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Agradeço as oportunas e coerentes intervenções dos comentaristas criticando o proselitismo irresponsável do globoritarismo apoiado pela mídia amestrada banalizando as Instituições e o Poder do Estado para a pratica sistemática de crimes. Os brasileiros de bem que pensam com suas próprias cabeças ja constataram que vivemos uma crise moral sem paralelo na historia que esgarça as Instituições pois os governantes não se posicionam na defesa da Lei e das Instituições gerando uma temerária INSEGURANÇA JURÍDICA. É DEVER de todo brasileiro de bem não se calar e bradar Levanta Brasil! Cidadania-Soberania-Moralidade

3.10.2012

Alerta a Naçao - Já são 1437 assinaturas das quais 851 militares http://obomcombate.blogspot.com

O problema do Brasil não é falta de líderes e sim o excesso de "frouxos".
http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/?gclid=CNna0Mb0w64CFQKf7QodIk-wXg
Já são 851 os militares da reserva que endossam texto de protesto - 91 são oficiais-generais Segundo atualização feita às 22h desta quinta, já são 1.437 as assinaturas no documento que protesta contra a pressão exercida pelo ministro Celso Amorim (Defesa) e pela presidente Dilma Rousseff para que os clubes militares retirassem um manifesto com críticas a declarações das ministras Maria do Rosário (Direitos Humanos) e Eleonora Menicucci (Mulheres).

Entre esses 1.437, há 586 civis, incluindo um desembargador do TJ-RJ. Os outros todos são militares: 851 - 91 deles oficiais-generais. Quando Amorim resolveu dar o murro na mesa, havia apenas 98 assinaturas, com 13 generais. O ministro já deu sinais de recuo, afirmando que cabe a cada Força tomar suas respectivas medidas, num tom diferente do inicial. Vamos ver.

Essa foi, até agora, a maior tolice feita na área militar em pouco mais de nove anos de governo petista. Quem fez a diferença desta vez? Ora, o gigante Celso Amorim. Em uma semana, ele conseguiu multiplicar as adesões militares por quase nove! Um gênio da raça, uma verdadeira antena da civilização!
Por Reinaldo Azevedo

3.09.2012

RESPOSTA DO GENERAL TORRES DE MELO À MIRIAN LEITÃO em http://obomcombate.blogspot.com.

MG

À Senhora Jornalista Miriam Leitão

Li o seu artigo "ENQUANTO ISSO", com todo cuidado possível.
Senti, em suas linhas, que a senhora procura mostrar que os MILITARES
BRASILEIROS de HOJE, são bem diferentes dos MILITARES BRASILEIROS de
ONTEM. Penso que esse é o ponto central de sua tese. Para criar
credibilidade nas suas afirmativas, a senhora escreveu: "houve um
tempo em que a interpretação dos militares brasileiros sobre LEI E
ORDEM era rasgar as leis e ferir a ordem. Hoje em dia, eles demonstram
com convicção terem aprendido o que não podem fazer". Permita-me
discordar dessa afirmativa de vez que vejo nela uma injustiça, pois
fiz parte dos MILITARES DE ONTEM e nunca vi os meus camaradas
militares rasgarem leis e ferir a ordem. Nem ontem nem hoje. Vou
demonstrar a minha tese.

Texto completo

No Império, as LEIS E A ORDEM foram rasgadas no Pará, Ceará,
Minas, Rio, São Paulo e Rio Grande do Sul pelas paixões políticas da
época. AS LEIS E A ORDEM foram restabelecidas pelo Grande Pacificador
do Império, um Militar de Ontem, o Duque de Caxias, que com sua ação
manteve a Unidade Nacional. Não rasgamos as leis nem ferimos a ordem.
Pelo contrário.

Vem a queda do Império e a República. Pelo que sei, e a
História registra, foram políticos que acabaram envolvendo os velhos
Marechais Deodoro e Floriano nas lides políticas. A política dos
governadores criando as oligarquias regionais, não foi obra dos
Militares de Ontem, quando as leis e a ordem foram rasgadas e feridas
pelos donos do Poder, razão maior das revoltas dos tenentes da década
de 20, que sonhavam com um Brasil mais democrático e justo. Os
Militares de Ontem ficaram ao lado da lei e da Ordem. Lembro à nobre
jornalista que foram os civis políticos que fizeram a revolução de 30,
apoiados, contudo, pelos tenentes revolucionários, menos Prestes, que
abraçou o comunismo russo.

Veio a época getuliana, que, aos poucos, foi afastando os
tenentes das decisões políticas. A revolução Paulista não foi feita
pelos Militares de Ontem e sim pelos políticos paulistas que não
aceitavam a ditadura de Vargas. Não foram os Militares de Ontem que
fizeram a revolução de 35 (senão alguns, levados por civis a se
converterem para a ideologia vermelha, mas logo combatidos e
derrotados pelos verdadeiros Militares de Ontem); nem fizeram a
revolta de 38; nem deram o golpe de 37. Penso que a senhora, dentro
de seu espírito de justiça, há de concordar comigo que foram as velhas
raposas GETÚLIO - CHICO CAMPOS - OSWALDO ARANHA e os chefetes que
estavam nos governos dos Estados, que aceitaram o golpe de 37. Não
coloque a culpa nos Militares de Ontem.

Veio a segunda guerra mundial. O Nazismo e o Fascismo tentam
dominar o mundo. Assistimos ao primeiro choque da hipocrisia da
esquerda. A senhora deve ter lido - pois àquela época não seria
nascida -, sobre o acordo da Alemanha e a URSS para dividirem a pobre
Polônia e os sindicatos comunistas do mundo ocidental fazendo greves
contra os seus próprios países a favor da Alemanha por imposição da
URSS e a mudança de posição quando a "Santa URSS" foi invadida por
Hitler. O Brasil ficou em cima de muro até que nossos navios (35)
foram afundados. Era a guerra, a FEB e seu término. Getúlio - o
ditador - caiu e vieram as eleições. As Forças Armadas foram
chamadas a intervir para evitar o pior. Foram os políticos que
pressionaram os Militares de Ontem para manter a ordem. Não rasgamos
as leis nem ferimos a ordem. Chamou-se o Presidente do Supremo
Tribunal Federal para, como Presidente, governar a transição. Não se
impôs MILITAR algum.

O mundo dividiu-se em dois. O lado democrático, chamado
pelos comunistas de imperialistas, e o lado comunista com as suas
ditaduras cruéis e seus celebres julgamentos "democráticos". Prefiro o
primeiro e tenho certeza de que a senhora, também. No lado ocidental
não se tinham os GULAGs.

