>> vergonha nacional >> Impunidade >> impunidadE I >> impunidadE II >> VOTO CONSCIENTE >>> lEIA, PARTICIPE E DIVULGUE

Agradeço as oportunas e coerentes intervenções dos comentaristas criticando o proselitismo irresponsável do globoritarismo apoiado pela mídia amestrada banalizando as Instituições e o Poder do Estado para a pratica sistemática de crimes. Os brasileiros de bem que pensam com suas próprias cabeças ja constataram que vivemos uma crise moral sem paralelo na historia que esgarça as Instituições pois os governantes não se posicionam na defesa da Lei e das Instituições gerando uma temerária INSEGURANÇA JURÍDICA. É DEVER de todo brasileiro de bem não se calar e bradar Levanta Brasil! Cidadania-Soberania-Moralidade

8.23.2010

NAZISMO & COMUNISMO: DUAS LADOS DA MESMA MOEDA.



Paulo Diniz - Professor de História

Muito tem sido feito, ao longo de décadas, para exorcizar o fantasma do nazismo. Assim, filmes, livros, peças de teatro, etc., foram produzidos em quantidade praticamente incalculável, demonstrando os horrores, a violência e a brutalidade do regime dirigido por Adolf Hitler.
Porém, seria interessante lembrar um aspecto há muito tempo omitido pelos formadores de opinião: qual o papel do regime comunista soviético numa das maiores tragédias da história da humanidade, a Segunda Guerra Mundial?
Esse assunto tem sido convenientemente esquecido, em grande parte, por problemas de ordem ideológica. Afinal, a maior fatia da mídia é de esquerda, e não seria de se esperar que o comunismo fosse devidamente associado ao nazismo. Por outro lado, com alguma freqüência é possível ler notícias do tipo “ex-nazistas serviram aos norte-americanos durante a Guerra Fria”, ou então “Inglaterra planejou atacar a URSS logo após o final da Segunda Guerra Mundial”, sempre procurando criar algum tipo de vinculação entre os norte-americanos e britânicos e o nazismo. Contudo, nunca é escrita nem uma linha sequer com notícias semelhantes envolvendo a URSS, ela sim o verdadeiro capanga do grotesco regime nazista. Ao contrário. Em uma matéria publicada no jornal paulista “Diário de São Paulo”, no mês de dezembro de 2001, a professora da USP Maria José de Aquino foi entrevistada, e era possível perceber a sua “indulgência” em relação à antiga URSS (a matéria abordava os dez anos do fim do regime comunista soviético). Em determinado ponto, a professora afirmava que “ninguém está sendo pró-Rússia, mas pelo menos havia um equilíbrio de poder com os Estados Unidos”. A ilustre professora só se esqueceu de falar sobre o horrendo e assassino regime que governou a Rússia no auge dos tempos do “equilíbrio de poder” ao qual ela se referia.

Texto completo em: http://montedo.blogspot.com/

CONVITE


A Diretoria da Liga da Defesa Nacional /RJ

tem a honra de convidar V.Exa/V.Sa e família para a solenidade de

Abertura da Semana da Pátria,

dando início a

73ª Corrida do Fogo Simbólico da Pátria

a realizar-se no

Monumento Nacional aos Mortos da 2ª Guerra Mundial

(Monumento aos Pracinhas)

Data : 29 de agosto de 2010

Horas 08:30 hs

Av. Infante Dom Henrique, 75 - Glória - Aterro do Flamengo

Traje : Passeio Completo



7.12.2010

A Venezuela está a,caminho do desastre

11 de julho de 2010 

JOSÉ ROBERTO MENDONÇA DE BARROS - O Estado de S.Paulo

A Venezuela é aquele país que, segundo nosso presidente, tem democracia demais. Apesar disso, os esforços para o aprimoramento democrático não param: o ex-ministro General Baduel (aquele que garantiu o poder a Chávez) foi condenado a oito anos de prisão, os esforços para fechar o único canal oposicionista de TV estão quase concluídos, com o pedido de prisão de seu diretor, enquanto outros críticos (como Oswaldo Alvarez Paz, ex-governador do Estado de Zulia) são presos. Ainda isso é pouco, pois a democracia tem de ser defendida de seus inimigos solertes; nessas condições, como mostrou o Estado em matéria publicada em 16 de junho passado, a ajuda de Cuba tem sido inestimável. Agentes da democracia vizinha participam cada vez mais do controle militar e da segurança interna, matéria na qual o aparato cubano é craque respeitado em todo o mundo.

Entretanto, o controle político do presidente Chávez vem sendo sistematicamente testado pela firme deterioração da economia venezuelana. Apenas para se ter uma ideia, dos dezoito países cobertos pelo Latin American Consensus Forecast (edição de junho), a Venezuela é o único no qual se projeta uma queda no PIB, para uma média do crescimento regional de 4,5%.
A desordem econômica é profunda e generalizada. Comecemos pelos números: o PIB venezuelano caiu 3,3% em 2009 (depois de crescer 4,8% em 2008) e é projetada uma contração de mais 4,1% em 2010 (dados do Consensus). A estimativa mais recente disponível é do Morgan Stanley, que projeta um mergulho de 6,2% para este ano e mais queda (1,2%) para 2011. Os investimentos caíram 3,3% em 2008 e 8,2% em 2009. Para 2010, projeta-se queda entre 12,5% (Consensus) e 28% (Morgan Stanley). Da mesma forma, o consumo caiu em 2008 (3,2%), cifra que deve se repetir neste ano. O que cresce mesmo é a inflação: os preços ao consumidor se elevaram 32% em 2008 e 27% no ano seguinte. Para 2010, a inflação deve atingir 40% e ficar por aí em 2011.

Deterioração. A recente situação econômica é fruto de uma longa deterioração em várias frentes, que as elevações dos preços de petróleo até 2008 mascararam, uma vez que as receitas externas facilitavam as importações e geravam recursos para os gastos do governo central. Vejamos as principais. Petróleo: no final de 2000, a Venezuela produzia 3 milhões de barris de óleo por dia; entre fevereiro e maio deste ano, a extração média foi de 2,3 milhões de barris/dia, segundo a Opep, ou uma queda de quase 25%. Uma sistemática redução dos gastos de manutenção e de investimentos em novos campos, resultante do desvio do caixa da empresa para cobrir gastos correntes do governo, explica esse resultado.
 
A situação é tão difícil que a PDVSA acumulou uma dívida de mais de US$ 21 bilhões com prestadores de serviços e fornecedores. O problema é estrutural e dificilmente será revertido a curto e médio prazo, mesmo após o acordo de exploração com a China. Como os preços do petróleo estão em queda, podendo chegar a US$ 60, a geração de caixa irá piorar ainda mais.
Setor externo: o petróleo é o único item relevante na pauta de exportações da Venezuela. A lenta redução na produção e a queda na cotação do produto após 2008 resultaram numa contração da oferta de divisas. Como a limitação da produção local exige grandes importações para atender o consumo doméstico, o mercado de câmbio ficou muito pressionado, especialmente depois da forte queda nas reservas de divisas.
 
Essas caíram de US$ 32 bilhões, em 2008, para a faixa de US$ 17 bilhões nos dias de hoje, o que levou as autoridades a estabelecer controles diretos e racionamento das divisas (Cadiv). Nessas condições, as empresas passaram a buscar o mercado paralelo de dólares para pagar pelas importações. Estima-se que 30% das importações chegaram a ser liquidadas desta forma, naturalmente numa taxa de câmbio muito mais desvalorizada que a cotação oficial. Entretanto, o vezo autoritário do governo o levou a aprovar legislação que criou penas drásticas para coibir o mercado paralelo.
 
A solução policial para um problema econômico, como é usual, só vai agravar a situação, pois se for bem-sucedida, a recessão e a inflação se elevam com o choque de oferta; se mal sucedida, a desordem e a inflação ficam mais agudas. Infraestrutura: o grande crescimento dos gastos correntes do governo central, da mesma forma que o ocorrido na produção de petróleo, reduziu as despesas de manutenção e investimento nas áreas de estradas e energia elétrica. Há poucos anos, um grande trecho da estrada que liga Caracas ao principal porto do país simplesmente ruiu, por falta de manutenção. Como resultado, durante dois anos o transporte se fez por um caminho precário e mal adaptado para uso intensivo, com elevação apreciável de custo. Nestes dois últimos anos, por outro lado, a Venezuela conviveu com apagões na rede elétrica, que neste ano (por causa de uma forte seca) se transformou em racionamento explícito em boa parte do país. As restrições na oferta de energia elétrica explicam parte do mergulho recessivo do país.

Oferta de alimentos: a Venezuela sempre importou alimentos. Entretanto, a situação piorou muito tendo em vista as contínuas intervenções do governo, via tabelamentos, ameaças de expropriação e importações subsidiadas. Estabelece-se então um círculo vicioso: a oferta cai, o governo ameaça e intervém na comercialização, o que leva a reduções adicionais na produção; com a restrição de divisas, o abastecimento via produtos importados é incerto e insuficiente, o que eleva a inflação, reiniciando o circuito. No final, perdem produtores e consumidores.
Intervenção e ineficiência: não deve ser surpresa a constatação de que a economia venezuelana é cada vez mais ineficiente, desde a operação da PDVSA, passando pelos serviços de infraestrutura, por mais de 700 nacionalizações de empresas, pelo capitalismo de compadre (boliburgueses) e chegando à tentativa frustrada de estatizar o abastecimento, como é o caso da rede Mercal. Nada é mais simbólico da ineficiência da economia do que a descoberta de mais de trinta mil toneladas de alimentos importados que apodreceram em algum pátio. A insegurança jurídica é total, a segurança pública piora.
 
