mas sempre utilizá-lo dentro da lei, da ordem e para servir e proteger toda esta nação.

 

Estarei sempre às ordens para esclarecer qualquer ponto que porventura você queira melhor entender.

 Maj Brig do Ar Renato Claudio Costa Pereira
E-mail: rccpereira@gmail.com
Tel: 31 35041004


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9.13.2009

Demorou!

Por acompanhar um pouco do que acontece na nossa Base Espacial de Alcântara, me arrisco a analisar a exoneração do major-brigadeiro-do-ar Antônio Hugo Pereira Chavez sob os fatos que conheço.
Tentarei ser sucinta.
 
1 - Temos um contrato assinado com a Ucrânia e que devemos cumprir. A empresa criada para esta parceria chama-se Alcântara Cyclone Space.
2 - Depois da assinatura do contrato, lá por volta de 2002, apareceram os quilombolas reivindicando terras exatamente na área da Base Espacial.
3 - Ocorreu a explosão na base de lançamentos, na qual perdemos 22 técnicos insubstituíveis na época. Até hoje ninguém explica tal explosão.
4 - Quilombolas começam a se mobilizar auto-declarando quilombos as áreas da segunda melhor base espacial do planeta.
5 - Lula vence em 2002 e assume seu primeiro mandato em janeiro de 2003.
6 - Durante seu mandato, quilombolas estão expropriando quase que cidades inteiras por auto-declaração, fato que a mídia não divulga.
7 - Em 2009 conseguiram oficialmente apoio do governo para expropriação da área onde se encontra a Base Espacial de Alcântara.
8 - Expropriação não dá direito a indenização, sejam terras privadas ou federais.
9 - O Ministério de Ciência e Tecnologia precisa, antes de cumprir o contrato com os ucranianos, transferir a Base Espacial para o Ceará.
10 - O Major-Brigadeiro expulso com certeza deve ter reclamado sobre o atraso no cumprimento das obrigações contratuais com a Ucrânia.
11 - Para este governo vale mais agradar os quilombolas que dão votos do que cumprir contratos internacionais, que de nada valerão em 2010.
 
Portanto, diante dos socos na mesa, tenho certeza que estou do lado do Major-Brigadeiro, sem sombra de dúvidas. Ao tomar esta ATITUDE ele sabia que perderia também o emprego. Hoje estes governos que idolatram a "sociedade civil organizada" ideológica, querem exigir dos militares
algo do qual eles não são providos: HIPOCRISIA.
 
Seja bemvindo à verdadeira oposição Major-Brigadeiro-do-Ar Antonio Hugo Pereira Chaves. O senhor não está sozinho!
 
Ana Prudente
 
 
 
 
Militar que discutiu com ex-ministro é demitido

O Palácio do Planalto acatou o pedido do presidente de honra do PSB, Roberto Amaral, e publicou no Diário Oficial de hoje a demissão do major brigadeiro da reserva Antonio Hugo Pereira Chaves, do cargo de diretor de Transporte Espacial de Licenciamento da Agência Espacial Brasileira.

Chaves se desentendeu com o ex-ministro de Ciência e Tecnologia, e atual diretor-geral brasileiro da binacional Alcântara Cyclone Space, Roberto Amaral, durante reunião na semana passada, quando se discutia os atrasos do projeto de lançamento do primeiro foguete de teste da empresa, o Cyclone 4, previsto para dezembro do ano que vem.

A discussão entre o ex-ministro e o brigadeiro foi áspera. Chaves e Amaral chegaram a esmurrar a mesa, até que o diretor da Cyclone xingou verbalmente o major-brigadeiro que, irritado, jogou um copo de água em Amaral.

Esta é a segunda vitória de Amaral e do PSB nos últimos dias. No início da semana, o Diário Oficial também publicou o aumento de capital da empresa em R$ 140 milhões. O capital era de R$ 347 milhões e passou para R$ 486 milhões. Amaral não conseguiu ainda, no entanto, convencer a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, a incluir as obras de construção da nova base de lançamento de Alcântara no Programa de Aceleração Econômica (PAC).

O projeto do lançamento do foguete está atrasado e o não início das obras de infraestrutura é um dos motivos deste adiamento do cronograma, que desencadeou parte das discussões entre o brigadeiro, que obteve PhD em engenharia espacial na França, e foi designado para o cargo pelos seus conhecimentos técnicos, e Amaral.

