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Agradeço as oportunas e coerentes intervenções dos comentaristas criticando o proselitismo irresponsável do globoritarismo apoiado pela mídia amestrada banalizando as Instituições e o Poder do Estado para a pratica sistemática de crimes. Os brasileiros de bem que pensam com suas próprias cabeças ja constataram que vivemos uma crise moral sem paralelo na historia que esgarça as Instituições pois os governantes não se posicionam na defesa da Lei e das Instituições gerando uma temerária INSEGURANÇA JURÍDICA. É DEVER de todo brasileiro de bem não se calar e bradar Levanta Brasil! Cidadania-Soberania-Moralidade

9.12.2008

A Semana da Pátria

JBONLINE - 07 Set 08


Aristóteles Drummond

JORNALISTA

 Neste dia, que é data nacional, devemos pensar no quanto a educação cívica e o conhecimento histórico mais elementar de nosso povo estão desleixados. Não temos a "Semana da Pátria", instituída com notável inspiração no governo Costa e Silva, muito menos a disciplina Educação Moral e Cívica, criada na gestão do presidente Médici. A anulação das duas iniciativas, como parte do chamado "entulho autoritário", não foram atos felizes, mas, sim, mesquinhos ao extremo. O atual governo está, pelo menos, relançando, em outros moldes, o Projeto Rondon de tão boa lembrança.

Não se canta mais o Hino Nacional nas escolas e os jovens não aprendem os hinos da Independência e da Bandeira. Os grandes personagens da História, como José Bonifácio, Duque de Caxias e os imperadores Pedro I e Pedro II, já são figuras pouco conhecidas – quando não, mal referidas nos livros adotados na rede pública . Um absurdo que não se justifica, já que temos história, vultos a exaltar e um passado do qual nos orgulhar. Nossa história foi a melhor possível e não temos culpas diferentes das demais nações civilizadas..

Bela iniciativa a da Liga de Defesa Nacional que relançou a Corrida da Tocha da Liberdade, realizada por jovens estudantes ou veteranos militares – estes sempre atentos, em prontidão permanente em defesa do Brasil, em postura verdadeiramente comovente. A prova são esses centros cívicos e patrióticos que sobrevivem, como é o caso do Liga de Defesa Nacional, entidade criada por Olavo Bilac, que teve como patrono José Bonifácio, e é dirigida por brasileiros notáveis e devotados.

Não se constrói progresso nem justiça social, muito menos regime democrático, sem que o povo esteja engajado no sentimento de respeito aos símbolos nacionais. E, claro, aos irmãos devotados ao serviço da pátria, como é o caso dos militares – e não dos "militantes" , como alguns imaginam. O conhecimento dos hinos e dos grandes exemplos de serviços prestados ao país ao longo da História são fundamentais pra formação de um povo.

As escolas municipais, estaduais e federais, geralmente, levam nomes de figuras públicas e históricas. O natural é que seja obrigatório o conhecimento do patrono dessas escolas, de sua biografia e de suas vidas ao serviço do país ou das comunidades. Alguns até estrangeiros, que, de uma maneira ou de outra, serviram à humanidade ou a seus países, como são os casos de Martin Luther King, Agostinho Neto e John Kennedy. E isso pra ficarmos apenas em exemplos mais conhecidos e comuns.

Hoje, "cria-se" heróis nacionais, desde um misterioso líder de quilombo – que alguns historiadores garantem que nem o português falava, vendido como escravo pelo próprio irmão – a figuras que pregaram o ódio e a divisão entre brasileiros. O que é sério, consolidado pelos grandes estudiosos, acaba alvo do deboche e do pouco caso, como nos anos de prestígio e progresso com dignidade do segundo Império. A pátria é secundária pros que mantêm, no fundo da alma, o ideal "da internacional socialista e comunista", do "mundo sem fronteiras", veneno do qual não conseguem se ver livres.

Temos de reagir, como sociedade democrática, contra o esvaziamento dos valores de nosso passado, dos símbolos da nacionalidade. Devemos lutar pela volta da obrigatoriedade do Hino Nacional na abertura do horário escolar, pois a prática é antiga. Não vem de 64, como incautos imaginam, neste revanchismo marcado pela ignorância e pela burrice. O que aconteceu foi que, a partir daquele ano, o país passou a ser governado por um grupo de brasileiros, não apenas militares, formados no culto aos valores da pátria.

Olavo Bilac, patriota de visão, criou a Liga da Defesa Nacional justamente pra isso, pra defesa dos valores permanentes da nacionalidade, pro culto e respeito aos símbolos e à História. Tais referências nos fizeram, no passado, mais respeitados, embora menos poderosos em termos econômicos. Não podemos deixar cair os sonhos dos que desejam um Brasil democrático, uno, grande, com segurança e desenvolvimento, sem divisões, sem ódios e sem subordinações. Sempre fomos grandes na América Latina, como economia e como força militar. Sempre fomos respeitados pela formação de nossa sociedade, multiracial, basicamente cristã, mas de livre culto. Não devemos alterar este quadro com justificativas ideologicamente ultrapassadas e com argumentos de "solidariedade" a vizinhos que sempre tivemos como amigos, sem a renúncia de nossos interesses e de nossa soberania.

 


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