Com a inflação elevada, mesmo as tentativas de redistribuição de renda se reduzem com o custo de vida mais alto. Só uma coisa é certa: o presidente Chávez se aproxima cada vez mais de uma ditadura explícita. Implicações. A situação da economia de Venezuela sugere pelo menos duas implicações para o Brasil. Em primeiro lugar, o saldo comercial bilateral (que começou a se elevar a partir de 2004 e atingiu a faixa de US$ 5 bilhões em 2008) não é sustentável. A recessão e a escassez de divisas limitam as importações. Em 2009, o saldo se reduziu para US$ 3,6 bilhões, caindo mais de 15% nos primeiros cinco meses deste ano em relação a igual período do ano passado, sugerindo um número da ordem de US$ 2,5 bilhões. Além disso, são recorrentes os atrasos no pagamento das importações. Devemos continuar exportando para lá, mas sem grandes expectativas.

Finalmente, patrocinar a entrada da Venezuela no Mercosul é uma das maiores esquisitices da nossa diplomacia. Juntar o que não funciona (Mercosul) com um país em crise, que não soma muito em termos econômicos e com um líder sem limites, não pode dar certo. Seria risível, se não fosse trágico, imaginar que a soma dos Kirchners com Chávez possa produzir algo construtivo.

ECONOMISTA DA MB ASSOCIADOS

7.11.2010

Nem tudo que reluz é Ouro...

Por Arlindo Montenegro

...Nem tudo que balança, cai! A civilização cristã está sendo fortemente abalada pela exposição da síntese, antes secreta e agora transparente, que une os propósitos marxistas aos dos banqueiros e mega empresas de propriedade das famílias coroadas e seus descendentes. Já sabemos que a familia Rothschild financiou Marx, Engels, Lenin e Trotski.

Já sabemos dos interesses daqueles que se dizem "iluminados" (illuminati), aristocratas e suas práticas satanistas, das fraudes, das guerras e de como fazem fortuna com seus laboratórios espalhando medicamentos, vacinas e agrotóxicos. Como atuam nos cenários de guerra, disponibilizando o material logístico para ambos os contendores, sempre lucrando. O brilho do ouro e o fascínio do poder os mobiliza. Aí, "os fins justificam os meios"!


A mesma tecnologia utilizada para eleger o "homem que nunca existiu" presidente dos EUA, o homem que gasta milhões de dólares para esconder sua certidão de nascimento, está sendo utilizada, sob contrato milionário, para ajudar a moça que "não se lembra" se assinou, nem sabe onde estão os milhões de dólares que roubou junto com seu companheiro Minc.

Estes dois e outros governantes citados nos computadores de Raul Reyes, o comandante das Farc morto pelo Exército Colombiano, querem consolidar o estado do partido comunista. Querem cumprir à risca os ditames dos construtores da nova ordem mundial: acabar com os nacionalismos, culturas, religiões e inaugurar o estado mundial do big brother, com provável sede visível na ONU.


A mesma ONU responsável pelas fraudes do IPCC, aquecimento global e outras mentiras amplamente divulgadas por Al Gore. O Brasil foi à conferência em Copenhague, com mais de 600 "turistas" na representação. Lá estiveram a ex-guerrilheira e seu amigo Minc. As mentiras foram expostas e a conferência gorou! Os peso pesados não conseguiram formalizar a autoridade supranacional desejada.

Mas continuam avançando agressivamente. O Putim quer restabelecer as fronteiras da União Soviética. A China ocupa o mundo com seus produtos baratos e investimentos discretos. Os EUA reconhecidos como exemplo de sociedade democrática e sucesso da economia capitalista, a mais rica e poderosa (cultural e militarmente) nação, cambaleia. Exauridos pelas guerras e pelo Federal Reserve, que fabrica dólares sem limite e impõe regras econômicas para o mundo.

"Nas matas", sem cachorro, sem educação, falham os cérebros, intelectuais, militares, produção acadêmica, projetos de longo prazo. Conseguimos chegar ao analfabetismo funcional crônico, acentuadamente nos ultimos 16 anos, quando o Gramsci, Foucault, Marilenas, Marx e Paulo Freire, foram introduzidos como pensadores exponenciais e exclusivos da educação brasileira. A responsabilidade individual dos mestres conscientes, percebe o crime contra a infância e juventude, imposto pelas políticas oficiais coletivistas.


Mas nem tudo está perdido. Hoje temos (até quando não sabemos) as ferramentas de informação que a web proporciona. Se não traduzem os livros, se não divulgam as notícias, se não fazem análises críticas locais, por incompetência e por seguirem as técnicas da "espiral do silêncio" (silêncio sobre as informações que expõem o banditismo dos poderosos e cala sobre o que ocorre de positivo na literatura, nas ciências, nas artes e nas políticas).

Mas a web informa e mostra. Os blogueiros e jornalistas independentes estão em atividade. Lançam para o mundo, em tempo real, fatos, documentos, comentários, imagens sobre as manobras maquiavélicas de bandidos e tiranos alçados ao poder, fraudes veiculadas como verdades, mostram o terrorismo da informação construída para fazer-nos acreditar em mentiras e adotar o comodismo medroso do não pensar, não fazer, não opinar.

Já aprendemos que as promessas-pílulas-douradas, reluzentes e repetidas são distrações. E quem já está se dando conta disso é um dos cabeças, que manobra a guerra permanente do estado contra os cidadão, urbi et orbi. Em 2005 Zbigniew Brzezinski e Francis Fukuyama fundaram a revista "The American Interest".

No primeiro número, ele assinou um artigo - "O dilema do último soberano" – afirmando que "O acesso quase universal ao rádio, à televisão e, crescentemente, à Internet, está criando uma comunidade de percepções e inveja compartilhadas, que pode ser galvanizada e canalizada por políticas demagógicas ou paixões religiosas... estas energias representam um desafio para a hierarquia global liderada pelos EUA."


E indicou a linha de ação afirmando que a democracia é uma resposta parcial: "A busca por dignidade política, especialmente por intermédio da autodeterminação nacional e transformações sociais, é parte do pulso de autoafirmação dos subprivilegiados do mundo... A democracia para alguns, sem justiça social para os muitos, era possível na era aristocrática, mas não mais na era do despertar político em massa..."

Acrescente-se a isto o que Brzezinski, membro do poderoso CFR e do Grupo Bilderberg, advertiu em recente conferência no Canadá: "pela primeira vez em toda a história humana, a Humanidade está politicamente desperta - esta é uma realidade totalmente nova - não tem sido assim durante a maior parte da história humana... em todo o mundo, pessoas comuns estão conscientes das iniquidades, desigualdades, falta de respeito e exploração globais".

Que as respostas sejam racionais! Inclusive entre nós, onde se implantam governos totalitários. Exceto na Colombia, Chile, Honduras, Panamá... onde a democracia balança, mas não cai!

Arlindo Montenegro é Apicultor.
do Alerta Total – www.alertatotal.net

7.06.2010

Colégios Militares IMPORTANTE!!!

 
 Tudo que presta, que contribui para o desenvolvimento do País, precisa ser destruído para que a mediocridade possa continuar a governar o Brasil.
 
Agora, é necessário acabar com os COLÉGIOS MILITARES. São doze e, tradicionalmente, os melhores do Ensino Médio no Brasil.

Estão reclamando porque lá se ensina a verdadeira história da Pátria.
 
Lá não se enaltecem os gatunos dos mensalões e os destruidores do País.
 
Lá não se ensina a mentir como se mente no blog da candidata a presidente e mente a própria candidata que falsificou até o seu curriculum vitae.
Nos Colégios Militares, ensina-se a vitória dos GUARARAPES, resultado da União das raças (preto - branco e índio) que derrotaram o melhor exército do mundo, na época.
 
Lá se ensina que foram os paraguaios que invadiram o Brasil, apossando-se de URUGUAIANA, FORTE COIMBRA E CORUMBÁ e não a mentira implantada e contada pelo comunista e historiador argentino León Pomer, que publicou que o "Brasil matou 95% da população masculina do Paraguai" e por aí vai e a versão brasileira é de Júlio José Chivenato que nos apresenta como submissos à política externa Inglesa e outros "bichos".

Quem quiser saber a verdade que compre o livro GUIA POLITICAMENTE INCORRETO DA HISTÓRIA DO BRASIL DE LEANDRO NARLOCH.
 
Neste livro vamos encontrar a versão correta do problema indígena, quando o Ministério da Educação, que deseduca, fala em genocídio contra os índios e outras safadezas criadas pela mediocridade esquerdista e ladra brasileira.

A raiva contra o IME, o ITA, as Academias Militares e os Colégios Militares é que são escolas de Excelência.
 
Os alunos destes estabelecimentos de Ensino são, competentes, disputados no mercado de trabalho pelas seguintes razões: são responsáveis, são preparados, são disciplinados, são cumpridores do dever, aprenderam que ser honesto é uma obrigação do cidadão, são leais aos seus superiores e sabem comandar e obedecer.