O período Dutra (ESCOLHIDO PELOS CIVIS E ELEITO PELO VOTO
DIRETO DO POVO) teve seus erros - NUNCA CONTRA A LEI E A ORDEM - e
virtudes como toda obra humana. A colocação do Partido Comunista na
ilegalidade foi uma obra do Congresso Nacional por inabilidade do
próprio Carlos Prestes, que declarou ficar ao lado da URSS e não do
Brasil em caso de guerra entre os dois países. Dutra vivia com o
"livrinho" (a Constituição) na mão, pois os políticos, nas suas
ambições, queriam intervenções em alguns Estados, inclusive em São
Paulo. A senhora deve ter lido isso, pois há vasta literatura sobre a
História daqueles idos.

Novo período de Getúlio Vargas. Ele já não tinha mais o
vigor dos anos trinta. Quem leu CHATÔ, SAMUEL WEINER (a senhora leu?)
sente que os falsos amigos de Getúlio o levaram à desgraça. Os
Militares de Ontem não se envolveram no caso, senão para investigar os
crimes que vinham sendo cometidos sem apuração pela Polícia; nem
rasgaram leis nem feriram a ordem.

Eram os políticos que se digladiavam e procuravam nos
colocar como fiéis da balança. O seu suicídio foi uma tragédia
nacional, mas não foram os Militares de Ontem os responsáveis pela
grande desgraça.

A senhora permita-me ir resumindo para não ficar longo. Veio
Juscelino e as Forças Armadas garantiram a posse, mesmo com pequenas
divergências. Eram os políticos que queriam rasgar as leis e ferir a
ordem e não os Militares de Ontem. Nessa época, há o segundo grande
choque da esquerda. No XX Congresso do Partido Comunista da URSS
(1956) Kruchov coloca a nu a desgraça do stalinismo na URSS. Os
intelectuais esquerdistas ficam sem rumo.

Juscelino chega ao fim e seu candidato perde para o senhor Jânio
Quadros. Esperança da vassoura. Desastre total. Não foram os Militares
de Ontem que rasgaram a lei e feriram a ordem. Quem declarou vago o
cargo de Presidente foi o Congresso Nacional. A Nação ficou ao Deus
dará. Ameaça de guerra civil e os políticos tocando fogo no País e as
Forças Armadas divididas pelas paixões políticas, disseminadas pelas
"vivandeiras dos quartéis" como muito bem alcunhou Castello.

Parlamentarismo, volta ao presidencialismo, aumento das
paixões políticas, Prestes indo até Moscou afirmando que já estavam no
governo, faltando-lhes apenas o Poder. Os militares calados e o chefe
do Estado Maior do Exército (Castello) recomendando que a cadeia de
comando deveria ser mantida de qualquer tmaneira. A indisciplina
chegando e incentivada dentro dos Quartéis, não pelos Militares de
Ontem e sim pelos políticos de esquerda; e as vivandeiras tentando
colocar o Exército na luta política.

Revoltas de Polícias Militares, revolta de sargentos em
Brasília, indisciplina na Marinha, comícios da Central e do Automóvel
Clube representavam a desordem e o caos contra a LEI e a ORDEM.
Lacerda, Ademar de Barros, Magalhães Pinto e outros governadores e
políticos (todos civis)incentivavam o povo à revolta. As marchas com
Deus, pela Família e pela Liberdade (promovidas por mulheres)
representavam a angústia do País. Todo esse clima não foi produzido
pelos MILITARES DE ONTEM. Eles, contudo, sempre à escuta dos apelos do
povo, pois ELES são o povo em armas, para garantir as Leis e a Ordem.

Minas desce. Liderança primeira de civil; era Magalhães
Pinto. Era a contra-revolução que se impunha para evitar que o Brasil
soçobrasse ao comunismo. O governador Miguel Arraes declarava em
Recife, nas vésperas de 31 de março: haverá golpe. Não sabemos se
deles ou nosso. Não vamos ser hipócritas. A senhora, inteligente como
é, deve ter lido muitos livros que reportam a luta política daquela
época (exemplos: A Revolução Impossível de Luis Mir - Combates nas
Trevas de Jacob Gorender - Camaradas de William Waack - etc) sabe que
a esquerda desejava implantar uma ditadura de esquerda. Quem afirma é
Jacob Gorender. Diz ele no seu livro: "a luta armada começou a ser
tentada pela esquerda em 1965 e desfechada em definitiva a partir de
1968". Na há, em nenhuma parte do mundo, luta armada em que se vão
plantar rosas e é por essa razão que GORENDER afirma: "se quiser
compreendê-la na perspectiva da sua história, A ESQUERDA deve assumir
a violência que praticou". Violência gera violência.

Castello, Costa e Silva, Médici, Geisel e João Figueiredo
com seus erros e virtudes desenvolveram o País. Não vamos perder tempo
com isso. A senhora é uma economista e sabe bem disso. Veio a ANISTIA.
João Figueiredo dando murro na mesa e clamando que era para todos; e
Ulisses não desejando que Brizolla, Arraes e outros pudessem tomar
parte no novo processo eleitoral, para não lhe disputarem as chances
de Poder. João bateu o pé e todos tiveram direito, pois "lugar de
Brasileiro é no Brasil", como dizia. Não esquecer o terceiro choque
sofrido pela a esquerda: Queda do Muro de Berlim, que até hoje a nossa
esquerda não sabe desse fato histórico.

Diretas já. Sarney, Collor com seu desastre, Itamar, FHC,
LULA e chegamos aos dias atuais. Os Militares de Hoje, silentes, que
não são responsáveis pelas desgraças que vivemos agora, mas sempre
aguardando a voz do Povo. Não houve no passado, nem há, nos dias de
hoje, nenhum militar metido em roubo, compra de voto, CPI, dólar em
cueca, mensalões ou mensalinhos. Não há nenhum Delúbio, Zé Dirceu,
José Genoíno, e que tais. O que já se ouve, o que se escuta é o povo
dizendo: SÓ OS MILITARES PODERÃO SALVAR A NAÇÃO. Pois àquela época da
"ditadura" era que se era feliz e não se sabia...Mas os Militares de
Hoje, como os de Ontem, não querem ditadura, pois são formados
democratas. E irão garantir a Lei e a Ordem, sempre que preciso.