A Cyclone é uma empresa binacional que nasceu há menos de dois anos, criada pelos governos do Brasil e da Ucrânia, para inserir os dois países no mercado mundial de lançamento de satélites, que movimenta, anualmente, mais de US$ 1 bilhão. No tratado firmado entre os dois países, cabe ao Brasil cuidar da infraestrutura do Centro de Lançamento de Alcântara (MA) e à Ucrânia, o desenvolvimento do foguete Cyclone-4. Até abril deste ano, a binacional já havia recebido US$ 72 milhões dos US$ 105 milhões previstos para serem repassados pelos dois países. O governo brasileiro investiu US$ 50 milhões, e o ucraniano, US$ 22 milhões.


http://br.noticias.yahoo.com:80/s/10092009/25/politica-militar-discutiu-ex-ministro-demitido.html

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9.11.2009

A penuria aumenta

Por determinação do Sr Cmt do Exército o expediente do EB, das segundas-feiras, passará a ser de 13:00h as 18:00h, a partir de 14 Set 2009 (próxima segunda) até o final de Outubro, sendo que as atividades escolares serão mantidas. 


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A intenção pode ter sido boa contudo, na prática, é um desastre.

COMUNICADO  Nº 201



Brasília, 10 de setembro de 2009
 


PEC 245 (EQUIPARAÇÃO: MILITARES/MIN STM)
 

      É impressionante o número de e-mails que nós, deputados, temos recebido com pedido para que a PEC-245 seja votada e aprovada. Tal emenda transforma em subsídio a remuneração dos militares das Forças Armadas, vinculando o Almirante-de-Esquadra ao fixado para os Ministros do Superior Tribunal Militar. Caso promulgada hoje, os “4 estrelas” perceberiam R$ 20.947,50, contudo o restante da tropa, segundo a própria PEC, continuaria dependendo da boa vontade do Presidente da República para ter reajustes. Leia o que diz a PEC-245, de 2008:
 

“Art. 1º Esta emenda tem por objetivo fixar a remuneração dos Almirantes de Esquadra, Generais de Exército e Tenentes Brigadeiros em valor correspondente a noventa e cinco por cento do subsídio mensal pagos aos Ministros do Superior Tribunal Militar.
 
Art. 2º ... VIII - A remuneração dos Almirantes de Esquadra, Generais de Exército e Tenentes Brigadeiros, fixada na forma do § 4º do art. 39, corresponderá a noventa e cinco por cento do subsídio mensal pago aos Ministros do Superior Tribunal Militar, e a remuneração dos demais integrantes da carreira militar será fixada em lei e escalonada conforme os respectivos postos e graduações, não podendo a diferença entre uma e outra ser superior a trinta por cento ou inferior a cinco por cento, obedecido, em qualquer caso, o disposto no art. 37, inciso XI. (NR)” – TEXTO COMO CONSTA NA PEC (GRIFOS MEUS)


      Creio que a proposta não foi entendida pois do contrário não estariam solicitando apoio aos parlamentares para sua aprovação. O texto apenas indexa o subsídio do Almirante-de-Esquadra (Gen Ex e Ten.-Brig.) e que os demais serão fixados em lei, com diferenças máxima de 30% e mínima de 5% entre cada posto/graduação.
 
      Se qualquer militar, de Vice-Almirante a Soldado, comprovar qual será o seu subsídio no caso de aprovação da PEC 245, nunca mais serei candidato ao cargo de deputado federal. Ainda afirmo, de Contra-Almirante para baixo, todos, hipoteticamente, poderiam ter sua remuneração diminuídas. A PEC em questão é uma afronta aos integrantes das FFAA. A intenção pode ter sido boa contudo, na prática, é um desastre.
 
      Estou à disposição dos Presidentes dos Clubes Militares, no Rio de Janeiro, para debater não só a PEC 245 bem como assuntos relacionados com a previdência militar.

PL 5.919 (TAIFEIROS DA AERONÁUTICA)

      Começa a tramitar, na Câmara, o Projeto de Lei nº 5.919, de 24/09/2009, que “dispõe sobre o acesso à graduações superiores de militares oriundos do Quadro de Taifeiros da Aeronáutica” propiciando sua promoção até a graduação de suboficial, a exemplo da Marinha.
 
      O Projeto de Lei 5919, de autoria do Poder Executivo, após sanção, permitirá a busca do mesmo tratamento aos Taifeiros do Exército.
 

Atenciosamente,
 
JAIR BOLSONARO – Cap R1
Deputado Federal – Tel: (61) 3215-5482
www.bolsonaro.com.br


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