Nos COLÉGIOS MILITARES, há a seleção pelo mérito e não pela lei do GERSON.
 
Lá se desenvolve o caráter do jovem, ensinando os valores que dignificam o homem.
 
Como é necessário e urgente destruir os valores da formação moral da Nação Brasileira é preciso que sejam os mesmos destruídos para que continuem a dominar a safadeza, a falta de caráter, o roubo, o assassinato, a mentira, a desonestidade, a canalhice, a sem-vergonhice, o domínio dos sacripantas, velhacos e outros termos ditos pelos que foram traídos agora e estão mostrando a desgraça para onde marcha o Brasil.
Os Colégios Militares formam a elite pensante brasileira.
 
Nenhum dos mensaleiros, cuequeiros, terroristas, transportadores de dólares, malas, matadores profissionais (Santo André) etc. cursaram algum Colégio Militar.
 
Eles estudaram na escola do crime.

Aconselhamos aos detratores que estudem e leiam Nabuco, Taunay, Calógeras, Rocha Pombo, a coleção Brasiliana, Fragoso, Lira Tavares e não procurem fugir do debate, indo para os EUA ou Europa com medo da falta total de Cultura. 

VAMOS REPASSAR PARA INFORMAR!
 
A INTERNET É A NOSSA ARMA!
 

6.28.2010


FORÇAS ARMADAS SOCORREM COMUNIDADE ISOLADA EM ALAGOAS


Militares das Forças Armadas transportam alimentos para povoado isolado em Alagoas
O povoado de Caruru, distrito do município de São José da Laje, cerca 110 quilômetros de Maceió, continua isolado mesmo após mais de uma semana das enchentes que atingiram o Estado de Alagoas. As pontes que davam acesso à comunidade, composta por 75 famílias, estão danificadas. Não há luz e a ajuda humanitária aos cerca de 400 moradores da localidade só chega por meio de helicópteros das Forças Armadas. Aeronaves da Força Aérea Brasileira (FAB) e do Exército transportaram no sábado, dia 26, cestas básicas que foram distribuídas para a população local, cuja principal atividade econômica é o trabalho nas lavouras de cana-de-açúcar. Veja como foi a enchente no povoado de Caruru
A situação no povoado é dramática. No único mercado da cidade, o estoque de mantimentos só dura uma semana. Uma cesta básica, com itens simples, sai por cerca de R$ 42 reais. O grande problema é que a população não tem dinheiro, pois os bancos mais próximos também estão com problemas por causa da falta de luz. Os mantimentos transportados pelas Forças Armadas têm sido fundamentais para a população. Josileide de Lima, 31 anos, recebeu os mantimentos e acredita que poderá sobreviver por mais duas semanas com os alimentos que chegaram nas asas das aeronaves das Forças Armadas. “Essa ajuda vai ser muito importante. Se não tivesse esse auxílio, não sei como seria. No mercado só pode comprar quem tem dinheiro”, diz Josileide de Lima. “Aqui a ajuda só chega de helicóptero. Não tem como. Os carros daqui estão todos parados e não conseguem transportar ninguém. E agora está acabando o gás. As pessoas estão cozinhando na casa dos vizinhos ou em fogão a lenha”, completa Josélia Lima, irmã de Josileide. Assista aqui a Operação de transporte de mantimentos realizada pela FAB
Quando uma aeronave chega ao povoado o alvoroço é total. Muitos estão vendo um helicóptero de perto pela primeira vez na vida. No pequeno campo de futebol, onde a aeronave pousa para desembarcar os alimentos, a população já se posiciona para transportar as cestas básicas, que são guardadas na escola da comunidade. O pequeno Willian de Souza Lima, com apenas 10 anos, apesar da pouca idade, é um dos voluntários que auxiliam na tarefa. “Eu sinto o maior prazer em ajudar o povo. Pego um carrinho de mão e trago para cá ou coloco uns três quilos no ombro e saio. Cansa , mas eu ajudo”, diz Lima.
Autoridades médicas também visitaram a comunidade de Caruru. O Major-Médico do Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Alagoas, Antônio Luis Santos Medeiros, realizou uma análise das condições de saúde do povoado. “Estamos aqui para verificar a necessidade ou não de um hospital de campanha já que aqui não há acesso rodoviário para cá. Em termos de saúde, esta população não foi tão atingida. Há alguns problemas crônicos, de pele, mas nada grave no momento, Mas precisamos verificar daqui a uma semana, quando começarem a surgir as doenças decorrentes do contato com às águas, como diarréia que é mais aguda, hepatites leptospirose e outras doenças”, explicou o médico.
Assista os depoimentos
Fonte: Do enviado especial, Tenente Flávio Nishimori
FAB

Transcrito do Blog "montedo.com":

http://montedo.blogspot.com/


6.26.2010


POR QUE ESTÃO QUERENDO ACABAR TAMBÉM COM OS COLÉGIOS MILITARES?



Enviado por Cantídio Dantas: cantidio.dantas@bol.com.br

Tudo que presta, que contribui para o desenvolvimento do País, precisa ser destruído para que a mediocridade possa continuar a governar o Brasil. Agora, é necessário acabar com os COLÉGIOS MILITARES. São doze e, tradicionalmente, os melhores do Ensino Médio no Brasil.
Estão reclamando porque lá se ensina a verdadeira história da Pátria. Lá não se enaltecem os gatunos dos mensalões e os destruidores do País. Lá não se ensina a mentir como se mente no blog da candidata a presidente e mente a própria candidata que falsificou até o seu curriculum vitae.
Nos Colégios Militares, ensina-se a vitória dos GUARARAPES, resultado da União das raças (preto – branco e índio) que derrotaram o melhor exército do mundo, na época. Lá se ensina que foram os paraguaios que invadiram o Brasil, apossando-se de URUGUAIANA, FORTE COIMBRA E CORUMBÁ e não a mentira implantada e contada pelo comunista e historiador argentino León Pomer, que publicou que o “Brasil matou 95% da população masculina do Paraguai” e por aí vai e a versão brasileira é de Júlio José Chivenato que nos apresenta como submissos à política externa Inglesa e outros “bichos”.
Quem quiser saber a verdade que compre o livro GUIA POLITICAMENTE INCORRETO DA HISTÓRIA DO BRASIL DE LEANDRO NARLOCH. Neste livro vamos encontrar a versão correta do problema indígena, quando o Ministério da Educação, que deseduca, fala em genocídio contra os índios e outras safadezas criadas pela mediocridade esquerdista e ladra brasileira.
A raiva contra o IME, o ITA, as Academias Militares e os Colégios Militares é que são escolas de Excelência. Os alunos destes estabelecimentos de Ensino são, competentes, disputados no mercado de trabalho pelas seguintes razões: são responsáveis, são preparados, são disciplinados, são cumpridores do dever, aprenderam que ser honesto é uma obrigação do cidadão, são leais aos seus superiores e sabem comandar e obedecer.
Nos COLÉGIOS MILITARES, há a seleção pelo mérito e não pela lei do GERSON. Lá se desenvolve o caráter do jovem, ensinando os valores que dignificam o homem. Como é necessário e urgente destruir os valores da formação moral da Nação Brasileira é preciso que sejam os mesmos destruídos para que continuem a dominar a safadeza, a falta de caráter, o roubo, o assassinato, a mentira, a desonestidade, a canalhice, a sem-vergonhice, o domínio dos sacripantas, velhacos e outros termos ditos pelos que foram traídos agora e estão mostrando a desgraça para onde marcha o Brasil.
Os Colégios Militares formam a elite pensante brasileira. Nenhum dos mensaleiros, cuequeiros, terroristas, transportadores de dólares, malas, matadores profissionais (Santo André) etc. cursaram algum Colégio Militar. Eles estudaram na escola do crime.
Aconselhamos aos detratores que estudem e leiam Nabuco, Taunay, Calógeras, Rocha Pombo, a coleção Brasiliana, Fragoso, Lira Tavares e não procurem fugir do debate, indo para os EUA ou Europa com medo da falta total de Cultura.

Transcrito do Blog do Armindo Abreu (www.armindoabreu.blogspot.com).



6.19.2010

COLÔMBIA SOB ATAQUE.




Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net

Por Arlindo Montenegro

Neste domingo, os cidadãos da vizinha Colômbia vão eleger seu Presidente, sob ataque do Partido Comunista (legal), seus contingentes armados e da mídia, controlada pelo CFR americano, que prestigia a esquerda e silencia os assuntos conservadores.

A escolha será entre Juan M.Santos, candidato apoiado pelo aual Presidente Uribe e um caricato professor, amigo de Chaves e badalado pelas esquerdas – universitários, verdes, comunistas, seguidores do Foro de São Paulo, que manifestaram seu espanto diante da baixa votação no primeiro turno.

Nos debates pre eleitorais, o professor Mockus, que já havia desfilado vestido de super homem e, numa ocasião, baixou as calças e mostrou o traseiro para estudantes numa assembléia universitária, disse não conhecer Chavez. Logo apareceu um vídeo em que trocava afagos com Chavez. Pior, condenou por antecipação o Coronel Luis Alfonso Plazas Vega.