Os militares não irão às ruas sem o povo ao seu lado. OS
MILITARES DE HOJE SÃO OS MESMOS QUE OS MILITARES DE ONTEM. A nossa
desgraça é que políticos de hoje (olhe os PICARETAS do Lula!) - as
exceções justificando a regra - são ainda piores do que os de ontem.
São sem ética e sem moral, mas também despudorados. E o Brasil
sofrendo, não por conta dos MILITARES, mas de ALGUNS POLÍTICOS - uma
corja de canalhas, que rasgam as leis e criam as desordens.

Como sei que a senhora é uma democrata, espero que publique
esta carta no local onde a senhora escreve os seus artigos, que os
leio atenta e religiosamente, como se fossem uma Bíblia. Perfeitos no
campo econômico, mas não muitos católicos ou evangélicos no campo
político por uma razão muito simples: quando parece que a senhora tem
o vírus de uma reacionária de esquerda.

Atenciosa e respeitosamente,

GENERAL DE DIVISÃO REFORMADO DO EXÉRCITO FRANCISCO BATISTA TORRES DE
MELO.

(Um militar de ontem, que respeita os militares de hoje, que
pugnam pela Lei e a Ordem)

3.08.2012

ALERTA À NACÃO - "ELES QUE VENHAM. POR AQUI NÃO PASSARÃO!”


                                                       "ELES QUE VENHAM. POR AQUI NÃO PASSARÃO!"
 
Este é um alerta à Nação brasileira, assinado por homens cuja existência foi marcada por servir à Pátria, tendo como guia o seu juramento de por ela, se preciso for, dar a própria vida. São homens que representam o Exército das gerações passadas e são os responsáveis pelos fundamentos em que se alicerça o Exército do presente.
 
Em uníssono, reafirmamos a validade do conteúdo do Manifesto publicado no site do Clube Militar (leia aqui), a partir do dia 16 de fevereiro próximo passado, e dele retirado, segundo o publicado em jornais de circulação nacional, por ordem do Ministro da Defesa, a quem não reconhecemos qualquer tipo de autoridade ou legitimidade para fazê-lo.

Texto completo

O Clube Militar é uma associação civil, não subordinada a quem quer que seja, a não ser a sua Diretoria, eleita por seu quadro social, tendo mais de cento e vinte anos de gloriosa existência. Anos de luta, determinação, conquistas, vitórias e de participação efetiva em casos relevantes da História Pátria.
 
A fundação do Clube, em si, constituiu-se em importante fato histórico, produzindo marcas sensíveis no contexto nacional, ação empreendida por homens determinados, gerada entre os episódios sócio-políticos e militares que marcaram o final do século XIX. Ao longo do tempo, foi partícipe de ocorrências importantes como a Abolição da Escravatura, a Proclamação da República, a questão do petróleo e a Contra-revolução de 1964, apenas para citar alguns.
 
O Clube Militar não se intimida e continuará atento e vigilante, propugnando comportamento ético para nossos homens públicos, envolvidos em chocantes escândalos em série, defendendo a dignidade dos militares, hoje ferida e constrangida com salários aviltados e cortes orçamentários, estes últimos impedindo que tenhamos Forças Armadas (FFAA) a altura da necessária Segurança Externa e do perfil político-estratégico que o País já ostenta. FFAA que se mostram, em recente pesquisa, como Instituição da mais alta confiabilidade do Povo brasileiro (pesquisa da Escola de Direito da FGV-SP).
 
            O Clube Militar, sem sombra de dúvida, incorpora nossos valores, nossos ideais, e tem como um de seus objetivos defender, sempre, os interesses maiores da Pátria.
 
Assim, esta foi a finalidade precípua do manifesto supracitado que reconhece na aprovação da "Comissão da Verdade" ato inconseqüente de revanchismo explícito e de afronta à lei da Anistia com o beneplácito, inaceitável, do atual governo.

3.05.2012

ELES QUE VENHAM. POR AQUI NÃO PASSARÃO - Alerta a Naçao Brasileira

Este é um alerta à Nação brasileira, assinado por homens cuja existência foi marcada por servir à Pátria, tendo como guia o seu juramento de por ela, se preciso for, dar a própria vida. São homens que representam o Exército das gerações passadas e são os responsáveis pelos fundamentos em que se alicerça o Exército do presente.

Em uníssono, reafirmamos a validade do conteúdo do Manifesto publicado no site do Clube Militar, a partir do dia 16 de fevereiro próximo passado, e dele retirado, segundo o publicado em jornais de circulação nacional, por ordem do Ministro da Defesa, a quem não reconhecemos qualquer tipo de autoridade ou legitimidade para fazê-lo.

O Clube Militar é uma associação civil, não subordinada a quem quer que seja, a não ser a sua Diretoria, eleita por seu quadro social, tendo mais de cento e vinte anos de gloriosa existência. Anos de luta, determinação, conquistas, vitórias e de participação efetiva em casos relevantes da História Pátria.

A fundação do Clube, em si, constituiu-se em importante fato histórico, produzindo marcas sensíveis no contexto nacional, ação empreendida por homens determinados, gerada entre os episódios sócio-políticos e militares que marcaram o final do século XIX. Ao longo do tempo, foi partícipe de ocorrências importantes como a Abolição da Escravatura, a Proclamação da República, a questão do petróleo e a Contra-revolução de 1964, apenas para citar alguns.

O Clube Militar não se intimida e continuará atento e vigilante, propugnando comportamento ético para nossos homens públicos, envolvidos em chocantes escândalos em série, defendendo a dignidade dos militares, hoje ferida e constrangida com salários aviltados e cortes orçamentários, estes últimos impedindo que tenhamos Forças Armadas (FFAA) a altura da necessária Segurança Externa e do perfil político-estratégico que o País já ostenta. FFAA que se mostram, em recente pesquisa, como Instituição da mais alta confiabilidade do Povo brasileiro (pesquisa da Escola de Direito da FGV-SP).

O Clube Militar, sem sombra de dúvida, incorpora nossos valores, nossos ideais, e tem como um de seus objetivos defender, sempre, os interesses maiores da Pátria.

Assim, esta foi a finalidade precípua do manifesto supracitado que reconhece na aprovação da Comissão da Verdade ato inconseqüente de revanchismo explícito e de afronta à lei da Anistia com o beneplácito, inaceitável, do atual governo.

Assinam no 
Total  887  adesões , sendo:
76 generais ( 20 Gen Ex - 20 Gen Div - 37 Gen Bda ),  1 desembargador TJ/RJ,  338  coronéis , 67 ten coronéis, 13  majores, 29 capitães, 36 tenentes, 23 subtenentes, 21 sargentos, 5 cabos e soldados, Civis 272
abaixo, os Oficiais Generais por ordem de antiguidade e os Oficiais superiores por ordem de adesão.