O coronel Plazas Vega é vítima de um processo engendrado pelos seguidores do ELN e FARC infliltrados no poder judiciário, um processo ainda em andamento, em que a juiza negou o acesso da defesa às testemunhas e a "provas" fraudulentas. A juiza pronunciou a sentença e deu no pé para viver no exterior.

Toda a Colômbia sabe, do ódio que os narcotraficantes das Farc contra o Coronel Plazas Vega, que levou à cadeia bandidos como Pablo Escobar e outros, intimamente ligados e financiadores das FARC, que logo assumiram o controle aberto da produção e venda de cocaína. O ilustre brasileiro Fernandinho Beiramar foi preso num daqueles acampamentos guerrilheiros, onde trocava armas contrabandeadas por cocaína.

Os esquerdistas nos Estados Unidos, situados no governo Obama e nas Universidades, Fundações e Institutos de Pesquisa, ensaiam a hegemonia do poder mundial centralizado. Ali se deu o "Diálogo Interamericano" de que participaram Fernando Henrique e Lula.
Dalí saiu a idéia de criar o Foro de São Paulo, encomenda que Lula cumpriu com ajuda do seu guru Fidel Castro, um audaz narcotraficante, que teve suas operações descobertas pela DEA e para livrar-se, acusou publicamente e mandou fuzilar um dos seus generais.

Uma das diretrizes do Foro de São Paulo, bem na linha dos discursos e documentos dos coletivistas instalados na ONU, é o sucateamento, a desmoralização e posterior desmobilização dos exércitos nacionais, para subsituir por um exército continental, "força de paz", para intervenções do poder mundial extra fronteiras. Defesa nacional, zero!

Tudo faz inferir que o Foro de São Paulo atua como executor das estratégias daquelas organizações e grupos econômicos que desejam mais poder, concentrado em blocos de nações. É mais fácil negociar com ditadores totalitários e obedientes corruptos, que negociar com nações soberanas, negociar com homens livres atuando com independência, agindo em nome e na defesa do bem comum de seus povos, limitando suas decisões aos três poderes do modelo democrático tradicional.

Os colombianos conhecem a dor dos filhos menores forçados a servir nas fileiras da FARC e ELN; conhecem o terror às minas espalhadas nas áreas rurais, que amputam e matam gente inocente; os colombianos entendem as limitações da nação envolvida numa guerra que já dura mais de meio século sangrando os recursos da pátria. Por isto preza e admira com gratidão seu exército.

Nós, brasileiros, convivemos com governantes admiradores e defensores das FARC. Nosso governo socialista no político e capitalista nas políticas econômica, defende o propósito do Foro de São Paulo e dos comunistas radicais: defende união de repúblicas socialistas "bolivarianas", com um parlamento não eleito. A Venezuela já sofre a falta de alimentos, o desemprego e a violência crescente, com um General cubano participando do governo de Chavez.

Por enquanto, este governo dá dá abrigo e proteção aos narcoguerrilheiros e bandidos. Por enquanto carecemos de informação ampla, livre, sobre o significado das políticas exteriores, sobre o significado de desobediência, desprezo às leis, corrupção e o significado desta caricatura de presidente, aprovado e promovido por uma ampla campanha de propaganda paga pelos cofres públicos no exterior.

As nossas Forças Armadas já estão em curso final de imobilização como instituição independente para agir com poderes definidos. Como as do Peru, do Chile, da Argentina e mais radicalmente as da Venezuela, onde mandam os cubanos. Mas o Brasil tem as portas abertas para a cocaína das Farc e da Bolívia, a maconha do Paraguai e o crack não sei de onde, tudo controlado para financiar as atividade as FARC colombianas e as aventuras de Chaves, Castro e do Foro de São Paulo.

O Brasil é hoje o maior entreposto e o país onde o consumo cresce assustadoramente. Onde a violência mata mais que nas guerras em curso. A imprensa alardeia isto. Mantém o terrorismo da informação sem indicar as causas políticas. É incoerente! É absurdo! É próprio de psicopatas. Que a Colômbia resista e vença os ataques. E nós também, um dia.

Imagens assustadoras

PS – Vale a pena assistir a um documentário televisivo produzido pelos espanhóis do Reportoros Cuatro. Estamos muito próximos de uma radicalização e de um conflito armado na América Latina.


Arlindo Montenegro é Apicultor.

Transcrito do Blog "Alerta Total" do jornalista Jorge Serrão (link junto ao título)



6.09.2010

Abertas as inscrições para o Seminário “As Realidades Regionais”


5º evento do ciclo de seminários “Segurança Internacional: Perspectivas Brasileiras”, a realizar-se no dia 16/06/2010

04/06/2010

Local: Clube Naval de Brasília – Setor de Clubes Esportivos Sul – Trecho 2 – Lotes 6A/6B - Brasília, DF.

A inscrição é gratuita e pode ser efetuada, até 14 de junho. As vagas são limitadas.
Haverá distribuição de certificados de participação. Para efetuar sua inscrição acesse:

http://www.segurancainternacional.com.br/cadastro-marinha.html

Informações adicionais, pelo telefone: (61) 3429-1711.

Programação

As Realidades Regionais de Segurança
Data do Seminário: 16 de junho de 2010
Local: Clube Naval, Brasília-DF

Abertura às 09h00
Ministro de Estado da Defesa – Nelson A. Jobim
Comandante da Marinha – Almirante Julio Soares de Moura Neto

Moderador: Alcides Costa Vaz

1º painel às 09h30

América central e do norte
1. A recriação da Quarta Esquadra e seu significado; Almirante José Alberto Accioly Fragelli
2. O narcotráfico e a segurança nacional mexicana; Alberto Pfeifer

África
3. A penetração chinesa no continente e suas implicações estratégicas; Williams Gonçalves
4. Atlântico Sul e Costa ocidental da África: os interesses estratégicos brasileiros e a questão energética; José Sergio Gabrielli

Intervalo de almoço às 12h00

2º painel às 14h00

Europa
5. O futuro da OTAN; Darc Costa
6. A segurança energética na Europa e o papel da Rússia; IBP
7. A França e sua inserção na segurança européia; Antonio Carlos Lessa

3º painel às 16h30

Oriente Médio
8. Perspectivas de resolução do conflito árabe-israelense; Reginaldo Nasser
9. A questão nuclear no Oriente Médio; Márcio Scalércio

Ásia-Pacífico
10. A China como potência militar global: se, quando e como? Severino Cabral
11. As opções estratégicas do Japão; Carlos Lessa

Encerramento às 18h30

Recebido por e-mail.

5.22.2010


OLHAI A CRISE DO MUNDO!!!



Aristoteles Drummond, jornalista, é vice-presidente da Associação Comercial do Rio de Janeiro

Pior cego é o que não quer ver, diz a voz do povo. A crise mundial não está superada – apesar de encaminhada. Mas demandará tempo para a União Europeia e o Tesouro dos EUA se recuperarem de tantos bilhões de retorno duvidoso para salvar portadores de títulos sem lastro, de países que gastam o que não podem. Grécia e Portugal pagam 14 salários a seus trabalhadores, enquanto a China, Índia e Leste Europeu estão com mão-de-obra muito mais barata. Por isso, não atraem investimentos e perdem o que têm. Portugal acabou com a indústria têxtil e vidreira, tem dificuldades em seu custeio da máquina pública por políticas liberais quanto a salários e vantagens. Ou seja, a velha história da irresponsabilidade socialista.

O capital dos países do chamado Primeiro Mundo estará voltado para apagar seus incêndios e recuperar a capacidade de competir. A China e a Índia dependem dos mercados europeus e americanos para manter o crescimento. Na verdade, são nossos concorrentes; não parceiros. Nossa pauta de exportação e manufaturados vem encolhendo, perdendo qualidade. E o que resta no agronegócio ainda é punido pelo noticiário maldoso, pela ação do MST e pela queda dos preços. Sem falar na falta de infraestrutura. Não podemos crescer três anos seguidos em torno dos 5%, uma vez que não temos estradas, portos e, talvez, nem energia.

O desemprego que assombra a Europa tem sua versão aqui na falta de mão-de-obra para suportar novos investimentos. Não temos engenheiros suficientes nem técnicos em petróleo. Nossos médicos preferem lutar por um emprego de dois mil reais no Sudeste a ganharem dez a 15 mil no interior, no Norte ou no Nordeste.

E perdemos tempo na futricaria política, na demagogia ao se discutir a diminuição da carga horária semanal de nossos trabalhadores. Parece piada!!!

José Luis Alqueres, presidente a Associação Comercial do Rio e executivo sênior do setor elétrico, lembra que já exportamos os mesmos equipamentos que estamos importando. Algo, portanto, não está certo.

É preciso humildade e ação nesse momento. Os próprios candidatos devem mostrar projetos de recuperação sustentada da economia e responsabilidade nos gastos públicos e, especialmente, na eficiência no trato da legislação – seja ela fiscal, trabalhista ou portuária – para que possamos atrair investimentos de fora e estimularmos os nossos próprios investidores. Apelações como as de se falar mal de banqueiro não resolve nada. Muito pelo contrário.

É momento de reflexão e não de se brigar com a realidade internacional. Os jornais lá de fora já andam desconfiados de nossa inércia.


Transcrito da página:

http://www.aristotelesdrummond.com.br/olhai-a-crise-do-mundo.asp



5.13.2010


Os militares precisam descobrir a força que a instituição tem, BRASIL.



*Vale a pena conferir...*



*Vale a pena ser lido na íntegra*

Há anos venho acompanhando as notícias sobre o desmantelamento das
Forças Armadas e sobre a relu­tância dos governos de FHC e de Lula em
reajustar dignamente os salários dos militares.

O cidadão ingênuo até pensaria que os sucessivos cortes no
orçamento do Ministério da Defesa e a insis­tência em negar os reajustes
salariais à categoria poderiam, mesmo, decorrer de uma contenção de gastos,
des­sas que as pessoas honestas costumam fazer para manter em equilíbrio o
binômio receita/despesa, sem com­prometer a dignidade de sua existência.

Mas depois de tanto acompanhar o noticiário nacional, certamente
já ficou fácil perceber que não é esse o motivo que leva o governo a esmagar
a única instituição do país que se pauta pela ampla, total e irrestrita
serie­dade de seus integrantes e que, por isso mesmo, goza do respaldo
popular, figurando sempre entre as duas ou três primeiras colocadas nas
pesquisas sobre credibilidade.

A alegação de falta de dinheiro é de todo improcedente ante os
milhões (ou bilhões?) de reais que se des­viaram dos cofres públicos para os
ralos da corrupção política e financeira, agora plenamente demonstrada pelas
CPMIs em andamento no Congresso Nacional.

O reajuste salarial concedido à Polícia Militar do Distrito
Federal, fazendo surgir discrepâncias inadmissí­veis entre a PM e as Forças
Armadas para os mesmos postos, quando o dinheiro provém da mesma fonte
paga­dora - a União -, criar uma situação constrangedora para os que
integram uma carreira que sempre teve entre suas funções justamente a de
orientar todas as Polícias. Militares do país, consideradas forças
auxiliares e reser­va do Exército (art. 144, § 6º da Constituição Federal).

Mas agora a charada ficou completamente desvendada. E se você,
leitor, quer mesmo saber por que raios o governo vem massacrando as Forças
Armadas e os militares, a ponto de o presidente da República sequer re­ceber
seus Comandantes para juntos discutirem a questão, eu lhe digo sem rodeios:
é por pura inveja e por medo da comparação que, certamente, o povo já começa
a fazer entre os governos militares e os que os sucede­ram. Eis algumas das
razões dessa inveja e desse medo:

1) Porque esses políticos (assim como os 'formadores de opinião'), que falam
tão mal dos militares, sabem que estes passam a vida inteira estudando o
Brasil - suas necessidades, os óbices a serem superados e as soluções para
os seus problemas - e, com isso, acompanham perfeitamente o que se passa no
país, podendo detectar a verdadeira origem de suas mazelas e também as suas
reais potencialidades. Já os políticos profissionais - salvo exceções cada
vez mais raras - passam a vida tentando descobrir uma nova fórmula de
enganar o eleitor e, quando eleitos, não têm a menor idéia de por onde
começar a trabalhar pelo país porque desconhecem por com­pleto suas
características, malgrado costumem, desde a candidatura, deitar falação
sobre elas como forma de impressionar o público. Sem falar nos mais
desonestos, que, além de não saberem nada sobre a terra que pre­tendem
governar ou para ela legislar, ainda não têm o menor desejo de aprender o
assunto.. Sua única preocu­pação é ficar rico o mais rápido possível e
gastar vultosas somas de dinheiro (público, é claro) em demonstra­ções de
luxo e ostentação.

2) Porque eles sabem que durante a 'ditadura' militar havia projetos para o
país, todos eles de longo prazo e em proveito da sociedade como um todo, e
não para que os governantes de então fossem aplaudidos em comícios (que,
aliás, jamais fizeram) ou ganhassem vantagens indevidas no futuro.

3) Porque eles sabem que os militares, por força da profissão, passam, em
média, dois anos em cada região do Brasil, tendo a oportunidade de conhecer
profundamente os aspectos peculiares a cada uma delas, dedicando-se a
elaborar projetos para o seu desenvolvimento e para a solução dos problemas
existentes. Projetos esses, diga-se de passagem, que os políticos, é lógico,
não têm o mínimo interesse em conhecer e implementar.

4) Porque eles sabem que dados estatísticos são uma das ciências militares
e, portanto, encarados com seriedade pelas Forças Armadas e não como meio de
manipulação para, em manobra tipicamente orwelliana, justificar o
injustificável em termos de economia, educação, saúde, segurança, emprego,
índice de pobreza, etc.

5) Porque eles sabem que os militares tratam a coisa pública com parcimônia,
evitando gastos inúteis e conservando ao máximo o material de trabalho que
lhes é destinado, além de não admitirem a negligência ou a malícia no
trabalho, mesmo entre seus pares. E esses políticos por certo não
suportariam ter os militares como espelho a refletir o seu próprio
desperdício e a sua própria incompetência.

6) Porque eles sabem que os militares, ao se dirigirem ao povo, utilizam um
tom direto e objetivo, falando com honestidade, sem emprego de palavras
difíceis ou de conceitos abstratos para enganá-lo.
7) Porque eles sabem que os militares trabalham duro o tempo todo, embora
seu trabalho seja excessivo, perigoso e muitas vezes insalubre, mesmo
sabendo que não farão jus a nenhum pagamento adicional, que, de resto,
jamais lhes passou pela cabeça pleitear.

8) Porque eles sabem que para os militares tanto faz morar no Rio de Janeiro
ou em Picos, em São Paulo ou em Nioaque, em Fortaleza ou em Tabatinga porque
seu amor ao Brasil está acima de seus anseios pessoais.

9) Porque eles sabem que os militares levam uma vida austera e cultivam
valores completamente apartados dos prazeres contidos nas grandes grifes,
nas mansões de luxo ou nas contas bancárias no exterior, pois têm
consciência de que é mais importante viver dignamente com o próprio salário
do que nababescamente com o dinheiro público.

10) Porque eles sabem que os militares têm companheiros de farda em todos os
cantos do país, aos quais juraram lealdade eterna, razão por que não admitem
que deslize algum lhes retire o respeito mútuo e os envergonhe.

11) Porque eles sabem que, por necessidade inerente à profissão, a atuação
dos militares se baseia na confiança mútua, vez que são treinados para a
guerra, onde ordens emanadas ou cumpridas de forma equivocada podem
significar a perda de suas vidas e as de seus companheiros, além da derrota
na batalha.

12) Porque eles sabem que, sofrendo constantes transferências, os militares
aprendem, desde sempre, que sua família é composta da sua própria e da de
seus colegas de farda no local em que estiverem, e que é com esse convívio
que também aprendem a amar o povo brasileiro e não apenas os parentes ou
aqueles que possam lhes oferecer, em troca, algum tipo de vantagem.

13) Porque eles sabem que os militares jamais poderão entrar na carreira
pela 'janela' ou se tornar capitães, coronéis ou generais por algum tipo de
apadrinhamento, repudiando fortemente outro critério de ingresso e de
ascensão profissional que não seja baseado no mérito e no elevado grau de
responsabilidade, enquanto que os maus políticos praticam o nepotismo, o
assistencialismo, além de votarem medidas meramente populistas para manterem
o povo sob o seu domínio.

14) Porque eles sabem que os militares desenvolvem, ao longo da carreira, um
enorme sentimento de verdadeira solidariedade, ajudando-se uns aos outrosa
suportar as agruras de locais desconhecidos - e muitas vezes inóspitos -,
além das saudades dos familiares de sangue, dos amigos de infância e de sua
cidade natal.

15) Porque eles sabem que os militares são os únicos a pautar-se pela
grandeza do patriotismo e a cultuar, com sinceridade, os símbolos nacionais
notadamente a nossa bandeira e o nosso hino, jamais imaginando
acrescentar-lhes cores ideológico-partidárias ou adulterar-lhes a forma o
conteúdo.

16) Porque eles sabem que os militares têm orgulho dos heróis nacionais que,
com a própria vida, mantiveram íntegra e respeitada a terra brasileira e que
esses heróis não foram fabricados a partir de interesses ideológicos, já
que, não dependendo de votos de quem quer que seja, nunca precisaram os
militares agarrar-se à imagem romântica de um guerrilheiro ou de um traidor
revolucionário para fazer dele um símbolo popular e uma bandeira de
campanha.

17) Porque eles sabem que para os militares o dinheiro é um meio, e não um
fim em si mesmo. E que se há anos sua situação financeira vem se degradando
por culpa de governos inescrupulosos que fazem do verbo inútil - e não de
atos meritórios - o seu instrumento de convencimento a uma população em
grande parte ignorante, eles ainda assim não esmorecem e nem se rendem à
corrupção.

18) Porque eles sabem que se alguma corrupção existiu nos governos
militares, foi ela pontual e episódica, mas jamais uma estratégia política
para a manutenção do poder ou o reflexo de um desvio de caráter a
contaminá-lo por inteiro.

19) Porque eles sabem que os militares passam a vida estudando e praticando,
no seu dia-a-dia, conhecimentos ligados não apenas às atividades bélicas,
mas também ao planejamento, à administração, à economia o que os coloca em
um nível de capacidade e competência muito superior ao dos políticos
gananciosos e despreparados que há pelo menos 20 anos nos têm governado.