Novas adesões serão acrescidas ao serem solicitadas pelo e-mail : marco.felicio@yahoo.com

"ELES QUE VENHAM. POR AQUI NÃO PASSARÃO!”

- ALERTA À NACÃO - Lista atualizada às 23:00 h
04 de março de 2012
2ª atualização do dia 04/03 -  ás 2300 h
Total  887  adesões , sendo:
76 generais ( 20 Gen Ex - 20 Gen Div - 37 Gen Bda ),  1 desembargador TJ/RJ,  338  coronéis , 67 ten coronéis, 13  majores, 29 capitães, 36 tenentes, 23 subtenentes, 21 sargentos, 5 cabos e soldados, Civis 272

"ELES QUE VENHAM. POR AQUI NÃO PASSARÃO!"
Este é um alerta à Nação brasileira, assinado por homens cuja existência foi marcada por servir à Pátria, tendo como guia o seu juramento de por ela, se preciso for, dar a própria vida. São homens que representam o Exército das gerações passadas e são os responsáveis pelos fundamentos em que se alicerça o Exército do presente. Leia aqui o  "Alerta a Nação"
Assinam, abaixo, os Oficiais Generais por ordem de antiguidade e demais militares e civis por ordem de adesão.
Oficiais Generais
  1 - Gen Ex Pedro Luiz de Araujo Braga
  2 - Gen Ex Angelo Baratta Filho
  3- Gen Ex Luiz Guilherme de Freitas Coutinho
  4 - Gen Ex José Carlos Leite Filho
  5 - Gen Ex Domingos Miguel Antônio Gazzineo
  6 - Gen Ex José Luis Lopes da Silva
  7 - Gen Ex Luiz De Góis Nogueira Filho
  8 - Gen Ex Valdésio Guilherme de Figueiredo
  9 - Gen Ex Gilberto Barbosa de Figueiredo
10 - Gen Ex Luiz Edmundo Maia de Carvalho
11 - Gen Ex Antônio Araújo de Medeiros
12  - Ten Brig Ar (Refm) Ivan Frota
13 - Gen Ex Domingos Carlos Campos Curado
14 - Gen Ex  Ivan de Mendonça Bastos
15 - Gen Ex Rui Alves Catão
16 - Desembargador do Tribunal de Justiça/RJ  Bernardo Moreira Garcez  Neto
17 - Gen Ex Cláudio Barbosa de Figueiredo
18-  Gen Ex Carlos Alberto Pinto Silva
19 - Gen Ex Luiz Cesário da Silveira Filho
20 - Gen Ex Maynard Marques de Santa Rosa

  1- Gen Div Francisco Batista Torres de Melo
  2 - Gen Div Amaury Sá Freire de Lima
  3 - Gen Div Leone da Silveira Lee
  4 - Gen Div Cássio Rodrigues da Cunha 
  5 - Gen Div Aloísio Rodrigues dos Santos
  6 - Gen Div Robero Viana Maciel dos Santos
Lista completa
 
04/03 - Manifesto já conta com 455 militares, 62 deles oficiais-generais.
04 de março de 2012

1.31.2012

A NOVA ESTÁTUA DA JUSTIÇA BRASILEIRA. Nunca na historia deste pais ...

Qualquer comentário seria desnecessário...

Nova Estátua da Justiça brasileira

Nem Leonardo da Vinci, nem o mestre do barroco mineiro, Aleijadinho, seriam capazes de dar
tamanha expressão à imagem da nossa estátua da Justiça.
Nunca antes na história deste país se teve um monumento tão espetacular como este: a nova
"Estátua da Justiça Brasileira"!
Não enxerga, não escuta, não sabe de nada e é muito lerda!

" A VERDADE É FILHA DO TEMPO, NÃO DA AUTORIDADE" - GALILEU GALILEI

1.30.2012

Defesa das Minorias Germânicas ... e outras!

 

Defesa das Minorias
 
De uma minoria, segregada no Brasil, nós, descendentes de alemães, reivindicamos uma atitude do governo federal para sermos igualados aos negros no status dos direitos de cidadãos, mesmo que não possa chamar negro de negro.
 
·  - Fica estabelecida a cota de 5% para descendentes de alemães nas universidades públicas das regiões Sudeste, Norte e Nordeste do Brasil.
·  - Fica proibido chamar descendentes de alemães, ucranianos, holandeses e outros europeus de polaco ou de nazista.
·  - Fica proibido chamar um indivíduo de "alemão", pois o termo é pejorativo e denigre a imagem deste como ser humano.
·  - Fica estabelecido que os descendentes de alemães devem sem chamados de "cidadãos de ascendência germânica".
·  - Chama-los de alemão passa a ser crime de racismo, mesmo que seja público e notório o fato da raça humana ser uma só.
·  - O mesmo é estendido às variações "alemaozão", "alemãozinho", "alemoa", "alemoazinha", etc.
·  - Fica proibido usar expressões de cunho pejorativo associadas aos descendentes de alemães. Ex: "Coisa de alemão!", "Alemão porco...", "Só podia ser alemão", "alemão batata", "comedor de chucrute", etc.
·  - Fica estabelecido o dia 25 de julho como o "dia nacional da consciência germânica".
·  - Fica estabelecido o dia 25 de julho como o "dia nacional do orgulho alemão, mesmo que não possa chamar alemão de alemão.
·  - Fica criada a Sub-secretaria Especial de Políticas para Promoção da Igualdade Alemã, subordinada à Secretaria Especial de Políticas para Promoção da Igualdade Racial, mesmo que seja público e notório o fato da raça humana ser uma só.
·  - Fica estabelecido o prazo de 2 anos para a Sub-secretaria Especial de Políticas para Promoção da Igualdade Alemã virar Ministério dos Alemães, juntando-se aos outros 40 ministérios brasileiros, mesmo que não possa chamar alemão de alemão.
·  - Fica proibida qualquer atitude de segregação aos descendentes de alemães, as quais os caracterizem com inferiores a outros seres humanos.
·  - Fica restrito ao governo brasileiro a pré-suposição de que os alemães são inferiores, estabelecendo de cotas, restrições associativas, nominativas e sanções para as mesmas.
·  - Passa a ser crime de "germanofobia" qualquer agressão deliberada contra um descendente de alemães, mesmo que não possa chamar alemão de alemão.
·  - Toda criança que usar a expressão "alemão batata come queijo com barata" estará cometendo Bullying e deve ser encaminhada para tratamento psicológico.
·  - Em caso de um negão chamar um alemão de alemão, este adquire o direito de chamar o negrão de negrão sem aplicação das sançõesprevistas em lei.
·  - Ficam estabelecidos como Centros Nacionais da Cultura Alemã o bairro Buraco do Raio em Ivoti/RS, a zona central de Blumenau/SC, Pomerode/SC e o bairro "Drei Parrulho" em Santa Cruz do Sul.
 