20) Porque eles sabem que os militares são disciplinados e respeitam a
hierarquia, ainda que divirjam de seus chefes, pois entendem que eles são
responsáveis e dignos de sua confiança e que não se movem por motivos torpes
ou por razões mesquinhas.

21) Porque eles sabem que os militares não se deixaram abater pelo massacre
constante de acusações contra as Forças Armadas, que fizeram com que uma
parcela da sociedade (principalmente a parcela menos esclarecida)
acreditasse que eles eram pessoas más, truculentas, que não prezam a
democracia, e que por dá cá aquela palha estão sempre dispostos a perseguir
e a torturar os cidadãos de bem, quando na verdade apenas cumpriram o seu
dever, atendendo ao apelo popular para impedir a transformação do Brasil em
uma ditadura comunista como Cuba ou a antiga União Soviética, perigo esse
que já volta a rondar o país.

22) Porque eles sabem que os militares cassaram muitos dos que hoje estão
envolvidos não apenas em maracutaias escabrosas como também em um golpe de
Estado espertamente camuflado de 'democracia' (o que vem enfim revelar e
legitimar, definitivamente, o motivo de suas cassações), não interessando ao
governo que a sociedade perceba a verdadeira índole desses
guerrilheiros-políticos aproveitadores, que não têm o menor respeito pelo
povo brasileiro. Eles sabem que a comparação entre estes últimos e os
governantes militares iria revelar ao povo a enorme diferença entre quem
trabalha pelo país e quem trabalha para si próprio.

23) Porque eles sabem que os militares não se dobraram à mesquinha ação da
distorção de fatos que há mais de vinte anos os maus brasileiros impuseram à
sociedade, com a clara intenção de inculcar-lhe a idéia de que os
guerrilheiros de ontem (hoje corruptos e ladrões do dinheiro público)
lutavam pela 'democracia', quando agora já está mais do que evidente que o
desejo por eles perseguido há anos sempre foi - e continua sendo - o de
implantar no país um regime totalitário, uma ditadura mil vezes pior do que
aquelas que eles afirmam ter combatido.

24) Porque eles sabem que os militares em nada mudaram sua rotina
profissional, apesar do sistemático desprezo com que a esquerda sempre
enxergou a inegável competência dos governos da 'ditadura', graças aos quais
o país se desenvolveu a taxas nunca mais praticadas, promovendo a melhoria
da infra-estrutura, a segurança, o pleno emprego, fazendo, enfim, com que o
país se destacasse como uma das mais potentes economias do mundo, mas que
ultimamente vem decaindo a olhos vistos.

25) Porque eles sabem que os militares se mantêm honrados ao longo de toda a
sua trajetória profissional, enquanto agora nos deparamos com a descoberta
da verdadeira face de muitos dos que se queixavam de terem sido cassados e
torturados, mas que aí estão, mostrando o seu caráter abjeto e seus pendores
nada democráticos.

26) Porque eles sabem que os militares representam o que há de melhor em
termos de conduta profissional, sendo de se destacar a discrição mantida
mesmo frente aos atuais escândalos, o que comprova que, longe de terem
tendências para golpes, só interferem - como em 1964 - quando o povo assim o
exige.

27) Porque eles sabem que os militares, com seus conhecimentos e dedicação
ao Brasil, assim como Forças Armadas bem equipadas e treinadas são um
estorvo para quem deseja implantar um regime totalitarista entre nós, para
tanto se valendo de laços ilegítimos com ditaduras comunistas como as de
Cuba e de outros países, cujos povos vêem sua identidade nacional se perder
de forma praticamente irrevogável, seu poder aquisitivo reduzir-se aos mais
baixos patamares e sua liberdade ser impiedosamente comprometida.

28) Porque eles sabem que os militares conhecem perfeitamente as causas de
nossos problemas e não as colocam no FMI, nos EUA ou em qualquer outro lugar
fora daqui, mas na incompetência, no proselitismo e na desonestidade de
nossos governantes e políticos profissionais.

29) Porque sabendo que ninguém pode enganar todo mundo o tempo todo,o
governo temia que esses escândalos, passíveis de aflorar a qualquer momento
pudessem provocar o chamamento popular da única instituição capaz de colocar
o país nos eixos e fazer com que ele retomasse o caminho da competência, da
segurança e do desenvolvimento.

30) Porque eles sabem, enfim, que todo o mal que se atribui aos militares e
às Forças Armadas - por maiores que sejam seus defeitos e limitações – não
tem respaldo na Verdade histórica que um dia há de aflorar.


Juíza Dra. *Marli Nogueira*,
Juíza do Trabalho em Brasília.
Abraços a todos da família militar


Recebido por e-mail.



"O SELO DA INTOLERÂNCIA"! "O EXERCÍCIO HEGEMÔNICO DO PODER"!



Trechos do artigo do historiador e politólogo argentino, Natalio Botana, no La Nacion (06).

1. A imposição e a intolerância pairam constantemente sobre nossa sociedade. A imposição se refere ao exercício hegemônico do poder. O exemplo mais simples de entender esse conceito de controle do executivo é aquele que diz respeito ao comportamento e à conduta centralizadora dos atuais governantes. Quando se mergulha nas entranhas dos conflitos e harmonias, se poderá advertir que este ânimo imposto, incapaz de entender razões e partilhar outro ponto de vista, impregna todos os tipos de instituições. Desde baixo até o alto, a hegemonia circula por todas as partes.

2. A paixão e a cegueira que estão espalhadas pelo espaço público fabricam inimigos e envolvem o discurso em uma atmosfera de guerra. Sempre voltamos ao processo eleitoral: quem é o inimigo? Como atacá-lo? Qual é o método mais eficaz para a difamação? À vista de tanto círculo vicioso, esta é
uma história repetida, amálgama de escrachos, falsificações anônimas e supostos julgamentos populares. No repertório do nosso comportamento existem escrachos bons e escrachos maus, dependendo de quem é o depositário das ações.

3. Mas quase toda a ideologia oprimida com vocação totalitária, quando trata de sair desta situação, busca se tornar opressora. Isto se assemelha perigosamente aos ventos que sopram nestes dias, impulsionado por uma versão elementar de justiça, que como uma máscara, esconde o apetite por vingança. Esse suposto "direito a intolerância", Voltaire classificava como "absurdo e bárbaro". É um
jacobinismo adoçado, sem comitês de salvação pública, nem guilhotina, consagrado a converter a trajetória da cada um (até agora tiveram sorte os jornalistas) em um registro policial.

4. Devemos nos perguntar se essa atmosfera contribui para consolidar as instituições do Estado de Direito. Definitivamente não! A causa dos erros e mentiras que são postas em circulação e do equívoco que supõe aplicar um conceito hegemônico da política a uma sociedade fragmentada, diversa em sua estrutura, mas ainda incapaz de transformar essa heterogeneidade em um pluralismo construtivo. A essa tarefa de reconstrução devem destinar-se as oposições, em defesa do valor da tolerância.

Transcrito do Ex-Blog do César Maia.


5.09.2010



LATROCRACIA




Por Aileda de Mattos Oliveira

Se houvesse a cadeira de Antropologia Criminal, este campo de estudos estaria bastante motivado, tendo em vista que com o desaparecimento dos valores morais e éticos, foram elevados à categoria de 'excelência', os que deveriam servir de objeto de análise nesta área científica: os sociopatas e os de instintos perversos.

Se ainda vivesse Cesare Lombroso, que se dedicou, com afinco, aos estudos da relação entre o aspecto físico de um indivíduo e as suas tendências criminosas, não iria dar conta de seu trabalho pelo número de celerados que teria de analisar. As mandíbulas, a dimensão do crânio e de outras partes do corpo lhe iriam indicar a herança atávica de cada um e a sua propensão à delinqüência e à perversidade.

A palavra do título ('governo de ladrões') não existe no dicionário, porque também nunca na história de país algum, existiu um governo com tantos meliantes, razão da criação do neologismo para designar o bando de madraços que fizeram da Capital Federal, a grande célula comunista. Os adjetivos caracterizadores desta súcia, já se esgotaram nos sucessivos artigos dos muitos brasileiros indignados que se espraiam na internet.

O que diria Lombroso a respeito da candidata da situação, ao deparar-se com estranha e vulgar criatura que, se não tem a fluência verbal, sobra-lhe a virulência de sua personalidade doentia, simbolizada pelo dedo indicador em riste, como a querer fulminar o interlocutor com uma metralhadora digital? Lombroso teria que retornar às bases de seus estudos, pois estaria diante de um caso de psicopatia muito além de suas pesquisas sobre anomalias que chamava de 'estigmas'.

Qual seria o diagnóstico sobre esta mulher que não sabe explorar a feminilidade dos gestos, atrabiliária, tomada pela cólera revoltada, embora oriunda de família de posses e que deve dormir, tranquilamente, sem que o remorso dos atos criminosos lhe perturbem o repouso? A resposta de Lombroso nos causaria arrepios, sabendo-se que tal espécime poderá ascender ao Poder Maior e, o que é doloroso saber, tornar-se Comandante-em-Chefe das Forças Armadas.