PS: se italianos, portugueses, espanhois, sirio-libaneses, japoneses, bolivianos, paraguaios, poloneses e tantos outros também se unificarem em projetos similares, haverá dificuldades para aqueles que fazem questão de ser apenas brasileiros ... em conseguir vagas em universidades e direitos especiais.
 

__,_._,___

12.18.2011

Honra ao Mérito!: De engraxate a General!!!

Na mais recente promoção de oficiais-generais, ocorrida em 31 de março
último, a ascensão ao generalato do Coronel de Intendência Expedito Alves
de Lima representa, em sua plenitude, o acesso democrático que o Exército
proporciona a todos os cidadãos brasileiros que almejam a carreira das
armas. Abandonado pelo pai, juntamente com mais seis irmãos, e criado
somente pela mãe, o jovem Expedito foi obrigado a trabalhar desde muito
cedo para prover o seu sustento e da família. ****

Admitido como engraxate no Centro Social do Regimento Santos Dumont, nas
instalações do 26º Batalhão de Infantaria Paraquedista, em 1966, com apenas
10 anos de idade, o humilde paraibano, morando no Rio de Janeiro, teve a
oportunidade de conviver com as atividades castrenses e, particularmente,
receber orientação, apoio e acompanhamento nos estudos por parte de
Oficiais e Sargentos do Regimento.
Diariamente, o pequeno estudante e trabalhador frequentava a Companhia de
Suprimento e Manutenção de Paraquedas – atual Batalhão DOMPSA –, onde, num
local conhecido por "baiuca", prestava serviços de limpeza dos "boots" dos
militares que se preparavam para o lançamento aeroterrestre. ****

Ali fez grandes amigos e foi acompanhado e orientado por muitos integrantes
da OM para prestar o concurso da Escola Preparatória de Cadetes do Exército
(EsPCEx). Parte do dia estudava e em outra trabalhava no quartel,
participando também de algumas atividades militares, principalmente da
educação física. Toda a sua dedicação e sua perseverança, aliadas ao apoio
e incentivo que recebeu, foram premiadas com sua aprovação no concurso da
EsPCEx para o ano de 1972. ****

A partir daí, o jovem engraxate iniciou uma carreira militar coroada de
êxito, que chega ao ápice neste momento de sua promoção a oficial general,
o mais alto círculo de oficiais das Forças Armadas. Em sua lembrança, a
gratidão ao Exército e àqueles que o acolheram e nele confiaram é patente. *
***

Dentre tantos que o apoiaram e incentivaram, lembra-se do Maj Dias,
primeiro comandante a recebê-lo na "baiuca", do Cel Becker, Cel Rodrigues,
Cel Valdir, do "Carvalhinho", "Cavuca", Amaro, Jair, "Milico", Elias,
Barcelos e, com carinho especial, do Sargento Menezes, que sempre
acompanhava seu desempenho escolar. Recorda-se, também, do então Capitão
Carvalho – já falecido, como coronel da reserva – comandante da Cia Sup Mnt
Pqdt, que lhe forneceu a autorização para entrar e sair do aquartelamento. *
***

Guarda, com muita emoção, em seu coração, o momento de passagem de comando
desse oficial, quando o engraxate foi o escolhido pela OM para entregar a
lembrança de despedida ao capitão. Esse momento também foi a sua despedida
da "baiuca", pois dali seguiu para a EsPCEx, para iniciar sua vitoriosa
carreira militar. ****

Por tudo isso que representa, como militar e como cidadão, o General
Expedito não poderia deixar de ser destacado pelo NE como Um Belo Exemplo.*
*
*NO EXÉRCITO BRASILEIRO TODOS SÃO BRASILEIROS. NÃO HÁ ÍNDIO, PRETO, BRANCO,
POBRE OU RICO; HÁ, SIM, O QUE NASCEU NA TERRA SANTA CHAMADA BRASIL.*
*GENERAL EXPEDITO ALVES LIMA*, Vossa Excelência é a personalidade atual do
Exército. Vossa Excelência é a *VITÓRIA DO MÉRITO.* Vossa Excelência
sobrepujou a mediocridade. Venceu pela competência, adquirida no
*ESTUDO,*conquanto todos os sacrifícios envolvidos para sobreviver

11.21.2011

Mensagem do CNOR para o Dia da Bandeira

 



Prezados Amigos, Chefes e Companheiros das Forças Armadas

19 de novembro, Dia da Bandeira, 

Auriverde pendão de minha terra, 
Que a brisa do Brasil beija e balança, 
Estandarte que a luz do sol encerra 
E as promessas divinas da esperança... 
Tu que, da liberdade após a guerra, 
Foste hasteado dos heróis na lança 
Antes te houvessem roto na batalha, 
Que servires a um povo de mortalha!..
(Castro Alves) 

Preparei uma mensagem alusiva à data, quando recebi, por e-mail, um excelente e emocionante texto de autoria do Tenente R/2 de Cavalaria AMÉRICO BARBOSA DE PAULA CHAVES, meu ilustre companheiro da Turma de 1961 do CPOR/RJ. A importância e atualidade de suas palavras, bem como o relato de sua magnífica atuação no episódio, me levaram a cancelar a mensagem já preparada e substituí-la pela que ora reproduzo abaixo e em anexo, com os mais vibrantes cumprimentos ao ilustre Oficial R/2 AMÉRICO CHAVES. 

Sérgio Pinto Monteiro - 2º Ten R/2 Art
Presidente do CNOR

                 Bandeira Nacional de Brasília

     Recordando os fatos de 18/07/86, vinte e cinco anos depois.

AÇÃO JUDICIAL

 Existe, há muitos anos, na Praça dos Três Poderes em Brasília, um soberbo mastro, onde se mantém hasteada, permanentemente, a Bandeira Nacional, mastro esse constituído de vinte e quatro hastes de ferro, de oitenta e seis metros cada, unidos por vinte e três elos, também de ferro, representativos do número de estados que constituem a Pátria Brasileira.