O que diria Lombroso sobre a decisão do governo brancaleônico de libertar da prisão vinte por cento dos criminosos, vistos pelo seu dirigente, certamente, como amigos e companheiros? O que dirão as famílias das vítimas desses bandidos? O que dirão os policiais que arriscaram a vida para prendê-los e concluírem que seus colegas morreram em vão pelas mãos dos vadios, soltos por ordem superior? Serão oitenta mil condenados, agora, sob vigilância eletrônica (quanta mentira!), não mais atrás das grades, onde deveria estar a banda larga e podre das autoridades deste País.

Sabemos que a antropologia criminal de Lombroso estava desacreditada, mas com a uniformidade das ações dos que se alocam no antro do Executivo e do Legislativo, este cientista alcançaria a glória, pois teria uma diversidade de corpos, com a mesma alma negra.
As semelhanças físicas dos que ocupam a liderança são também incríveis: rotundos, arcadas proeminentes, línguas presas, que se irmanizam pelos dedos ágeis na locupletação dos bens públicos. Esta semelhança moral ainda é mais assustadora: todos cínicos todos desprovidos de qualquer quinhão de respeito às instituições e ao próximo, todos peças malfeitas, infelizmente, não eliminadas pela natureza que pecou pela distração.

Lombroso nasceu em época errada (século XIX) e em país europeu (Itália), Hoje, faria uma acurada análise das razões por que há, na espécie humana, indivíduos tão repugnantes nas ações que tornam a sua presença incômoda aos olhos da sociedade não afeita às distorções de conduta.
Que fizemos nós, brasileiros, aos Céus, para sofrermos com a presença desses bárbaros, cujo desejo insano é a destruição de tudo o que foi conquistado com o sacrifício da parte da sociedade que não mede esforços para levantar este Gigante atado e amordaçado? A outra parte da sociedade? Que se dane e continue a rastejar como réptil no esterco em que vive, conforme afirmou num dos seus imbecis improvisos, o seu chefe supremo. Aliás, ele prometeu tirá-la de lá.

Que espere! Vade retro, políticopatas de Brasília!

Aileda de Mattos Oliveira é doutora em Língua Portuguesa.

Transcrito do "Alerta Total":
http://www.alertatotal.net/

4.09.2010

DIREITOS HUMANOS? ONDE?


Por Arlindo Montenegro

O ilustre Sr. Vanucchi, defendeu no Senado seu famigerado Projeto Nacional de Direitos Humanos, elaborado por uma equipe internacional e avaliado por 12 mil militantes, como obra de arte para substituir a Constituição Brasileira. Uma obra de arte que enterra o moribundo estado democrático de direito no Brasil.

Com um doce e inocente discurso pautado na "novilíngua gramscista", o Sr. Vanucchi, omitiu aos sábios do Senado, que o modelo jurídico do documento tem raízes nas diretivas dos encontros do Foro de São Paulo, para unificar procedimentos que garantam o poder aos partidos ditatoriais, disfarçados de democratas, em toda a América Latina, tendo como modelo a "democracia e a liberdade" do "avançado" modelo ditatorial castro-cubano.

Onde se encontram as ruas 19 e 21 em Havana, há um parque em homenagem a Vitor Hugo, o escritor francês cujo romance "Os miseráveis" é conhecido mundialmente. Naquela praça está um monumento memorial de uma greve de fome, em que 60 irlandeses morreram, protestando contra as políticas da corôa britânica. No memorial, uma placa inaugurada em 18 de Agosto de 1981, com as palavras do Coma'ndante Fidel Castro:

“La tozudez, la intransigencia, la crueldad, la insensibilidad ante la comunidad internacional del Gobierno Británico, frente al problema de los patriotas irlandeses en huelga de hambre hasta la muerte, recuerdan a Torquemada y la barbarie de la inquisición en plena edad media.(...) ¡Es hora de poner fin, mediante la denuncia y la presión de la comunidad mundial, a esa repugnante atrocidad!”

O que foi dito e feito ontem para enganar os visitantes estrangeiros, não vale mais hoje. Os 200 prisioneiros políticos, o pedreiro que morreu em greve de fome, que o Presidente Lula, em defesa da ditadura cubana, comparou aos presos comuns de São Paulo, não são vítimas da "intransigência, crueldade, insensibilidade" dos irmãos Castro, diante da comunidade e das leis internacionais, diante do mesmos cubanos.

Esta é a mesma linguagem do Sr. Vanucchi! Lula, Vanucchi e toda a corte comunista, desprezam a Comissão Interamericana de Direitos Humanos, a União Européia e o Departamento de Estado Norte Americano. Nosso pretenso estadista, age como os governantes argentinos, que aplaudiam e ouviam os ensinamentos do visitante Fidel Castro em Março de 2003, enquanto o mundo condenava as prisões e execuções da "Primavera Negra" em Cuba.

Esta insensibilidade e inversão de valores percorre hoje quase a totalidade da América Latina – Brasil, Argentina, Venezuela, Cuba, Equador, Bolívia, Uruguai. Enquanto os russos estão armando e ocupando espaços neste continente, no dia 7 de Abril, Putin foi à Polônia, reconhecendo formalmente o Genocídio de Katyn. Pela primeira vez, um crime perpetrado sob ordens de Stalin e até pouco atribuído pelos russos aos nazistas é assumido, em sua real dimensão e verdade histórica.

O Congresso Polonês, após examinar documentos liberados por Gorbachov, em 1990, meio século depois, declarou que a matança de Katyn era "um crime de guerra, com traços de genocídio". Mais de vinte mil oficiais poloneses e civís, cada um com um tiro na nuca, foram assassinados pela KGB soviética e enterrados em valas comuns. O crime foi negado e atribuído aos nazistas durante meio século.

Há um filme do diretor polonês Andrzej Wajda, de 2007, que agora está sendo exibido pela tv russa. Quando foi lançado, poucas salas se atreveram a exibí-lo. Pode ser visto integralmente no endereço :
http://video.google.com/videoplay?docid=-2080155985610903776#

Entre nós, circulou o anúncio de um documetário sobre o atentado a bomba, que vitimou o então jovem Orlando Lovecchio, que passava em frente ao Consulado Norte Americano em São Paulo. Mas como a nova ordem brasileira impede a exposição de verdades históricas que comprometam seus “heróis” e fecha a boca dos "dissidentes" locais, o documentário segue desconhecido.

O mesmo acontece com os livros: somente são editados os que mostram como heróis os que desejavam a guerra civil e que chegaram ao poder, graças aos mecanismos democráticos preservados pelos militares que ocuparam temporariamente o poder. Quem sabe? Talvez daqui a 50 anos a história verdadeira seja publicada.

A guerra assimétrica que os militares esmagaram é ensinada como ditadura violenta, são ditos responsáveis por torturas, generalizando para as Instituições as práticas de alguns, práticas insanas, até hoje presentes em delegacias de polícia e na justiça particular entre os humanos traficantes das drogas fornecidas pelas Farc, membros do Foro de São Paulo que dá as cartas aos Vanucchi, Lula, Dilma e outros "humanos" comunistas.

Por enquanto ficamos com os vícios de linguagem, com as formas de violência e com o analfabetismo funcional que esmaga a inteligência e a memória desta nação. Ficamos com os revanchismos, os personalismos e o endeusamento de Guevara, Castro, Chavez, Farc e dos mais violentos ditadores, que executam no paredón dos “direitos humanos” o que resta de liberdade e dignidade em tantas nações reféns dos comunistas.

Transcrito do Blog "ViVerdeNovo".

3.16.2010

A "ESQUADRA FLINT"!


Trechos da coluna de Cesar Maia na Folha de SP (13).

1. Beatriz Sarlo, ensaísta argentina, ensina que "o presente não é um momento único, mas responde a formações de média e longa duração. O presente se vive com paixões políticas, que o historiador não aceita sem que medeiem filtros teóricos e de método. Não somos historiadores de nosso presente, porque é impossível sê-lo" ("Clarín", 11/2).

2. Quem diz que está fazendo história, o que faz é se olhar no espelho. As relações entre os países americanos vêm desde as guerras de independência, que nos países hispânicos tomaram como referência a República construída nos EUA. No Brasil, da mesma forma, na superação do Império. No final do século 19, o debate político nos EUA centrou-se nas relações comerciais externas e em torno da política tarifária e acordos de reciprocidade.

3. Em 1889-90, realizou-se nos EUA a primeira Conferência Pan-Americana, matriz da futura OEA. Nela discutiram-se os acordos de reciprocidade. O primeiro deles é negociado com o Brasil, entre o ministro James Blaine e o representante brasileiro, depois cônsul, Salvador de Mendonça: o acordo Blaine-Mendonça.

4. A disputa do mercado brasileiro entre os EUA e a Europa culminou com o apoio europeu à Revolta da Armada, tentativa de golpe da Marinha, liderada pelo almirante Custódio de Melo, e depois o almirante Saldanha da Gama. Objetivo: derrubar o presidente Floriano Peixoto.
A baía da Guanabara foi ocupada pela presença ostensiva de navios de guerra europeus, em apoio aos da Marinha brasileira e com saudades da monarquia.

5. Floriano, nacionalista e industrialista, avesso ao acordo Blaine-Mendonça, terminou pragmaticamente cedendo, na busca de apoio militar dos EUA, que se deu com cinco navios de guerra. A estes se somou uma esquadra particular de navios de guerra (depois comprada pelo Brasil), construída pelo empresário norte-americano Charles Flint.