No topo do mastro tremula soberba e vibrante, desde o dia 19 de novembro de 1972, a Bandeira Brasileira, com seus duzentos e oitenta e seis metros quadrados representando a soberania nacional. Na base do mastro consta a seguinte inscrição:

     "Sob a guarda do povo brasileiro, nesta Praça dos Três Poderes a bandeira sempre ao alto"

 A Bandeira Brasileira e o mastro que a sustenta estão protegidos pela Lei 5.700, de 1º de setembro de 1971, no seu artigo 12, parágrafos 1º e 2º:

     Artigo 12 - A Bandeira Nacional estará permanentemente no topo de um mastro especial plantado na Praça dos Três Poderes de Brasília, no Distrito Federal como símbolo perene da Pátria e sob a guarda do povo brasileiro.

   Parágrafo 1º - A substituição dessa Bandeira será feita com solenidades especiais no 1º domingo de cada mês, devendo o novo exemplar a atingir o topo do mastro antes que o exemplar substituído comece a ser arriado.

    Parágrafo 2º- Na base do mastro especial estarão escritos exclusivamente os seguintes dizeres: "Sob a guarda do povo brasileiro nesta Praça dos Três Poderes, a bandeira sempre ao alto. - Visão permanente da Pátria"

    Para surpresa geral, os brasileiros vêm assistindo a sucessivas reportagens, como preparo de opinião pública, na imprensa escrita, falada e televisionada para que seja admitida a intenção de poucos para a retirada do mastro que sustenta o Pavilhão Nacional, proposição esta liderada pelo Sr Oscar Niemeyer, que quer retirar a qualquer custo o monumento ali erguido, sob falsas e subalternas alegações de que  "agride o cenário" ou de que não faz parte de seu projeto na construção  da Capital Federal, como se dele fosse exclusivo dono.

 O Sr. Oscar Niemeyer está incomodado de ver o Pavilhão Nacional tremular sob a carícia dos ventos que sopram sob o Planalto Central, sob a luz do sol radiante, ,e sob o teto das estrelas fulgurantes, sem sequer se curvar perante tão sublime beleza.

É o símbolo da Pátria que se mantém de pé, altivo e soberano. Devido à vaidade de não ser o autor da obra (Sergio Bernardes) que dignifica, enchendo de beleza ímpar a Praça dos Três Poderes, não admite que ali permaneça altiva e deslumbrante a Bandeira Nacional, pois não é a sua representação pátria. Para justificar mais um engodo às autoridades e à sociedade brasileira, para tentar impor a brutalidade da agressão contra a nossa sociedade com a retirada do mastro, imagina um monumento em homenagem ao Presidente Tancredo Neves, exatamente no lugar onde se acha erguido a representação de nossa soberania. ,

Logo, o que quer na realidade, não é homenagear o ilustríssimo  brasileiro, idealizador da nova República, mas apagar do Planalto Central a imagem da nacionalidade.  Se fosse sua intenção homenagear o Dr. Tancredo Neves, fá-lo-ia ali mesmo, sob a sombra da projeção do Pavilhão Nacional, sendo o lugar mais próprio para o repouso final de seus restos mortais, pois estaria simbolizando a unidade nacional, que sempre propugnou. Evitaria com seu deslocamento, ou com sua derrubada, custos desnecessários à União Federal e ao Governo do Distrito Federal, já combalidos pelos déficits públicos confessados e afirmados pelas autoridades monetárias e pelo próprio chefe do governo, em várias ocasiões.

A sociedade brasileira sente-se ameaçada pela tentativa da retirada do mastro e, principalmente, e, para que não se efetive prejuízo de ordem cívica, com o enfraquecimento dos sentimentos pátrios, propõe a presente MEDIDA CAUTELAR INOMINADA DE AÇÃO POPULAR, para que, em reforço a Lei 5700, de 1º de setembro de 1971, nos seus parágrafos 1º e 2º, seja preservado sob o solo do Distrito Federal o magnífico mastro e a nossa Bandeira livre a tremular.

FINALMENTE

 Que saibam todos aqueles que tentarem contra a Lei e a Ordem que a sociedade brasileira estará irredutível a tudo que atenta contra a dignidade, a honra, o civismo, o patriotismo da Nação Brasileira, e que esta mesma sociedade recorrerá tantas vezes quantas forem necessárias ao Poder Judiciário, na defesa dos interesses nacionais, como afirmou o ilustre jurista Rui Barbosa:

" O Brasil não é essa sociedade fria, delinqüente, cadaverizada , que recebe na testa, sem estremecer, o carimbo de uma camarilha, como messalina recebe no braço a tatuagem do amante ou o calceta, no dorso, a flor-de-lis do verdugo. Não, o Brasil não aceita a cova que lhe estão cavando os cavadores do Tesouro, a cova onde acabariam de roer até os ossos os tatus-canastras da politicália. Nada, nada disso é o Brasil. O Brasil não é "isso". É "isto". O Brasil é uma assembléia. O Brasil é este comício imenso de almas livres. Não são os comensais do erário. São células ativas da vida nacional. É a multidão que não adula, não teme, não corre, não recua, não deserta, não se vende. Não é a massa inconsciente, que oscila na servidão à desordem, mas a coesão orgânica das unidades pensantes, o oceano das conseqüências, a mole das vagas humanas, onde a Providência acumula reservas inesgotáveis de calor, de força e de luz para renovação das nossas energias. É o povo, num desses movimentos seus, em que descobre toda sua majestade."

 

                                                      DO PEDIDO

 

Seja concedida LIMINAR que impeça a retirada e ou deslocamento do mastro erguido na Praça dos Três Poderes, devido o risco que já se antevê contra a sociedade, conforme provas em anexo, vez que, conforme publicação no Jornal do Brasil em 4/7/86, já há decisão do Exmo.Sr. Governador do Distrito Federal sob a retirada do citado monumento. Seja citada, para conhecimento da presente ação, a competente autoridade do Governo do Distrito Federal, ou à critério desse Douto Juízo.

Seja afinal julgada a ação procedente, a fim de compelir ao Governo do Distrito Federal a não demolir, remover ou retirar o referido mastro.

N.Termos

P. Deferimento

Americo B. de Paula Chaves – OAB 15425 

A Justiça Brasileira, concedeu a LIMINAR, e a manteve após Contestações do Governo do Distrito Federal.

Finalmente: Por SENTENÇA assegurou a sua permanência.

No calor da contenda fui a Brasília no Dia da Bandeira (19/11/86) onde está o Mastro, não verifiquei qualquer solenidade no local. Na volta, escrevi no avião, o  reclamo o qual ouvi de nossa querida Bandeira Nacional, símbolo maior da Nacionalidade.

 

Agradecimentos

Vinte e cinco anos após esta luta, quero agradecer o apoio recebido : dos valorosos integrantes das Forças Armadas do Brasil : (Exército - Marinha e Aeronáutica); das mulheres e homens do meu País, que me escreveram incentivando a prosseguir; do apoio de meus amigos, de minha esposa, de meu filho; do apoio daqueles que se foram, dentre eles o Cel. PQD. José Aurélio Valporto de Sá, grande patriota; do apoio do Instituto dos Advogados Brasileiros; do apoio de Membros da Academia Brasileira de Letras; do apoio de meus Companheiros da Escola Superior de Guerra; do apoio dos Companheiros da Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra, que possuí a honra de Presidir.

Obrigado Irmãos de Fé Nacionalista, patriotas dignos, que trabalham com amor, dedicação, lisura e fé, para que este país conquiste muito em breve o verdadeiro lugar que a história lhe reserva, para desfrute de um povo educado, culto, dedicado e determinado para consolidação de nossa SOBERANIA.,   

Muito obrigado, Justiça de meu país, na esperança para que se mantenha livre, soberana, impermeável à corrupção que nos assola, nos envergonha, e nos entristece.

 BRASIL ACIMA DE TUDO, ESTE É O LEMA DE NOSSA LUTA

DIA 19 DE NOVEMBRO DE 2011 - VINTE E CINCO ANOS TREMULANDO SEM AMEAÇAS, LIVRE, BELA, PUJANTE. TREMULANDO ACIMA DOS TRÊS PODERES.   

Américo Chaves

 

 



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Sobre a prisão do Nem

10.22.2011

OS GENERAIS PRESIDENTES E SUAS FORTUNAS

Por Carlos Chagas - Jornalista

"Erros foram praticados durante o regime militar, eram tempos difíceis. Claro que no reverso da medalha foi promovida ampla modernização de nossas estruturas materiais. Fica para o historiador do futuro emitir a sentença para aqueles tempos bicudos."Mas uma evidência salta aos olhos.

Quando Castelo Branco morreu num desastre de avião, verificaram os herdeiros que seu patrimônio limitava-se a um apartamento em Ipanema e umas poucas ações de empresas públicas e privadas.

Costa e Silva, acometido por um derrame cerebral, recebeu de favor o privilégio de permanecer até o desenlace no palácio das Laranjeiras, deixando para a viúva a pensão de marechal e um apartamento em construção, em Copacabana.

Garrastazu Médici dispunha, como herança de família, de uma fazenda de gado em Bagé, mas quando adoeceu, precisou ser tratado no Hospital da Aeronáutica, no Galeão.

Ernesto Geisel, antes de assumir a presidência da República, comprou o Sítio dos Cinamonos, em Teresópolis, que a filha vendeu para poder manter-se no apartamento de três quartos e sala, no Rio.

João Figueiredo, depois de deixar o poder, não aguentou as despesas do Sítio do Dragão, em Petrópolis, vendendo primeiro os cavalos e depois a propriedade.

Sua viúva, recentemente falecida, deixou um apartamento em São Conrado que os filhos depois colocaram à venda, ao que parece em estado lamentável de conservação.

Não é nada, não é nada, mas os cinco generais-presidentes até podem ter cometido erros, mas não se meteram em negócios, não enriqueceram, nem receberam benesses de empreiteiras beneficiadas durante seus governos. Sequer criaram institutos destinados a preservar seus documentos ou agenciar contratos para consultorias e palestras regiamente remuneradas.

Bem diferente dos tempos atuais, não é? "

Por exemplo o Lulinha, filho do Lula, era até pouco tempo atrás funcionário do Butantã/SP, com um salário (já na peixada politica) de R$ 1200,00 e hoje é proprietário de uma fazenda em Araraquara, adquirida por 47 milhões de reais, e detalhe, comprada a vista.

Centenas de outros politicos, também trilharam e trilham o mesmo caminho.

Se fosse aberto um processo generalizado de avaliação dos bens de todos politicos, garanto que 95% não passariam, seria comprovado destes o enriquecimento ilícito.

Como diria Boris Casoy:

"Isto é uma vergonha!" e pior, ninguém faz nada".

9.28.2011

MÁ REDAÇÃO, DÚBIA INTERPRETAÇÃO

Aileda de Mattos Oliveira*

(28/9/2011)

Se a clareza é necessária na elaboração de uma simples mensagem, imprescindível se torna, na produção de um documento oficial, tendo em vista os resultados que podem advir da interpretação de conceitos malformulados, de situações temporais maldefinidas e de períodos malconstruídos.

Dois casos, apenas, entre outros, são avaliados, como exemplos, e retirados do pobre manual estratégico jobiniano.

Não há como compreender o emprego do modo futuro, em certas partes da redação da END. É uma forma de postergar ações que devem ser imediatas, pois é um pensamento permanente a defesa da soberania nacional.

A escritura redigida no modo presente, em qualquer momento de sua leitura, mantém a sua vigência garantida, e imutável a posição política do país em relação à sua independência. Isto porque o chamado ‘presente histórico’, atemporal, efetiva, de maneira indefinida, a firme palavra decisória da nação sobre o seu território, ante os potenciais poderes usurpadores.

A par disso, o presente imprime, na voz da entidade que responde pela segurança nacional, o real espírito de que está imbuído o órgão, de mostrar-se dinâmico, relegando ao passado este burocrático ‘amanhã’, que será tarde demais. Não esperem uma guerra; a ocupação da Amazônia é silenciosa.

Dita o Decreto 6.703/8, na parte que se refere a O Exército Brasileiro: os imperativos de flexibilidade e de elasticidade, que “A defesa da região amazônica será encarada, na atual fase da História, como o foco de concentração das diretrizes resumidas sob o rótulo dos imperativos de monitoramente/controle e de mobilidade.

Há uma distância sideral e semântica entre “será encarada” e ‘é encarada’ que tende a afetar, politicamente, um país malgovernado, como o Brasil. No primeiro caso, foram lançadas para um futuro incógnito, ações que serão inócuas, pela marcha acelerada dos acontecimentos. No segundo, as adequações estratégicas são imediatas e, portanto, sempre reavaliadas, de acordo, pois, com o ciclo das mutações das relações internacionais, tão transitórias, nos últimos tempos.

Sendo a fase histórica, “atual”, como diz o texto da END, a defesa da região amazônica tem, pela razão mesma da contemporaneidade da fase citada, que resultar de um planejamento dentro das circunstâncias do momento, e não de um projeto para um “será”, continuamente, futuro.

Contudo, não se limitam ao entrevero entre os tempos verbais as frestas por onde podem penetrar os tentáculos dos artifícios jurídicos manipulados, ardilosamente, pelos retóricos a serviço de quem quer que seja. As brechas surgem, também, nas frases intercaladas, à guisa de explicações, aparentemente, inúteis, ou matreiramente, capciosas.