6. A "Esquadra Flint" chega ao Rio dando demonstração de força. O navio-chefe da Marinha dos EUA alertou com dois canhonaços, que levaram ao recuo e exílio de Saldanha da Gama. Dez anos depois, o embaixador Joaquim Nabuco (1905-10) acentuou a parceria preferencial com os EUA em outra Conferência Pan-Americana.

7. Este desenho da geopolítica continental completa 120 anos. A Argentina até hoje reclama. Mas agora, em 2010, o Grupo Rio criou mais um clube e excluiu os EUA. O governo "sub-15" do Brasil entrou nesta como já tinha entrado no caso de Honduras. Acha que está fazendo história. O que está mesmo é aquecendo a política chavista. E estimulando as relações bilaterais dos EUA com os países do continente, que já chegam a 60% deles.


Transcrito do Ex-Blog do Cesar Maia.

3.12.2010


OS RISCOS DA CANDIDATURA DILMA!


1. Um desenho que representasse uma campanha eleitoral deveria ser uma curva quase horizontal em sua parte inicial e que iria crescendo progressivamente, tornando-se quase vertical, num ângulo de 60 graus, nos últimos 15 dias de campanha. O "produto" eleitoral tem uma característica única: se leva ao mercado num dia só, das 7h às 17h. Se não servir, só poderá ser reapresentado ao mercado 4 anos depois.

2. Nos EUA, os planos de campanha fazem, inclusive, acompanhar o gasto com esta curva. Diz-se que eleição não se ganha de véspera, nem no dia seguinte.

3. Grande parte do eleitorado está com a cabeça longe da política. Por isso, os institutos separam os indecisos e os não totalmente decididos, que ainda podem mudar seus votos. Uma campanha muito antecipada ou é de um candidato franco favorito, ou corre o risco de ser um filme já visto pelo eleitor na hora de começar a decidir o seu voto.

4. A superexposição, segundo a escola francesa de Jacques Seguelá, queima como a luz do sol. Há a necessidade de mergulhos e retorno à superfície. Deve ser assim, segundo ele, no caso dos governos, para que a superexposição não venha com queimaduras de terceiro grau. Nas campanhas, esse movimento sinuoso não cabe como nos governos. Mas cabe um processo de exposição progressiva, onde o eleitor vai descobrindo ou redescobrindo o candidato, numa imagem que vai se tornando cada vez mais nítida.

5. Uma campanha muito antecipada, sem que exista a justificativa de eleições primárias, como nos EUA, pode, pela repetição, cansar o eleitor, que começa a resmungar: Outra vez? Que cara chato(a)!

6. Esse é o risco que Dilma começa a correr. Pesquisas qualitativas informadas a este Ex-Blog começam a notar essa sensação de estresse por excesso. Um fenômeno que hoje poderia se chamar de "Síndrome do Filho do Brasil", ou seja, o filme que foi tão badalado antes, tão apresentado, tão debatido, tão polemizado, que quando foi para os cinemas não resistiu mais que à primeira semana.

7. E depois, a imagem que fica vai perdendo a nitidez para o eleitor. Não há óculos, propaganda ou dinheiro que dê jeito. As pesquisas qualitativas eleitorais (grupos de foco) são difíceis de serem feitas, pois exigem experiência de rua. As candidaturas podem testar e fazê-las com um Instituto com muita experiência nelas. E com isso, comprovar que Dilma começou a cansar antes mesmo de a eleição começar. Afinal -disse uma pessoa num desses grupos-, essa mulher não trabalha? Disse outro: Todo dia ela aparece num comício, e eu nem me lembro o que ela disse! E por aí vai.

8. Uma pesquisa qualitativa hoje deve testar a tese: Dilma começou a cansar o eleitor antes mesmo da campanha?

Transcrito do Ex-Blog do Cesar Maia.

3.05.2010

Vale Tudo.

Merval Pereira

A reação foi tão ruim que provavelmente a intenção de Lula de se licenciar da Presidência da República para entrar de corpo e alma na campanha de sua candidata, Dilma Rousseff, sem os empecilhos da legislação eleitoral não se concretizará.
Até mesmo o senador José Sarney, que teoricamente seria beneficiado pela manobra pois voltaria à Presidência, rejeitou a ideia com um argumento imbatível: um ex-presidente não pode voltar ao cargo como interino de ninguém.
A intenção de Lula de se licenciar do governo já havia sido revelada em algumas ocasiões, inclusive como explicação para seu apoio incondicional ao presidente do Senado durante a crise que quase lhe custou o cargo.
Além da retribuição ao apoio que recebeu de Sarney na crise do mensalão, o presidente Lula queria a garantia de que um aliado confiável assumiria o governo durante sua ausência.
Lula mesmo já havia dito que, se fosse preciso, se licenciaria para apoiar a campanha de Dilma. Portanto, nada de estranho na notícia do Ilimar Franco de que Lula já teria decidido se licenciar nos meses de agosto e setembro.
O que certamente o Palácio do Planalto não esperava era uma reação tão grande a essa manobra, que nada mais é do que uma tentativa de burlar o espírito da lei eleitoral, que pretende colocar os candidatos em igualdade de condições na disputa presidencial.
Esse conceito da legislação é difícil de ser atingido quando um membro do Executivo - tanto faz seja prefeito, governador ou presidente da República - está tentando a reeleição.
Mas vários casos de perda de mandato por abuso de poder político ou econômico estão acontecendo em estados e municípios.
Por muito menos do que o presidente Lula tem feito, vários já perderam o mandato.
O que acontece com a campanha presidencial é que não há ainda a oficialização das candidaturas, e o governo se aproveita desse detalhe técnico para forçar os limites da legislação, com a condescendência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
O presidente Lula já inaugurou a mesma obra várias vezes, ou até mesmo pedras fundamentais de obras que ainda nem começaram, sempre com a sua candidata no palanque.
Deveria bastar um fato desses para ficar evidenciada a tentativa de usar o cargo para promover sua candidata, ferindo o espírito da legislação.
Certa ocasião, Lula disse ao povo presente a um desses comícios que eles deveriam tomar nota dos responsáveis pelas obras - e citou explicitamente a ministra Dilma entre eles - para que, depois, quando eles já não pudessem mais ir a inaugurações, se lembrassem de quem fez aquela intervenção.
Mais ilegal do que isso não é possível. Maior abuso de poder político e econômico é difícil de se ver.
Na verdade, depois que o PT lançou-a como "pré-candidata", o TSE deveria impedir que a ministra Dilma inaugurasse obras.
Nada acontece com Lula por ser ele o presidente da República e, mais do que isso, ter uma grande popularidade.
Se o PT estivesse na oposição e um presidente tucano fizesse o que Lula faz, já haveria protestos dos chamados "movimentos sociais" por todo o país.
De qualquer maneira, a partir de 3 de abril, com a desincompatibilização dos candidatos, ficará mais difícil a quem quer que seja burlar tão explicitamente a lei.
Quanto ao presidente Lula, licenciando-se do cargo ou não, continuará tendo as mesmas limitações legais, embora licenciado não constrangesse tanto os ministros do TSE.
Como não renunciou ao cargo, Lula continua sendo o presidente, e por isso não poderá pedir votos para Dilma afirmando que ela será a continuidade de seu governo, por exemplo.
Nem poderá fazer campanha em horário de trabalho.
Além disso, há constitucionalistas que não vêem respaldo na Constituição para que o presidente da República se licencie para fazer campanha política.
Mesmo que não se leve em conta o artigo 37 da Constituição, que coloca a moralidade como um dos requisitos fundamentais da função pública, no mínimo porque ao servidor público é permitido apenas o que está explícito na lei. E fazer campanha política não é um dos casos previstos na Constituição para que o presidente se licencie do cargo.
É previsível que teremos boas batalhas jurídicas nesta campanha, porque Lula já disse que só se considerará realizado se conseguir eleger sua sucessora.
Como fala muito, e não tem medidas, chegou a dizer que um governo só é exitoso quando o presidente elege seu sucessor.
Se fazendo o que faz já provoca reações na parte da sociedade que não convive bem com as transgressões, caso se licenciasse do cargo, Lula estaria explicitando na prática o que já disse publicamente, sem nenhum constrangimento: sua prioridade é eleger Dilma Rousseff.
Governar passou a ser secundário neste último ano de mandato.
Essa atitude de Lula, afrontando a legislação com pequenas espertezas, talvez seja uma das piores heranças que ele deixa para o país.
A prática política passou a ser nivelada por baixo, valendo mais quem é mais esperto, não o mais preparado.
Vale maquiar os números do PAC, vale fingir que não é candidata, mas fazer campanha política abertamente, vale trocar apoio político por cargos, vale ter em seu palanque o adversário de ontem apenas porque ele tem votos naquela região.
Como tudo isso dá certo, a prática se dissemina a ponto de não haver uma diferença fundamental entre os principais atores da cena política, mesmo que uns sejam mais comedidos do que outros.
A esperteza passa a ser elemento fundamental da prática política, colocando como secundário o conteúdo dos debates e propostas.
Vale tudo para se alcançar o objetivo político.

Artigo de Merval Pereira publicado no "O Globo" e transcrito dos "Blogs pela Democracia":

http://blogspelademocracia.blogspot.com/2010/03/vale-tudo.html