Aliás, no mesmo trecho mencionado, desnecessária a inclusão de “na atual fase da História”, por estar a defesa da nação, sempre em primeiro plano, em qualquer tempo, em qualquer governo: [‘A defesa da região amazônica é encarada como o foco de concentração...’]

Na parte referente a Priorizar a região amazônica, a afirmação de que o Brasil “Não permitirá [outra vez o futuro] que organizações ou indivíduos sirvam de instrumentos para interesses estrangeiros – políticos ou econômicos – que queiram enfraquecer a soberania brasileira. Quem cuida da Amazônia brasileira, a serviço da humanidade e de si mesmo, é o Brasil.”

Deixa-se de lado, agora, a aversão aos verbos, manifestada pelos redatores desta paralítica END. O que reverbera aos olhos do leitor atento é a frase final, afirmativa, de que o Brasil “cuida da Amazônia brasileira´, para si mesmo, o que deveria ser óbvio e que se deseja confirmada na concretude das atitudes governamentais. Porém,“a serviço da humanidade”, considera-se uma excrescência monumental. Peca, ainda, este período, pela primazia dada aos cuidados com a Amazônia “a serviço da humanidade” para, posteriormente, então, estar a serviço “de si mesmo”.

Os esclarecimentos se fazem necessários sobre a razão pela qual o Estado brasileiro “cuida” da mais rica região do mundo, primeiramente, “a serviço da humanidade”. Afinal, a Estratégia de Defesa é nacional e não transnacional. Coincidentemente, o verbo está no presente. Não acreditando em governos e em suas intenções, não considero coincidência, mas um propósito definido, a fim de responder aos interesses da farsa ecológico-ambiental, desde já sendo acatada.

A interpretação de um texto que visa à defesa do território nacional deve ser imediata, sem ambiguidades que venham a se tornar a chave para a obtenção do tesouro ambicionado por nações mal-intencionadas e, historicamente, dadas às invasões e às conquistas.

Sem nenhum interesse pelo trocadilho, a END é o fim, pela ausência de substância contextual, de autenticidade nas palavras e de credibilidade de propósitos.

(*Prof.ª Dr.ª em Língua Portuguesa. ADESG; ESG. Articulista do Jornal Inconfidência. Membro da Academia Brasileira de Defesa. A opinião expressa é particular da autora.)


Recebido por e-mail.



9.20.2011


BRAÇO FORTE, MÃO AMIGA.



8.19.2011




Direitos e limites


Estava praticamente chegando ao final de uma viagem que fazia com meus três filhos, quando fui parado por um policial rodoviário federal. Como solicitado, entreguei a ele meus documentos pessoais e os do veículo.

Depois da vistoria geral do veículo o policial, ainda com os documentos em mãos, me perguntou de onde eu vinha. Respondi: de longe. Ele então insistiu, para onde vai? Respondi: Para mais longe ainda. Minha esposa ficou assustada e me cutucou para que eu respondesse as perguntas corretamente.

Disse a ela, em tom alto o suficiente para que o policial também ouvisse que eu o estava respeitando em toda a plenitude de seus direitos, entregando-lhe os documentos solicitados e acatando qualquer decisão dele em relação ao seu trabalho, inclusive de me multar se eu tivesse feito algo ilegal, mas que eu não tinha a obrigação de informar de onde vinha ou para onde iria, pois aquele não era mais o papel e nem o direito dele.

Minha intenção, naquele momento, jamais foi a de desacatar o policial, mas ensinar meus filhos que, em qualquer situação, nunca deveriam abrir mão de seus direitos. Já se passaram aproximadamente 30 anos do ocorrido e continuo pensando da mesma forma. Não podemos invadir o direito de nenhuma pessoa, independentemente de sua posição religiosa, educacional, cultural ou profissional e nem permitir que nenhum espaço do nosso direito seja invadido.

Respeitar direitos muitas vezes significa abrir mão, se desprender de algo que julgamos ser nossos- como os filhos-, quando na realidade só o que podemos fazer é educá-los enquanto pequenos, encaminhar seus estudos e acompanhá-los até que possam alçar vôo próprio.

Já na juventude ou até antes dela eles já nos mostram que possuem vontade própria, desejos e objetivos diferentes dos nossos. Por sua imaturidade muitas coisas precisam ser controladas, contrariando-os, encaminhando-os por mais um período, para que possam amadurecer mais e aí sim, cobrar seus direitos.

Nessa fase já precisam estar preparados para, na vida em sociedade, exigir o respeito por seus direitos, mas também, claro, respeitar o das outras pessoas. E, se muitos deles tomarem para si esse princípio e continuarem, com a educação dos próprios filhos, certamente em algumas décadas teremos um país bem melhor.

Certa vez ouvi de uma pessoa já bem mais idosa, muito experiente, sábia e com quem aprendi muito, que as ações individuais são propagadas como as ondas criadas na água quando atingida por uma pedra. Na primeira propagação é um círculo pequeno, empurrado para mais longe pelo segundo, que é empurrado pelo terceiro e assim sucessivamente até que o efeito do impacto da pedra na água deixe de tumultuar o local do impacto.

O choque inicial diminui à medida que a pedra se distancia, aprofunda na água e nenhuma onda será provocada depois de certa profundidade. Sem a geração de novas ondas a tranquilidade da água vai voltando desde o local inicial até atingir a margem que havia recebido todas as ondas.

Como no lago, a paz volta quando toda a propagação, de uma nova idéia, regra, ação, ou atitude política foi totalmente absorvida pela sociedade. A exigência do respeito a seus direitos e a observância dos direitos alheios deveria ser posta em prática do mesmo modo, partindo da educação dos jovens em casa, que criará uma onda na escola, no bairro, na cidade, município e assim por diante.

A cobrança por seus direitos e o respeito pelo dos outros é um exercício diário, difícil, mas se todos sempre o exigissem, em quaisquer situações, certamente teríamos convivências muito mais pacíficas e harmoniosas entre as pessoas, os países e os continentes.

João Bosco Leal - www.joaoboscoleal.com.br

Recebido por e-mail.



7.11.2011

DOM LUIZ BERGONZINI: UnB e a Universidade Feminista: dopping moral

DOM LUIZ BERGONZINI: UnB e a Universidade Feminista: dopping moral: "A universidade feminista publicou a matéria assinada por Eliane Brum contra nosso trabalho em defesa da vida, contra a violência, contra a p..."